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Cultura

Paulina Chiziane é a nova cara do Camões

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E como dizem os velhos ditados, “quem trabalha recebe”, e “Tudo tem o seu tempo”. Com a escritora moçambicana Paulina Chiziane não foi diferente, de tal forma que conquistou o prémio da trigésima terceira edição do maior prémio de literatura de língua portuguesa “Camões”, colhendo desta forma tudo que plantou desde o lançamento do romance “Balada de Amor ao Vento”, sua primeira obra.

Segundo uma nota informativa veiculada no canal internacional RTP (Rádio e Televisão Portuguesa), o júri responsável por atribuir anualmente prémio literário de língua portuguesa “Camões”, para além de reconhecer a qualidade das obras da escritora já publicadas que na sua essência abordam assuntos ligados a problemas da mulher moçambicana e africana, rendeu-se também ao trabalho que realiza na construção de pontes entre a literatura e outras áreas

Com a conquista da contadora de histórias nascida em 1955 em Manjakaze, província de Gaza, e primeira mulher a publicar um romance em Moçambique a dona dos romances como “Balada de Amor ao Vento”, “Niketeche”, Moçambique passa a contabilizar três “Camões”.

Cultura

AEMO promove colectânea em homenagem a Noémia de Sousa

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A Associação dos Escritores Moçambicanos lançou uma chamada para a submissão de textos de poesia e prosa com vista à criação de uma colectânea em homenagem à escritora Noémia de Sousa.

A iniciativa pretende valorizar o legado da autora, reunindo obras de mulheres moçambicanas inspiradas na sua escrita e no seu contributo para a literatura nacional e a luta pela independência de Moçambique.

De acordo com a AEMO, os textos devem ser originais, em formato Word, e submetidos até às 23h59 do dia 30 de Junho de 2026.

Recorde-se que Noémia de Sousa é reconhecida como uma das figuras mais importantes da literatura moçambicana, destacando-se pela poesia de carácter nacionalista e pela valorização da cultura africana.

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Cultura

“Ecos” leva cinema moçambicano ao festival internacional na Coreia do Sul

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O documentário moçambicano “Ecos”, realizado por Gigliola Zacara, vai representar o país no 8.º Festival de Cinema Africano, que decorrerá em Seul, na República da Coreia, em Maio de 2026.

A participação resulta de um convite da Embaixada de Moçambique no Japão, em coordenação com o Instituto Nacional de Indústrias Culturais e Criativas (INICC). A exibição do filme faz parte das celebrações do Dia de África, momento em que se destaca a cultura e a diversidade do continente.

De acordo com os organizadores, a presença de “Ecos” no festival é uma oportunidade para dar visibilidade ao cinema moçambicano e reforçar a sua projecção no cenário internacional, especialmente no mercado asiático.

O filme poderá ser assistido através da plataforma Netkanema, mediante registo, permitindo assim que o público tenha acesso à produção mesmo fora do evento.

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Cultura

Irene Mendes lança “A Decisão” na AEMO

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A escritora moçambicana Irene Mendes lança, amanhã quinta-feira, 17 de Abril, o livro “A Decisão”, na Associação de Escritores Moçambicanos, às 17h30, em Maputo.

A obra reúne experiências vividas pela autora entre Setembro de 2023 e o primeiro trimestre de 2026, período em que viajou, leu e escreveu.

O livro resulta de uma mudança de vida, após 45 anos de trabalho, quando decidiu sair do activo e passar a viver no campo.
Irene Mendes já publicou outras obras e também foi directora do Instituto Superior de Altos Estudos e Negócios

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