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Onde assistir filmes em Maputo? Descubra 

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Assistir a filmes é algo que faz parte dos moçambicanos, pelo menos em Maputo, Cidade e Província, de tal forma que, antes das salas de cinema tornarem-se acessíveis a todos, nas zonas e nos mercados, sempre havia uma casa onde, a um preço bem acessível, podia-se assistir aos filmes do momento, embora sem legenda, conseguia-se entender a narrativa completa. Quem não se lembra de Rong 10, Rambo, Van Damme e outros?

Com o tempo, essas casas foram desaparecendo, pelo menos em alguns pontos da cidade e província de Maputo, devido ao fácil acesso aos filmes através da televisão, internet e ao aumento dos cinemas.

Neste artigo, encontrará os principais cinemas e casas culturais de Maputo, onde pode assistir a filmes sozinho ou acompanhado.

Nu Metro

Nu Metro Localizado na Cidade de Maputo, no Glorio Mall, no segundo andar, fornece vários filmes de estreia internacional, com um preço máximo de 450 meticais para assistir em 2D e 555 meticais em 3D, segundo informam nas redes sociais deles, e funciona de segunda a domingo das 10h às 21h.

Cinema Scala 

Cinema Scala O Cine-Teatro Scala é um edifício cultural moçambicano mais antigo situado na baixa da cidade de Maputo, construído em 1931. Atualmente, passa filmes moçambicanos com um preço de 100 a 200 meticais, e a hora do filme é marcada pela casa.

Além desses dois cinemas, outros lugares onde se pode assistir a filmes são os Centros Culturais existentes em Maputo, onde na sua programação costumam inserir alguns filmes de estreia ou em comemoração de alguma data.

Enquanto escrevíamos este artigo, percebemos que Moçambique perdeu grandes salas de cinema ao longo dos anos, algo que será desenvolvido em outro artigo.

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Zander desiste da música moçambicana

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Zander Baronet anunciou publicamente a sua despedida, através de um desabafo emocional partilhado nas redes sociais, onde expressa frustração com a falta de apoio do público, apesar da sua base significativa de seguidores.

Segundo o artista, projectos recentes não tiveram a recepção esperada, o lançamento de “L.O.V”, disponibilizado a 19 de Fevereiro, não ultrapassou as 40 mil visualizações, enquanto o mais recente trabalho, “Y.O.U”, registou apenas cerca de 100 visualizações e poucos comentários nas primeiras 48 horas. Estes números contrastam com os mais de 900 mil seguidores acumulados nas suas plataformas digitais.

Zander critica ainda aquilo que considera ser uma contradição no comportamento do público, o entusiasmo demonstrado presencialmente, que não se reflecte no apoio efectivo nas plataformas digitais. “O mesmo povo que me abraça para uma fotografia é o que se recusa a dar um clique”, refere.

Para além da falta de engajamento, o artista denuncia episódios de discriminação racial, particularmente dirigidos à sua esposa, criticada pela sua tonalidade de pele. O músico considera esta atitude uma “inversão de valores”, condenando a rejeição da identidade africana em detrimento de padrões externos.

Na mesma comunicação, revela ter encontrado maior valorização fora do seu país, na África do Sul, onde afirma estar a construir uma nova etapa da sua carreira. “Um guerreiro não fica onde não é honrado”, escreve, evocando as suas raízes ligadas ao povo amaZulu.

Anuncia ainda que passará a comunicar maioritariamente em língua inglesa, visando uma projecção internacional.

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Centro Cultural Franco-Moçambicano exibe filme francês “O Tempo de Amar”

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O Centro Cultural Franco-Moçambicano vai exibir o filme O Tempo de Amar, da realizadora Katell Quillévéré, no dia 9 de Maio, às 17 horas, no auditório da instituição, em Maputo.

O filme conta uma história de amor situada no período pós-guerra, acompanhando duas personagens cujas vidas são marcadas por segredos e decisões difíceis.

Ao longo da narrativa, as escolhas dos protagonistas influenciam o rumo das suas vidas, num enredo que explora o amor, o tempo e as consequências das decisões humanas.

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“Pfuka U Phanda” ganha videoclipe

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Os artistas Nelson Tivane, António Marcos e Dx Nuvunga lançaram o videoclipe da música “Pfuka U Phanda”, numa acção que marcou o encerramento das celebrações do Dia Internacional do Trabalhador, a 1 de Maio.

A música, lançada inicialmente em Dezembro de 2025, ganha agora uma nova dimensão com a componente visual, reforçando a colaboração entre os três artistas e ampliando o alcance da mensagem junto do público.

Com um conteúdo voltado à motivação, a faixa destaca a importância do trabalho, da persistência e da determinação, surgindo como um incentivo directo à juventude moçambicana.

Os músicos Nelson Tivane, António Marcos e Dx Nuvunga lançaram o videoclipe da música “Pfuka U Phanda”.

A estreia aconteceu a 1 de Maio, marcando as celebrações do Dia do Trabalhador.
A canção transmite uma mensagem de motivação, com foco no trabalho e na persistência.

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