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Oficina “A Vez das Mulheres” capacita jovens autoras para a escrita narrativa

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“A vez das mulheres” tem como principais objectivos capacitar jovens mulheres, oferecendo um espaço acolhedor e inspirador para o desenvolvimento de suas habilidades na escrita narrativa, proporcionar a oportunidade de aprender com escritoras e escritores experientes e superar receios e dar voz às suas histórias, tanto no campo da ficção quanto da não-ficção.

Os facilitadores da oficina serão o escritor Lucílio Manjate, a docente e pesquisadora de literatura Teresa Manjate e o poeta Álvaro Taruma, que abordarão temas como técnicas de escrita, construção de personagens e a combinação entre ficção e não-ficção. As participantes terão, mediante esta oficina, a chance de realizar exercícios práticos de escrita e reescrita, estimulando o aprimoramento contínuo.

A oficina também incentivará a exploração de experiências pessoais como fonte de inspiração para narrativas que promovam impacto social. Serão partilhados segredos do processo de escrita e publicação, desde a concepção da ideia inicial até a revisão final do texto, além de encorajar a publicação das produções, tanto em formato impresso quanto digital.

O processo de seleção das 19 autoras durou cerca de quatro dias e atraiu 60 candidaturas de jovens mulheres de diversas regiões do país. As autoras selecionadas são: Anastácia Sigodo, Anchura Mires, Antonieta Chrindza, Aulina Macuácua, Benilde Vieira, Carina Muileca, Deizy Joane, Edna Aníbal, Fátima Mangue, Fernanda Hermano, Happy Taimo, Iraneta Campos, Jenny Alfred, Julieta Panguene, Letícia Manhiça, Maria Tomé, Natércia Chicane, Neyma Nguetsa e Tarcilia Gustavo.

Ao final da oficina, espera-se que as participantes tenham desenvolvido suas habilidades narrativas em diversos géneros literários, produzam pelo menos um texto original, que será trabalhado ao longo das sessões, ganhem confiança para expressar suas ideias e histórias através da escrita, adquiram ferramentas práticas para transformar suas vivências em narrativas literárias com potencial de publicação e possam ver seus textos publicados, mediante avaliação da qualidade final, em plataformas digitais ou na imprensa.

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Roubaram o “e” de Marracuene

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O presidente do Conselho Municipal de Marracuene, Shafee Sidat, Presidente do Município de Marracuene, denunciou recentemente o roubo e a destruição da letra “E” de um letreiro público instalado no município, classificando o acto como vandalismo contra o património público.

Através de uma publicação nas redes sociais, Sidat considerou a acção “inaceitável” e afirmou que a vandalização de bens públicos prejudica toda a comunidade. Segundo o edil, o acto não representa apenas um ataque à edilidade, mas sim aos munícipes que defendem uma cidade mais organizada e desenvolvida.

“O roubo e a destruição do património público são actos criminosos que prejudicam todo o Município de Marracuene”, escreveu.

O autarca apelou à reflexão colectiva sobre os valores de educação e civismo, defendendo que o progresso do município depende do envolvimento e da responsabilidade de todos os cidadãos na preservação dos bens comuns.

Casos de vandalização de infra-estruturas públicas têm sido registados em diferentes pontos do país, levantando preocupações sobre os custos de reposição e o impacto no erário público.

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Maurício Niquice lança “Conversas sobre Rodas”

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Comunicador e empreendedor Maurício Niquice Júnior lança “Conversas sobre Rodas”, uma proposta dinâmica de diálogo e conexão.

Maputo, 23 de Fevereiro de 2026.
O comunicador, empreendedor e contador de histórias Maurício Niquice Júnior apresenta oficialmente “Conversas sobre Rodas”, uma proposta inovadora de diálogo que transforma deslocações em experiências significativas de partilha, reflexão e construção colectiva de ideias.

A iniciativa nasce da necessidade de criar espaços de conversa mais autênticos, próximos e acessíveis. “Conversas sobre Rodas” propõe encontros em movimento, dentro de um carro, onde convidados de diferentes áreas partilham percursos, desafios, aprendizados e visões sobre temas actuais que impactam a juventude, o empreendedorismo, a cultura e a sociedade moçambicana.

Mais do que entrevistas tradicionais, o formato privilegia espontaneidade, profundidade e conexão humana, aproximando o público das histórias reais por detrás das conquistas.

Segundo Maurício Júnior, “Vivemos numa era de excesso de informação e escassez de conversas verdadeiras. ‘Conversas sobre Rodas’ é um convite para desacelerar, ouvir e compreender as histórias que moldam o nosso tempo.”

A proposta pretende envolver líderes, criativos, empreendedores e agentes de mudança, criando um arquivo vivo de experiências que inspirem acção e reflexão. O projecto será difundido através das plataformas digitais Instagram, Facebook e TikTok na página @conversasmz, bem como no YouTube através do canal Catador de Histórias, ampliando o alcance das conversas para além do espaço físico onde acontecem.

Com esta iniciativa, Maurício Júnior reforça o seu posicionamento como comunicador e empreendedor comprometido com a valorização de histórias locais e com a promoção de diálogos que contribuem para o desenvolvimento social e cultural de Moçambique.

Sobre Maurício Júnior
Maurício Niquice Júnior é comunicador, empreendedor, gestor de comunidade e contador de histórias, conhecido como “Catador de Histórias”. Actua na intersecção entre comunicação, empreendedorismo e impacto social, dedicando-se a dar visibilidade a narrativas que transformam pessoas, marcas e comunidades.

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Stewart Sukuma leva “O Ancoradouro do Tempo” para Alemanha

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Stewart Sukuma chega ao Grammy

A cultura moçambicana voltou a afirmar-se além-fronteiras com a participação de Stewart Sukuma na exibição do filme O Ancoradouro do Tempo, apresentada na Universidade de Bayreuth, na Alemanha, no âmbito do African Film Festival.

Director musical e também actor na obra, Sukuma destacou o papel da música como elemento central na construção estética e simbólica do filme, sublinhando a importância da criação artística moçambicana em espaços académicos e culturais internacionais.

Durante a sua estadia, o artista orientou ainda uma palestra dedicada à música moçambicana e ao processo criativo da banda sonora do filme, promovendo um diálogo aberto com estudantes e investigadores sobre memória, identidade e pensamento crítico.

O Ancoradouro do Tempo estará brevemente em exibição no Cine-Teatro Scala, proporcionando ao público nacional a oportunidade de apreciar uma obra que continua a projectar Moçambique no panorama cultural internacional.

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