Fast Food
Novas Vibrações: Dygo quer dar mais um passo na sua carreira
- Share
- Tweet /var/www/wptbox/wp-content/plugins/mvp-social-buttons/mvp-social-buttons.php on line 67
https://xigubo.com/wp-content/uploads/2023/01/4CDD94A5-987A-4150-811E-EFB0C33D01C0-1000x600.jpeg&description=Novas Vibrações: Dygo quer dar mais um passo na sua carreira', 'pinterestShare', 'width=750,height=350'); return false;" title="Pin This Post">
Dygo Boy, músico moçambicano, está prestes a lançar seu novo trabalho discográfico, que vai suceder “Frescolâdia vol 1”.
Com sua mistura única de ritmos africanos e influências internacionais, Dygo Boy tem se destacado como um dos mais talentosos artistas da música moçambicana.
Desde o seu primeiro álbum, Dygo Boy tem cativado o público com sua voz poderosa e letras inspiradoras. Seu estilo único e sua capacidade de criar músicas que conectam com as pessoas têm sido a chave para o seu sucesso.
O novo trabalho discográfico de Dygo Boy promete ser ainda mais incrível do que seus trabalhos anteriores. Com uma combinação de ritmos alegres e melodias envolventes, o artista está prestes a lançar um álbum que será lembrado por muitos anos.
Além disso, o novo trabalho discográfico de Dygo Boy apresenta colaborações com alguns dos mais talentosos músicos da África e do mundo.
Estas colaborações adicionam uma nova dimensão à sua música e prometem ser um grande sucesso.
O lançamento deste trabalho discográfico é uma grande notícia para os fãs de Dygo Boy e para todos os amantes da música moçambicana. Com sua combinação única de ritmos, letras e colaborações, o novo trabalho discográfico de Dygo Boy promete ser um dos mais emocionantes lançamentos deste ano.
O anúncio da chegada do seu novo álbum, foi feito através de uma festa que juntou vários artistas da praça.
Fast Food
“Eu e a mãe da minha filha decidimos seguir nossos caminhos com respeito e na paz” Messias maricoa
O músico moçambicano Messias Maricoa veio a público nesta quinta-feira esclarecer que uma página nas redes sociais que utiliza a sua imagem não é gerida por si nem conta com a sua autorização.
Através de uma publicação feita na sua conta oficial, o artista afirmou que tem acompanhado, diariamente, conteúdos divulgados pela referida página e decidiu esclarecer a situação perante os seus seguidores.
“Esta página não tem a minha gestão e não é do meu consentimento. Tudo que eu quero lançar ao público passa pela minha conta oficial, como sempre foi”, escreveu o cantor.
Na mesma publicação, Messias Maricoa confirmou ainda o fim do relacionamento com Bibas, mãe da sua filha, revelando que ambos decidiram seguir caminhos diferentes de forma pacífica e respeitosa.
“Eu e a mãe da minha filha decidimos seguir nossos caminhos com respeito e na paz”, declarou.
O artista aproveitou igualmente para pedir que a separação não continue a ser explorada nas redes sociais, numa referência às constantes publicações envolvendo a sua vida pessoal.
A reação de Messias surge numa altura em que páginas não oficiais e conteúdos sobre figuras públicas têm gerado debates sobre privacidade, desinformação e limites da exposição nas plataformas digitais.
Conhecido por temas de sucesso no panorama musical moçambicano, Messias Maricoa mantém uma forte presença nas redes sociais, onde costuma comunicar diretamente com os fãs através dos seus canais oficiais.
Fast Food
Segunda edição do Festival Cidade nas Mãos arranca em Maputo com reflexão sobre o futuro das cidades
A segunda edição do Festival CIDADE NAS MÃOS foi oficialmente inaugurada na tarde de terça-feira, 16 de Junho, no Instituto Guimarães Rosa, em Maputo, marcando o início de uma programação dedicada à reflexão sobre os desafios e as possibilidades das cidades contemporâneas através da cultura, da arte, da arquitectura, da tecnologia e do ambiente.
Organizado pela Catalogus, em parceria com a Embaixada da Espanha em Maputo, o festival decorre até ao próximo sábado em diferentes espaços das cidades de Maputo e Matola, reunindo artistas, académicos, investigadores, activistas e o público em geral para um conjunto de exposições, conversas, oficinas e visitas guiadas.
Na cerimónia de abertura, o Director Executivo da Catalogus, Mélio Tinga, destacou o significado especial desta edição, que coincide com a celebração dos cinco anos da organização.
“Para nós esta é uma edição muito especial porque coincide com a celebração dos cinco anos da Catalogus”, afirmou, recordando que a instituição nasceu como “uma espécie de laboratório” voltado para a criação de ideias capazes de aproximar a literatura de novos públicos e mercados.
Segundo Tinga, o festival representa uma aposta no futuro das cidades e na capacidade da cultura de contribuir para a transformação social.
“Fazemos o CIDADE NAS MÃOS porque acreditamos genuinamente na mudança e num futuro em que podemos participar”, declarou.
O responsável sublinhou ainda que o investimento na cultura e na educação constitui uma demonstração de confiança no futuro e um compromisso com processos de longo prazo. “Pensar e investir na cultura é também um gesto altruísta, porque não se pode fazer um festival cultural apenas a pensar em si mesmo. É preciso estar no lugar, na voz, no corpo e no coração do outro”, afirmou.
Por sua vez, a Embaixadora da Espanha em Moçambique, Teresa Orjales, destacou a continuidade da parceria entre a Cooperação Espanhola e a Catalogus, sublinhando que a realização da segunda edição consolida uma plataforma de cooperação cultural entre os dois países.
“Depois da boa experiência da primeira edição do Festival Cidade nas Mãos, decidimos juntamente com a Catalogus dar continuidade ao festival com a realização da sua segunda edição como forma de estabelecer uma marca da cooperação cultural entre os nossos países”, afirmou.
A diplomata referiu que o festival procura estimular a reflexão sobre os espaços urbanos e os desafios da sustentabilidade através da arte e da cultura.
“Com este festival pretendemos continuar a reflectir sobre os espaços que habitamos, sobre soluções sustentáveis para o futuro das nossas cidades e sobre as formas como a cultura lhes atribui significado através de debates, conversas, imagens, música e todas as formas de expressão artística”, declarou.
Teresa Orjales destacou igualmente uma das principais novidades desta edição: a extensão da programação à cidade da Matola.
“Esta edição traz uma grande novidade que é a viagem à cidade da Matola para ocupar novos espaços e oferecer ao público uma nova experiência de encontros, diálogos, conhecimento e expressão artística”, referiu.
Sob o lema de repensar a cidade a partir de múltiplos olhares, o Festival CIDADE NAS MÃOS propõe uma programação itinerante que explora questões ligadas à cultura, ao clima, à tecnologia e à arquitectura, promovendo o diálogo entre diferentes saberes e experiências urbanas.
A programação da segunda edição inclui ainda uma forte componente formativa, com workshops, palestras e visitas guiadas destinadas a estudantes e jovens, reforçando o compromisso do festival com a educação cultural e a construção de novas formas de pensar e habitar as cidades.
A abertura oficial foi antecedida pela inauguração da exposição fotográfica “Asas Urbanas”, do fotógrafo Adelium Castelo, que integra a programação artística do festival.
Fast Food
Gerilson Insrael derrete com a voz de Lukie
Depois de ter sido alvo de críticas e debates nas redes sociais por questionar a falta de espaço para artistas moçambicanos em Angola, a cantora moçambicana Lukie parece estar agora a viver uma nova fase da sua relação com o mercado angolano.
A artista encontra-se em Luanda, onde tem participado em entrevistas, espectáculos e encontros ligados à música.
Segundo informações que circulam nas plataformas digitais, Lukie deverá gravar uma música ao lado do cantor angolano Gerilson Insrael, um dos maiores nomes da música naquele país.
A possível colaboração surge semanas depois do desabafo da cantora sobre a pouca valorização de artistas moçambicanos em Angola, mostrando uma reviravolta positiva e abrindo espaço para novas pontes musicais entre os dois países.