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“Nós nem pedimos muito, só queríamos ter o mínimo, no mínimo” – Kiba The Seven
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O rapper moçambicano Kiba The Seven lançou recentemente a música Mínimo, que aborda com intensidade o actual ambiente sociopolítico do país.
Em seus versos, Kiba revela a frustração e os desafios enfrentados pelos moçambicanos, destacando a luta por condições de vida básicas, que ele define como “o mínimo.” Com críticas incisivas, o artista questiona temas como salários baixos, falta de condições nos hospitais e a segurança pública, pedindo por empatia e ações concretas dos líderes.
A letra de Mínimo assume a voz da juventude e dos cidadãos que enfrentam dificuldades diárias e anseiam por mudanças significativas no país. Em trechos como “Será que quando chove tu não molhas nessa chuva?,” Kiba confronta a desconexão entre a realidade do povo e a postura dos governantes, enfatizando que a melhoria das condições de vida beneficia a todos.
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“A música alimenta-me e mantém-me jovem”, Mingas
Em roda de conversa na Fundação Fernando Leite Couto, ocorrida no ano passado, a cantora Mingas revelou que um dos segredos da sua juventude está na música.
Para a cantora, a música é muito mais do que entretenimento ou uma profissão; é a força vital que a mantém “viva” e ligada ao público.
“Alimenta-me bastante perceber que a música toca muitas pessoas”, revelou.
Mas, nem tudo tem sido um mar de rosas; houve momentos em que a cantora pensou em desistir da música, pelas incertezas da sustentabilidade.
“Há vezes (que) começa a perguntar: será que vou conseguir alimentar-me a mim e à minha família por mais uns tempos?”, conta.
A cantora revela que só se manteve pelas pessoas que sempre se aproximaram e mostraram o impacto das suas composições nas suas vidas.
Elisa Domingas Salatiel Jamisse, ou simplesmente Mingas, é autora de sucessos como Mamana, Nwêti, A Va Saty Va Lomu.
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Embaixada da Alemanha apresenta “O Grande Golpe do Leste”
A Embaixada da Alemanha exibe em Maputo, no dia 6 de Maio, às 19h00, o filme “O Grande Golpe do Leste / Zwei zu Eins”, no âmbito da 23ª edição do Festival do Filme Europeu, numa iniciativa que integra a programação do evento e promove o cinema europeu em Moçambique.
O filme retrata o período da reunificação alemã, quando um grupo de amigos descobre uma grande quantidade de moeda da antiga Alemanha Oriental, que entretanto perdeu o seu valor. Perante a situação, os protagonistas elaboram um plano para transformar o dinheiro “inútil”, num enredo que mistura humor e sensibilidade.
A obra aborda um momento de profundas mudanças históricas, recuperando memórias da antiga RDA e refletindo sobre os impactos sociais e emocionais da reunificação alemã.
A exibição terá lugar no Centro Cultural Franco-Moçambicano, com entrada gratuita e legendas em português, permitindo maior acesso ao público moçambicano.
Com esta iniciativa, a Embaixada da Alemanha reforça a promoção da cultura e do cinema europeu no país, no âmbito de um festival que continua a aproximar diferentes realidades através da sétima arte.
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Twenty Fingers integra “Legacy”, o álbum de despedida de Nelson Freitas
O músico cabo-verdiano Nelson Freitas lançou, neste mês, “Legacy”, o seu mais recente e último álbum de estúdio, no qual integra o moçambicano Twenty Fingers.
Neste que é o oitavo projecto de estúdio do músico, a colaboração com o artista moçambicano surge na faixa 10, “Só Sodadi”, cujo lançamento ocorreu antes da finalização de “Legacy”.
“Só Sodadi” celebra o amor intenso entre casais, que se traduz em saudade sempre que a distância impera. Já o álbum constitui uma celebração do percurso artístico de Nelson Freitas, numa viagem musical que atravessa culturas, gerações e geografias.