Cultura
Neide Sigaúque vence Moz Slam 2023
- Share
- Tweet /var/www/wptbox/wp-content/plugins/mvp-social-buttons/mvp-social-buttons.php on line 67
https://xigubo.com/wp-content/uploads/2023/11/Neide-Sigauque-e1700587090177-1000x600.jpg&description=Neide Sigaúque vence Moz Slam 2023', 'pinterestShare', 'width=750,height=350'); return false;" title="Pin This Post">
A poetisa e activista social moçambicana Neide Sigaúque conquistou recentemente o título de campeã no Moz Slam 2023, Campeonato Moçambicano de Poesia Falada, realizado na cidade de Maputo.
Tudo aconteceu em uma noite de intensidade poética e talento inigualável, a quinta edição do evento, onde Neide, destacou-se não apenas pela sua eloquência, mas pela capacidade de transmitir emoção e reflexão através de suas palavras.
O evento reuniu finalistas de Maputo, representados por Elton Chone, Luís Ventura, Túlio Muchanga, Calvino Gove, além da própria Neide Sigaúque e Natacha Socre. De Quelimane, nomes como Assane Ramadane, Guerra M. Guerra, Nicolau de Jesus, Lasmim Caminho, Fernando Sozinho e Pereira Tomé que elevaram o nível da competição, apresentando uma diversidade de estilos, temas e paixão pela poesia.
Com uma mistura de ritmos, temas sociais e uma narrativa poética única, o Moz Slam 2023 não apenas celebrou a arte da palavra falada, mas também evidenciou o poder da poesia como uma ferramenta de expressão cultural e social em Moçambique. A vitória de Neide Sigaúque não apenas a consagrou como a melhor poeta do evento, mas também reforçou o papel da poesia como uma voz poderosa na sociedade contemporânea.
Por ter ocupado a primeira posição, Neide, carrega agora consigo, a responsabilidade de representar o país no mundial da poesia que terá lugar na França e no campeonato africano de poesia que terá lugar no Togo.
Cultura
Xigubo pode tornar-se Património Cultural da Humanidade
A dança Xigubo poderá vir a integrar a Lista Representativa do Património Cultural Imaterial da Humanidade da UNESCO.
A possibilidade de reconhecimento ganha impulso depois de os ministros da Cultura da CPLP, reunidos em Díli, Timor-Leste, terem decidido apoiar a inscrição das candidaturas de Angola, com o semba, e de Moçambique, com o Xigubo, na Lista do Património Cultural Imaterial da Humanidade.
A decisão foi tomada durante a XIV Reunião de Ministros da Cultura da organização, realizada a 5 de Maio, sob o tema “Salvaguarda da Herança Cultural na Promoção da Identidade e Cidadania na CPLP”.
O Xigubo é uma dança guerreira, praticada sobretudo no sul de Moçambique, com forte presença nas províncias de Maputo e Gaza.
A sua apresentação é marcada por filas de dançarinos, movimentos vigorosos, tambores, trajes adornados com peles e plumas, bem como escudos e bastões, numa encenação que remete para a preparação, defesa e celebração guerreira.
Cultura
Belarmino Lovane lança livro sobre cultura e desenvolvimento urbano sustentável
O académico e investigador moçambicano Belarmino A. Lovane lançou, esta quarta-feira, 6 de Maio de 2026, a obra “A Cultura e o Desenvolvimento Sustentável das Cidades e Municípios”, um livro prefaciado pelo Presidente da República, Daniel Francisco Chapo. A publicação propõe uma reflexão sobre o papel da cultura na construção de cidades mais sustentáveis e na melhoria da governação local em Moçambique.
Na obra, o autor defende que a cultura deve ser encarada como um instrumento estratégico para o desenvolvimento urbano, podendo contribuir para o fortalecimento da coesão social, dinamização da economia local e criação de municípios mais inclusivos e resilientes. Belarmino Lovane é doutorando na Universidade dos Açores, em Portugal, onde desenvolve investigação nas áreas de cultura, comunicação e desenvolvimento local.
Cultura
Hipólito Sengulane defende ensino da arte com lançamento de novo livro
O autor moçambicano Hipólito Sengulane lançou recentemente a obra “A Evolução da Arte e a História de Moçambique”, um livro que propõe uma reflexão sobre o desenvolvimento da arte no país e a necessidade da sua valorização no sistema nacional de ensino. A publicação destaca o papel da arte na construção da identidade cultural moçambicana e na preservação da memória colectiva.
Na obra, o autor defende a inclusão do estudo da arte nos currículos escolares, considerando que o contacto com as expressões culturais desde cedo pode contribuir para o fortalecimento da educação e da valorização do património nacional. Para além do seu carácter académico, o livro pretende servir como material de apoio para artistas, estudantes e investigadores interessados na riqueza e diversidade da produção artística em Moçambique.