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“Não existe indústria da moda em Moçambique” – King Levi
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O consultor de moda moçambicano King Levi, fez uma análise crítica sobre os desafios enfrentados pela moda no país, destacando a falta de uma estrutura organizacional como o maior obstáculo.
Segundo ele citado pela revista Ndzila, Moçambique ainda não possui uma indústria de moda devidamente organizada, o que dificulta o crescimento e a profissionalização do setor.
Para Levi, a solução passa por ampliar o acesso a materiais de qualidade, investir em educação especializada e fomentar o apoio financeiro tanto do governo quanto do setor privado. O consultor defende que, sem esses elementos, a moda moçambicana continuará a enfrentar dificuldades para competir no cenário internacional.
Entre as medidas que poderiam transformar o setor, aponta a reativação das fábricas têxteis no país e a criação de uma universidade especializada em moda. Essas iniciativas, segundo Levi, são essenciais para que Moçambique conquiste reconhecimento global e desenvolva uma indústria sustentável e competitiva.
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“Não se iludam com a vida da internet”- Txiobullet
O humorista moçambicano Txiobullet usou as suas redes sociais recentemente, para deixar uma mensagem de reflexão aos seguidores, alertando para os perigos das comparações feitas a partir das redes sociais.
O artista escreveu que as pessoas não devem se iludir nem se sentir inferiores com base na vida que outros aparentam viver no mundo digital, sublinhando que nem tudo o que se vê online corresponde à realidade.
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Kadabra não concorda com a aposentadoria de Reinildo Mandava
O rapper Kadabra MC voltou a agitar as redes sociais esta semana ao comentar a recente decisão dos históricos jogadores Dominguez, Mexer e Reinildo Mandava de encerrarem os seus ciclos na Selecção Nacional de Moçambique, os Mambas, após a participação no Campeonato Africano das Nações (CAN) Marrocos 2025.
Embora Kadabra tenha reconhecido que Domingues e Mexer “podem descansar”, mostrando respeito por essas carreiras, ele deixou claro que vê a situação de Reinildo como diferente, sugerindo que este ainda tem muito a oferecer e que o país ainda deveria querer a sua continuidade no futebol nacional.
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Crise financeira mata Festival Mafalala aos poucos
A falta de financiamento inviabilizou a realização do Festival Mafalala em 2025, uma das mais importantes iniciativas culturais da cidade de Maputo.
De acordo com informações avançadas pelo Jornal Notícias, a escassez de fundos e as dificuldades na obtenção de patrocínios impediram a concretização do evento, que tradicionalmente decorre no mês de Novembro e celebra o património histórico, social e cultural do bairro da Mafalala.
O director do Museu Mafalala, Ivan Laranjeira, segundo escreve o Notícias, explicou que o festival depende maioritariamente de financiamentos externos, sobretudo internacionais, e que os valores disponíveis não foram suficientes para cobrir os custos necessários para a sua realização.
Segundo Laranjeira, por se tratar de uma actividade comunitária e sem fins lucrativos, torna-se cada vez mais difícil convencer potenciais financiadores, num contexto marcado pela crise económica e pela redução do apoio às iniciativas culturais.
Apesar do cancelamento em 2025, a organização mantém a esperança de retomar o festival em edições futuras, por considerar que o Mafalala desempenha um papel fundamental na valorização da cultura local, na promoção da identidade nacional e na criação de oportunidades para artistas e comunidades.