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“Não existe indústria da moda em Moçambique” – King Levi
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O consultor de moda moçambicano King Levi, fez uma análise crítica sobre os desafios enfrentados pela moda no país, destacando a falta de uma estrutura organizacional como o maior obstáculo.
Segundo ele citado pela revista Ndzila, Moçambique ainda não possui uma indústria de moda devidamente organizada, o que dificulta o crescimento e a profissionalização do setor.
Para Levi, a solução passa por ampliar o acesso a materiais de qualidade, investir em educação especializada e fomentar o apoio financeiro tanto do governo quanto do setor privado. O consultor defende que, sem esses elementos, a moda moçambicana continuará a enfrentar dificuldades para competir no cenário internacional.
Entre as medidas que poderiam transformar o setor, aponta a reativação das fábricas têxteis no país e a criação de uma universidade especializada em moda. Essas iniciativas, segundo Levi, são essenciais para que Moçambique conquiste reconhecimento global e desenvolva uma indústria sustentável e competitiva.
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Euridse Jeque lança comunidade para apoiar mulheres
A cantora moçambicana Euridse Jeque anunciou, através das suas redes sociais, o lançamento oficial da comunidade Mulheres Crescem Juntas, uma iniciativa criada para conectar mulheres interessadas em empreender, aprender, partilhar experiências e crescer juntas.
Segundo a artista, o projecto nasce com o propósito de criar um espaço onde mulheres possam apoiar-se mutuamente e encontrar novas oportunidades de desenvolvimento pessoal e profissional.
De acordo com Euridse Jeque, a comunidade pretende funcionar como um ambiente de colaboração, inspiração e crescimento, incentivando a união entre mulheres como forma de abrir portas e criar novas possibilidades.
A cantora destacou ainda que acredita no poder da união feminina e convidou todas as interessadas a juntarem-se à iniciativa, reforçando a ideia de que quando as mulheres se apoiam, novas oportunidades surgem.
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Hot Blaze prepara a “A Última Sessão de Terapia” para os apaixonados
O músico moçambicano Hot Blaze, anunciou a capa oficial do seu quinto álbum intitulado “A Última Sessão de Terapia”, usando as suas redes sociais.
A publicação trouxe mais do que uma novidade, Blaze revelou que no inicio da sua carreira a solo em 2017 e que, sempre foi movido pelo desejo de estar entre os melhores do panorama musical moçambicano.
Segundo o cantor, o novo trabalho promete trazer “o melhor de si”, reunindo histórias inspiradas em experiências pessoais e relatos de pessoas próximas.
O álbum deverá contar com mais de 20 faixas, explorando sonoridades como R&B, Kizomba, Afro vibes e Pandza, com produção de vários talentos nacionais.
O projecto foi gravado nos estúdios da CSV Agência, com mix e master a cargo de DJ Bavy e Marcelo Lopez, e tem lançamento oficial marcado para 25 de abril de 2026.
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Nikotina deixa Hernâni de fora entre os criativos do rap
O rapper moçambicano Nikotina KF publicou a sua lista das “10 melhores composições criativas de sempre no Rap Moçambicano”, na qual surpreendentemente não incluiu Hernâni da Silva, considerado por muitos um dos grandes talentos da geração.
Entre as faixas destacadas estão clássicos como Labirintos de Azagaia, 4 Estações de Iveth e Dinheiro do Povo de Izlo H, bem como a própria contribuição de Nikotina, Artigo 51.
A lista, segundo Nikotina, reflete apenas a sua “humilde opinião de amante do Rap Moçambicano” e não pretende desvalorizar outros artistas.
Ainda assim, a ausência de Hernâni deixou fãs divididos, reacendendo debates sobre criatividade, influência e reconhecimento dentro do panorama do rap nacional.