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“Não existe indústria da moda em Moçambique” – King Levi

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O consultor de moda moçambicano King Levi, fez uma análise crítica sobre os desafios enfrentados pela moda no país, destacando a falta de uma estrutura organizacional como o maior obstáculo.

Segundo ele citado pela revista Ndzila, Moçambique ainda não possui uma indústria de moda devidamente organizada, o que dificulta o crescimento e a profissionalização do setor.

Para Levi, a solução passa por ampliar o acesso a materiais de qualidade, investir em educação especializada e fomentar o apoio financeiro tanto do governo quanto do setor privado. O consultor defende que, sem esses elementos, a moda moçambicana continuará a enfrentar dificuldades para competir no cenário internacional.

Entre as medidas que poderiam transformar o setor, aponta a reativação das fábricas têxteis no país e a criação de uma universidade especializada em moda. Essas iniciativas, segundo Levi, são essenciais para que Moçambique conquiste reconhecimento global e desenvolva uma indústria sustentável e competitiva.

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Summeya Gafur lança livro sobre educação emocional

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A académica moçambicana Summeya Gafur lançou, hoje 2 de Março, na cidade de Maputo, o livro “Educar com Emoção – Práticas Pedagógicas com Inteligência Emocional”, numa cerimónia que contou com a apresentação do investigador Sérgio Langa e comentários do académico Maomede Naguib, bem como do psicólogo clínico Rómulo Mutemba.

A obra propõe uma reflexão sobre o papel da inteligência emocional no contexto educativo, estando estruturada em torno de quatro pilares essenciais: autoconhecimento, autogestão, empatia e gestão das relações. Ao longo da apresentação, foi destacado o carácter prático do livro, que reúne ferramentas e exercícios ajustados à realidade moçambicana, mantendo, contudo, relevância em outros contextos.

Baseando-se em contribuições teóricas de autores como António Damásio e Daniel Goleman, a autora conjuga o saber científico com experiências vividas por professores que, mesmo perante limitações, procuram desenvolver práticas pedagógicas mais humanas e inclusivas.

Mais do que um simples manual, Educar com Emoção foi apresentado como um instrumento de transformação, incentivando a integração das emoções no processo de ensino-aprendizagem, a valorização do erro enquanto oportunidade de crescimento e o fortalecimento das relações no espaço educativo.

Dirigido a professores, formadores e gestores escolares, o livro reforça a necessidade de uma abordagem educativa centrada no desenvolvimento integral do indivíduo, sublinhando que, mesmo em contextos adversos, é possível alcançar resultados significativos através de práticas comprometidas e humanizadas.

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Revelada a lista dos selecionados para o Festival Internacional de Teatro

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A Associação Cultural Girassol anunciou a lista dos espetáculos seleccionados para a 22.ª edição do Festival Internacional Teatro de Inverno, após um processo de candidatura que reuniu mais de 70 propostas provenientes de diversos países.

Deste universo, a equipa de curadoria escolheu 24 espetáculos para integrar a programação geral e outros 8 para a programação paralela, designada FITI Estudante, voltada à formação e envolvimento de estudantes das artes.

A próxima edição do festival, a 26.ª, está agendada para decorrer de 28 de Maio a 06 de Junho de 2026, na cidade de Maputo.

O evento promete uma programação diversificada, que inclui apresentações teatrais, debates, masterclasses e outras actividades culturais, a terem lugar tanto em palcos convencionais como em espaços alternativos, abrangendo zonas urbanas e peri-urbanas da capital moçambicana.

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Conheça os artistas que vão representar Moçambique no Festival Makoti

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Os artistas moçambicanos Liloca, Dj Dilson e o Grupo Zore, foram seleccionados para representar o país na 5.ª edição do Festival Makoti, a realizar-se a 2 de Maio, em Eswatini.

O festival faz parte do projecto Triland, que promove o turismo e a cultura na África Austral, envolvendo Moçambique, África do Sul e Eswatini. O evento tem como objectivo valorizar artistas nacionais, reforçar o papel da cultura no empreendedorismo, no empoderamento da mulher e na prevenção da violência baseada no género.

Entre os nomes já confirmados está um grupo tradicional do distrito de Jangamo, em Inhambane, formado por cerca de 20 mulheres. A apresentação do grupo pretende mostrar manifestações culturais locais e integrar expressões artísticas de diferentes regiões do país.

O cartaz inclui ainda músicos populares e três DJ’s de destaque no panorama urbano moçambicano.

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