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Mr. Bow revela-se um “lambe-botas” de Chapo
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O músico moçambicano Mr. Bow, que recentemente afirmou não apoiar nenhum partido político e não possuir contrato de exclusividade com qualquer sigla, agora enfrenta críticas após o ressurgimento de uma publicação antiga que parece contradizer sua declaração.
Na última semana, em uma entrevista ao programa Show do Fred, Mr. Bow assegurou que sua participação em eventos políticos é apenas uma forma de “ganhar o pão” e que não possui afiliações formais ou contratos com partidos.
No entanto, um post anterior veio à tona nas redes sociais, onde Mr. Bow teria afirmado explicitamente seu apoio a Daniel Chapo, candidato à presidência pelo partido FRELIMO. Em suas próprias palavras, ele declarou: “Se apoiar a ele é lamber botas, vou lamber até ele ganhar.”
A revelação desse post pôs em cheque a sinceridade do músico, deixando o público dividido. Enquanto alguns questionam a honestidade de Mr. Bow, outros sugerem que suas declarações refletem as pressões e desafios enfrentados por figuras públicas em tempos de campanha eleitoral.
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Kadabra não concorda com a aposentadoria de Reinildo Mandava
O rapper Kadabra MC voltou a agitar as redes sociais esta semana ao comentar a recente decisão dos históricos jogadores Dominguez, Mexer e Reinildo Mandava de encerrarem os seus ciclos na Selecção Nacional de Moçambique, os Mambas, após a participação no Campeonato Africano das Nações (CAN) Marrocos 2025.
Embora Kadabra tenha reconhecido que Domingues e Mexer “podem descansar”, mostrando respeito por essas carreiras, ele deixou claro que vê a situação de Reinildo como diferente, sugerindo que este ainda tem muito a oferecer e que o país ainda deveria querer a sua continuidade no futebol nacional.
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Crise financeira mata Festival Mafalala aos poucos
A falta de financiamento inviabilizou a realização do Festival Mafalala em 2025, uma das mais importantes iniciativas culturais da cidade de Maputo.
De acordo com informações avançadas pelo Jornal Notícias, a escassez de fundos e as dificuldades na obtenção de patrocínios impediram a concretização do evento, que tradicionalmente decorre no mês de Novembro e celebra o património histórico, social e cultural do bairro da Mafalala.
O director do Museu Mafalala, Ivan Laranjeira, segundo escreve o Notícias, explicou que o festival depende maioritariamente de financiamentos externos, sobretudo internacionais, e que os valores disponíveis não foram suficientes para cobrir os custos necessários para a sua realização.
Segundo Laranjeira, por se tratar de uma actividade comunitária e sem fins lucrativos, torna-se cada vez mais difícil convencer potenciais financiadores, num contexto marcado pela crise económica e pela redução do apoio às iniciativas culturais.
Apesar do cancelamento em 2025, a organização mantém a esperança de retomar o festival em edições futuras, por considerar que o Mafalala desempenha um papel fundamental na valorização da cultura local, na promoção da identidade nacional e na criação de oportunidades para artistas e comunidades.
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“Para dar certo na internet é preciso não ter vergonha” – Maxh
O criador de conteúdos digitais Maxh reagiu recentemente a um vídeo do seu colega Sette Seves, no qual este abordava a importância da persistência no mundo digital, mesmo em situações em que o criador acaba por “passar vergonha”.
No vídeo, Seves citava o exemplo de Young Ricardo que, durante a passagem do streamer americano Speed, foi barrado pelos seguranças e não conseguiu interagir, destacando que o sucesso na internet muitas vezes surge depois de fases marcadas por muita vergonha.
Ao concordar com a linha de pensamento de Sette Seves, Maxh defendeu que, para quem deseja alcançar o sucesso na internet, é fundamental eliminar a palavra “vergonha” do vocabulário.
Segundo o criador de conteúdos, quando se deixa o medo de lado, o percurso torna-se mais firme e assertivo, o que aumenta significativamente as hipóteses de dar certo. Para Maxh, quem hoje é visto como alguém que “passa vergonha”, amanhã pode facilmente ser reconhecido como um verdadeiro visionário.