Fast Food
Moçambique é o país africano com mais concorrentes ao prémio Oceanos
- Share
- Tweet /var/www/wptbox/wp-content/plugins/mvp-social-buttons/mvp-social-buttons.php on line 67
https://xigubo.com/wp-content/uploads/2022/05/Melhores-livros.jpg&description=Moçambique é o país africano com mais concorrentes ao prémio Oceanos ', 'pinterestShare', 'width=750,height=350'); return false;" title="Pin This Post">
Moçambique, conta com 31 livros a concorrer para o Prémio Oceanos, tornando-se no país africano com mais obras inscritas, num dos maiores e relevantes concursos de literatura da língua portuguesa.
O galardão é avaliado em 250 mil reais brasileiros (3.311.028,06 meticais), sendo 120 mil (1.589.293,47 meticais) para o primeiro colocado, 80 mil (1.059.528,98 meticais) para o segundo e 50 mil (662.205,61 meticais) para o terceiro.
Segundo escreveu o Notícias, esta é a edição com participação da África Lusófona mais expressiva, com 121 por cento a mais do que a anterior. No total, foram recebidos 62 livros de autores de Angola (18), Cabo Verde (oito), Guiné-Bissau (três) e São Tomé e Príncipe (dois). Concorrem 2452 escritores de 17 nacionalidades, com obras publicadas em mais três países, nomeadamente Brasil, Portugal e Estados Unidos.
Dentre os gêneros literários avaliados, a poesia, com 1130 livros, teve o maior número de inscrições, seguido de romances com 743, contos com 372, crónicas com 156 e drama com 51.
O júri é composto por 120 escritores, poetas, professores e ensaístas de sete países, entre eles os moçambicanos Teresa Manjate, escritora e pesquisadora, Elídio Nhamona e Artur Minzo, professores. O Oceanos-Prêmio de Literatura em Língua Portuguesa é considerado um dos prêmios literários mais importantes entre os países de língua portuguesa.
Fast Food
Gilberto Mendes anuncia Gungu Cinema e reflecte sobre a morte da cultura
O actor e empresário cultural Gilberto Mendes anunciou uma resposta concreta para a valorização da sétima arte em Moçambique: o Gungu Cinema.
O anúncio surge na sequência do encerramento temporária da Nu Metro, a última sala de cinema em actividade em Maputo, depois de vários internautas terem apelado a Mendes para avançar com a criação de um cinema.
A resposta do actor foi acompanhada por uma reflexão sobre o estado da cultura moçambicana, na qual defende que o declínio cultural começou muito antes da actual situação das salas de exibição.
Mendes recorda o desaparecimento gradual de bandas, a redução da actividade teatral, o enfraquecimento de instituições culturais, como a Companhia Nacional de Canto e Dança, o desaparecimento de salas de cinema e o afastamento da literatura do quotidiano dos moçambicanos.
Para Gilberto Mendes, a cultura deixou de ser encarada como um bem essencial para a formação da sociedade e, como consequência, surgiram problemas como a perda de civismo, o empobrecimento do debate público, a degradação do uso da língua portuguesa e a crescente valorização de conteúdos superficiais nas plataformas digitais.
Com o Gungu Cinema, Gilberto Mendes poderá ampliar a sua contribuição para a preservação e promoção da cultura cinematográfica nacional, num momento em que a discussão sobre o futuro das salas de cinema ganha força no país.
Fast Food
Roland acusa Mr. Arsen de destruir Projecto Mabulu e desviar fundos destinados ao tratamento de Chonyl
Roland Hohberg fez uma acusação contra Mr. Arsen, afirmando que este terá influenciado direcrtamente a destruição do Projecto Mabulu e de ter alegadamente desviado fundos destinados ao tratamento da falecida Chonyl.
Numa publicação divulgada nas redes sociais, Roland afirma que, depois de alegadamente comprometer o Projecto Mabulu, Mr. Arsen terá incitado Dilon Djindji contra si para obter financiamento da Vodacom.
Acrescenta ainda que, segundo testemunhos de familiares de Chonyl, o visado terá desviado dinheiro que deveria ser utilizado no tratamento da artista.
Na mesma publicação, Roland refere que acreditava que Mr. Arsen estivesse definitivamente dedicado ao islamismo, como Yassin Hassan, seu nome nesta religião, mas afirma que este voltou à esfera pública, desta vez alegadamente em apoio à Frelimo, classificando a situação como um “Back to the Roots”
Fast Food
Konfuzo 412 e Yadah Angel lançam “Come over”
O rapper moçambicano Konfuzo 412 ao lado da cantora Yadah Angel disponibilizou nas plataformas digitais no dia de hoje, 31 de Julho o seu mais recente single, “Came Over”.
O trabalho “Come over” que em Português significa, vem aqui, é uma música que explora os sentimentos de paixão, entrega e cumplicidade entre duas pessoas que desejam estar juntas para viver o seu amor ao máximo.