Fast Food
Mia Couto: Ninguém pode se declarar vencedor sem que haja um processo limpo de contagem de votos
- Share
- Tweet /var/www/wptbox/wp-content/plugins/mvp-social-buttons/mvp-social-buttons.php on line 67
https://xigubo.com/wp-content/uploads/2023/04/911DDC57-DAD7-4A5C-836D-7B604BD0845C.jpeg&description=Mia Couto: Ninguém pode se declarar vencedor sem que haja um processo limpo de contagem de votos', 'pinterestShare', 'width=750,height=350'); return false;" title="Pin This Post">
O escritor moçambicano Mia Couto manifestou preocupações sobre as recentes eleições em Moçambique, alegando suspeitas de fraude no processo. Em entrevista à Globo, enfatizou que “ninguém pode se declarar vencedor sem que haja um processo limpo de contagem de votos, legitimado pela sociedade civil”.
Mia revelou também que tem recebido “ameaças veladas” e que foi pressionado a apoiar Mondlane, algo que afirmou categoricamente não fazer. Apesar das advertências de sua própria família para evitar o tema, o escritor declarou: “Minha família me pediu para não falar disso, mas não posso ser censurado pelo medo”.
Antes da entrevista, Mia Couto assistiu a um vídeo contendo ameaças explícitas direcionadas ao escritor angolano José Eduardo Agualusa, seu amigo próximo e colaborador. Agualusa, que reside em Moçambique, compartilha com Mia uma longa parceria criativa, incluindo a peça “A Caixa Preta”, que serviu de base para a animação “Nayola, em busca de minha ancestralidade”, com estreia marcada para o dia 21.
Fast Food
Bruno The Goat prepara “Yukan Deluxe”
O rapper moçambicano Bruno The Goat prepara-se para dar um novo capítulo à sua trajectória musical com o anúncio de “Yukan Deluxe”, uma extensão do projecto original que marcou uma viragem na sua carreira.
O lançamento da versão deluxe está previsto para a última semana de Abril, prometendo aprofundar a narrativa artística que conquistou o público.
Lançado inicialmente em 2025, Yukan nasceu de uma fase íntima e transformadora da vida do artista. Inspirado pela experiência de se tornar pai, o projecto foi concebido como um tributo ao seu filho, carregando uma forte componente emocional e simbólica.
O próprio nome “Yukan” remete à ideia de força e coragem, funcionando também como um jogo de palavras com “You Can” (Tu podes), mensagem central do álbum.

O processo criativo surgiu de forma espontânea em estúdio, quando Bruno percebeu que tinha em mãos algo maior do que simples gravações soltas, decidindo então estruturar um corpo de trabalho mais profundo e pessoal.
Agora, com a chegada de Yukan Deluxe, o artista pretende expandir esse universo sonoro, trazendo novas faixas e colaborações, como já sugere a tracklist divulgada.
A nova edição surge como uma continuidade natural de um projecto que revelou um Bruno mais vulnerável, autêntico e ousado, consolidando o seu posicionamento na nova geração do hip-hop moçambicano. A expectativa é que esta versão reforce ainda mais a ligação emocional com os fãs, mantendo viva a essência que deu origem ao projecto.
Fast Food
Ordem dos Advogados: D-lon e Nelson Nhachungue disputam cargos em listas diferentes
Ontem membros do mesmo grupo (Elex), e hoje compadres, os artistas moçambicanos D-Lon e Nelson Nahchungue disputam a cargos na,Ordem dos Advogados, mas em listas diferentes.
Nelson Nahchungue integra a Lista B, liderada por Pedro Macringue, onde concorre ao cargo de Presidente do Conselho Provincial da Cidade de Maputo; já D-Lon, faz parte da Lista C, encabeçada por Samuel Lhavanguana, sendo candidato suplente ao Conselho Nacional.
As eleições da Ordem dos Advogados de Moçambique (OAM) estão marcadas para o próximo dia 25 de Abril.
Fast Food
Edson Macuácua lança segunda edição do livro “Direito Económico”
O académico e político Edson Macuácua lançou na cidade de Maputo a segunda edição do livro “Direito Económico”, publicado pela Escolar Editora.
A obra aborda questões ligadas à economia moçambicana e discute o papel do Estado na intervenção económica, incluindo os seus limites, instrumentos e responsabilidades no sector empresarial.
Durante o lançamento, o autor defendeu a necessidade de aprofundar o estudo do Direito Económico na academia, sublinhando que esta área ainda é pouco compreendida e muitas vezes confundida com outras disciplinas como o direito comercial e financeiro.
Com mais de quatrocentas páginas, o livro propõe uma reflexão sobre justiça económica e inclusão social, sendo apresentado como um instrumento de análise e debate sobre os desafios económicos do país.