Fast Food
Mia Couto: Ninguém pode se declarar vencedor sem que haja um processo limpo de contagem de votos
- Share
- Tweet /var/www/wptbox/wp-content/plugins/mvp-social-buttons/mvp-social-buttons.php on line 67
https://xigubo.com/wp-content/uploads/2023/04/911DDC57-DAD7-4A5C-836D-7B604BD0845C.jpeg&description=Mia Couto: Ninguém pode se declarar vencedor sem que haja um processo limpo de contagem de votos', 'pinterestShare', 'width=750,height=350'); return false;" title="Pin This Post">
O escritor moçambicano Mia Couto manifestou preocupações sobre as recentes eleições em Moçambique, alegando suspeitas de fraude no processo. Em entrevista à Globo, enfatizou que “ninguém pode se declarar vencedor sem que haja um processo limpo de contagem de votos, legitimado pela sociedade civil”.
Mia revelou também que tem recebido “ameaças veladas” e que foi pressionado a apoiar Mondlane, algo que afirmou categoricamente não fazer. Apesar das advertências de sua própria família para evitar o tema, o escritor declarou: “Minha família me pediu para não falar disso, mas não posso ser censurado pelo medo”.
Antes da entrevista, Mia Couto assistiu a um vídeo contendo ameaças explícitas direcionadas ao escritor angolano José Eduardo Agualusa, seu amigo próximo e colaborador. Agualusa, que reside em Moçambique, compartilha com Mia uma longa parceria criativa, incluindo a peça “A Caixa Preta”, que serviu de base para a animação “Nayola, em busca de minha ancestralidade”, com estreia marcada para o dia 21.
Fast Food
DJ Júnior orgulha-se por ter aldrabado a Vidisco
O DJ moçambicano Júnior partilhou, recentemente, um trecho da sua participação no Acácia Podcast, onde fala sobre a sua trajectória artística.
Segundo relata, o falecido Bang terá fechado, na altura, um contrato avaliado em 15 milhões. Ao chegar ao local, Júnior percebeu que a pessoa responsável pela entrega do dinheiro estava baralhada e acabou por aproveitar-se da situação para lucrar.
Júnior conta ainda que existiam dois montantes, um maior e outro menor. O valor mais baixo seria o destinado a ele, mas, devido ao engano, recebeu a quantia mais elevada e decidiu não devolvê-la.
Fast Food
Sobre chapas: “Pensavam que íamos sofrer, mas nós temos Chapo” — Nelson Tivane
O músico moçambicano Nelson Tivane marcou presença na cerimónia de entrega de 200 autocarros destinados a minimizar os desafios do transporte público no país, numa altura em que Moçambique atravessa um momento sensível no sector dos chapas.
O evento reuniu várias figuras públicas e membros do Governo, num esforço de reforçar a mobilidade urbana e melhorar as condições de transporte para os cidadãos.
Durante a cerimónia, Nelson Tivane protagonizou um momento que chamou atenção do público ao adaptar a música “Mama’s Baby”, interpretada ao lado da artista sul-africana Makadzi.
Em XiChangana, o músico afirmou que “muitos pensavam que íamos sofrer, mas nós votámos no Chapo”, numa referência ao actual contexto social e político do país.
Fast Food
Denise Ivone participa do Africa Forward
A activista e influenciadora digital, moçambicana Denise Ivone participou recentemente no evento internacional Africa Forward, uma iniciativa de grande dimensão que reúne líderes, empreendedores, instituições e criadores de vários países africanos e europeus para debater soluções ligadas ao desenvolvimento sustentável, inovação e cooperação económica em África.
O encontro decorre em Nairobi, no Quénia, e destaca-se por promover novas parcerias e oportunidades entre diferentes sectores.
Durante a sua participação, Denise Ivone representou Moçambique num espaço marcado pelo diálogo e partilha de experiências, reforçando a importância da juventude na construção de um futuro mais inclusivo e inovador no continente.
O evento “Africa Forward” tem como objectivo impulsionar projectos concretos e fortalecer a ligação entre governos, empresas e sociedade civil para o desenvolvimento de África.