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Membros da 50 Killos desprezam rap feito pela Sameblood
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A rivalidade entre os grupos 50 Kilos e Sameblood ganhou novos capítulos após Black Masked, membro da 50 Killos, questionar abertamente o valor artístico dos rappers da Sameblood.
Durante o podcast Tu pra Tu, Black Masked insinuou que nenhum dos integrantes da Sameblood é capaz de competir com ele. A provocação foi seguida por Jay Arghh, que, em uma publicação no Facebook, afirmou que há uma luta interna na Sameblood para decidir quem poderia enfrentá-lo, mas agora questiona quem, de facto, teria essa capacidade.
As declarações demonstram o desprezo dos membros da 50 Killos pelo rap produzido pelos integrantes da Sameblood, porém deixaram claro que o grupo sempre será a favor da paz.
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Mr.Bow continua o “rei” da música moçambicana, diz Kadabra Mc
Conhecido pelas suas performances nas batalhas líricas e pelo freestyle “Toda gente sabe”, Kadabra MC não hesitou em afirmar que Mr. Bow continua a ser o verdadeiro ‘rei’ da música moçambicana.
Na sua análise, o rapper reconhece que Moçambique possui inúmeros artistas talentosos em diferentes géneros. No Hip Hop, por exemplo, destacou nomes como Hernâni da Silva, 16 Cenas e Júnior, pela sua capacidade de escrita e performance, sem deixar de mencionar Nikotina KF, que considera estar num nível “assustador”. Ainda assim, observa que grande parte do público continua a atribuir o título de “rei” do rap a Duas Caras.
Apesar dessas referências, Kadabra MC defende que o estatuto de “rei” vai muito além de técnica, flow ou qualidade musical. Para ele, o verdadeiro critério está na consistência, na bagagem construída ao longo dos anos, no posicionamento e na estrutura sólida dentro da indústria, fatores que, segundo afirma, colocam Mr. Bow num patamar único.
O rapper também reconheceu o bom momento de artistas como Twenty Fingers, Justino Ubakka e Nelson Tivane, elogiando o talento e impacto de cada um.
Num tom sincero, Kadabra MC fez questão de frisar que não tem interesses pessoais ao elogiar o artista.
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Alfredo Cunha expõe “Rostos da Imigração” em Portugal
A galeria da UCCLA, em Portugal, acolhe no próximo dia 23 de abril, às 18h30, a inauguração da exposição de fotografia “Rostos da Imigração”, da autoria do reconhecido fotojornalista Alfredo Cunha.
A mostra apresenta um olhar sensível e profundamente humano sobre as experiências de imigração em Portugal, com destaque para as comunidades lusófonas. Através de retratos marcantes, o autor revela histórias de identidade, pertença e diversidade, dando voz e rosto a quem constrói novos caminhos fora do seu país de origem.
Patente ao público até 20 de maio, a exposição poderá ser visitada de segunda a sexta-feira, entre as 10h00 e as 13h00, e das 14h00 às 18h00. A entrada é livre.
A iniciativa integra o ciclo de conferências “Desafios Atuais da Imigração Lusófona: Portugal e União Europeia”, promovido pela UCCLA em parceria com a Universidade de Lisboa, realizado em 2025.
Nascido em Celorico da Beira, Portugal, em 1953, Alfredo Cunha é um dos mais conceituados fotojornalistas portugueses, com uma carreira que se estende por mais de cinco décadas. Tornou-se amplamente conhecido pelas imagens icónicas da Revolução de 25 de Abril de 1974 e do processo de descolonização.
Ao longo do seu percurso, foi fotógrafo oficial dos Presidentes Ramalho Eanes e Mário Soares, tendo colaborado com publicações como Notícias da Amadora, O Século e Público, além da agência Lusa. Cobriu momentos históricos como a independência de Moçambique e a guerra colonial, tendo publicado dezenas de livros e realizado inúmeras exposições.
Entre as suas obras destacam-se “Os Rapazes dos Tanques” e várias antologias dedicadas à história contemporânea de Portugal. É Comendador da Ordem do Infante D. Henrique.
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Arone Bila lança projecto para resgatar jogos tradicionais moçambicanos
O educador e animador cultural moçambicano Arone Bila está a desenvolver um projecto que visa valorizar os jogos tradicionais de Moçambique, apostando na preservação do património cultural infantil.
A iniciativa inclui a criação do livro “Jogos e Festa Infantil em Moçambique” e de um baralho de cartas inspirado em brincadeiras tradicionais. O trabalho está a ser desenvolvido em parceria com a ilustradora Sandra Pidzura.
O projecto surge como resposta à escassez de materiais educativos voltados para os jogos tradicionais, numa altura em que os jogos electrónicos ocupam cada vez mais espaço no quotidiano das crianças.
Segundo Arone Bila, a ideia começou a ganhar forma há vários anos, ao identificar a necessidade de resgatar e ensinar estas brincadeiras tanto em contextos educativos como familiares, promovendo a cultura moçambicana junto das novas gerações.
Apesar dos avanços, o projecto enfrenta actualmente desafios financeiros, sobretudo para a fase de impressão. O autor procura parceiros e apoios que possam viabilizar o lançamento oficial da iniciativa.
Com este trabalho, Arone Bila pretende não só preservar tradições, mas também reforçar a identidade cultural das crianças moçambicanas através do brincar.