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Maya Ângela Macuácua e Geremias Mendoso vencem a quarta edição do Prémio Literário Fernando Leite Couto

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Maya ngela Macuácua e Geremias Mendoso vencem a quarta edição do Prémio Literário Fernando Leite Couto

Foram revelados no dia de ontem, os vencedores da quarta edição do Prémio Literário Fernando Leite Couto, onde Maya Macuacua com o livro de romance “Diamantes pretos em meio a cristais” ocupou a primeira posição, e Geremias Mendoso, com o livro de contos intitulado “Quando os mochos piam”.

Nas suas obras os autores, Maya, traz três épocas diferentes com personagem da mulher, enquanto que Mendoso, assume o papel de mensageiro que, através do seu choro, anuncia a morte de um parente ou de alguém próximo.

Nesta edição,dedicada à prosa, algo pouco assistido aconteceu, dois participantes partilharam o mesmo lugar, levando para casa o prémio ex-aequo. O júri desta edição, 2022, foi composto pela radialista Conceição Siueia, o jornalista José dos Remédios, a cátedra Conceição Siopa, e os escritores Francisco Noa e Albino Macuacua, que tiveram a decisão de selecionar os melhores, entre os 5 finalistas

Os dois vencedores deste concurso, vão dividir e encaixar em seus bolsos 150 mil Meticais, podendo também editar os textos submetidos no concurso e participar no Festival do Fólio, em Portugal.

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Neyma usa a Marrabenta para reforçar o aleitamento materno

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Teve início, a 1 de Agosto, a Semana Mundial do Aleitamento Materno. Para assinalar a efeméride, a cantora moçambicana Neyma recuperou a canção “Leite Materno”, reforçando a sensibilização da sociedade para a importância da amamentação.

A canção enquadra-se nas actividades que a cantora desenvolve enquanto embaixadora da UNICEF em Moçambique, cargo que exerce desde Novembro de 2014.

“O leite materno é precioso e é o melhor do mundo nos primeiros seis meses de vida do bebé”, reforça a artista na publicação.

A Semana Mundial do Aleitamento Materno decorre este ano sob o lema “Amamentação para um começo de vida sustentável: fortaleça o que funciona.”

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Gilberto Mendes anuncia Gungu Cinema e reflecte sobre a morte da cultura

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O actor e empresário cultural Gilberto Mendes anunciou uma resposta concreta para a valorização da sétima arte em Moçambique: o Gungu Cinema.

O anúncio surge na sequência do encerramento temporária da Nu Metro, a última sala de cinema em actividade em Maputo, depois de vários internautas terem apelado a Mendes para avançar com a criação de um cinema.

A resposta do actor foi acompanhada por uma reflexão sobre o estado da cultura moçambicana, na qual defende que o declínio cultural começou muito antes da actual situação das salas de exibição.

Mendes recorda o desaparecimento gradual de bandas, a redução da actividade teatral, o enfraquecimento de instituições culturais, como a Companhia Nacional de Canto e Dança, o desaparecimento de salas de cinema e o afastamento da literatura do quotidiano dos moçambicanos.

Para Gilberto Mendes, a cultura deixou de ser encarada como um bem essencial para a formação da sociedade e, como consequência, surgiram problemas como a perda de civismo, o empobrecimento do debate público, a degradação do uso da língua portuguesa e a crescente valorização de conteúdos superficiais nas plataformas digitais.

Com o Gungu Cinema, Gilberto Mendes poderá ampliar a sua contribuição para a preservação e promoção da cultura cinematográfica nacional, num momento em que a discussão sobre o futuro das salas de cinema ganha força no país.

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Roland acusa Mr. Arsen de destruir Projecto Mabulu e desviar fundos destinados ao tratamento de Chonyl

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Roland Hohberg fez uma acusação contra Mr. Arsen, afirmando que este terá influenciado direcrtamente a destruição do Projecto Mabulu e de ter alegadamente desviado fundos destinados ao tratamento da falecida Chonyl.

Numa publicação divulgada nas redes sociais, Roland afirma que, depois de alegadamente comprometer o Projecto Mabulu, Mr. Arsen terá incitado Dilon Djindji contra si para obter financiamento da Vodacom.

Acrescenta ainda que, segundo testemunhos de familiares de Chonyl, o visado terá desviado dinheiro que deveria ser utilizado no tratamento da artista.

Na mesma publicação, Roland refere que acreditava que Mr. Arsen estivesse definitivamente dedicado ao islamismo, como Yassin Hassan, seu nome nesta religião, mas afirma que este voltou à esfera pública, desta vez alegadamente em apoio à Frelimo, classificando a situação como um “Back to the Roots”

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