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Maria Chale dá toque “Made in Moz a Ipanema
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A criadora e artista visual Maria Chale tornou-se destaque recentemente ao trazer espirito moçambicano aos chinelos Ipanema, como forma de mostrar a sensibilidade e a essência cultural do país.
Conhecida por projectos de arte que exploram tradições e identidade moçambicana, Maria ganhou reconhecimento por exposições como “Ecos à Penumbra” e “Agente da Passiva”, reforçando a sua posição como uma das vozes criativas mais inovadoras da nova geração artística moçambicana.

O novo modelo de chinelo, divulgado pelas plataformas da Ipanema Moçambique, resulta de uma fusão estética inspirada em elementos simbólicos como o mussiro, a máscara Maconde e as paisagens que caracterizam o país.
A peça foi pensada como uma verdadeira celebração da cultura moçambicana um acessório que não é apenas moda, mas também um meio de expressar força, cor e alma em cada passo.
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Matilde Muocha lamenta morte da modelo Hanna Gizela
A Secretária de Estado das Artes e Cultura, Matilde Muocha, juntou-se às vozes que lamentam o desaparecimento físico de Hanna Gizela, manifestando publicamente a sua consternação perante a perda da modelo e apresentadora moçambicana.
Em nota divulgada nas redes sociais, a governante recordou-a como “uma miúda enérgica, cheia de ideias, criativa e com muita vontade de fazer”, descrevendo uma jovem que chegava constantemente com iniciativas e propostas, sempre curiosa e determinada.
“Fui apanhada de surpresa quando soube da morte da Ana”, escreveu Muocha, admitindo que a notícia a colheu de forma inesperada. A última vez que a viu foi numa das edições do Mozambique Fashion Week, evento com o qual Hanna Gizela manteve uma ligação duradoura, primeiro como modelo e depois como apresentadora oficial.
A Secretária de Estado concluiu a sua mensagem com palavras de reconhecimento pelo contributo da apresentadora ao sector: “O mundo da moda e do entretenimento perdeu uma grande protagonista. O céu ganhou uma estrela e esperamos poder honrar a contribuição que deste ao sector.”
Ainda na nota, Muocha endereçou ainda um abraço à família, amigos e colegas enlutados.
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Mozambique Fashion Week reaje a morte de Hanna Gizela
O Mozambique Fashion Week (MFW) manifestou publicamente o seu pesar pelo falecimento de Hanna Gizela, modelo, apresentadora e figura incontornável da moda moçambicana, anunciado esta quarta-feira, 18 de Março.
Em comunicado divulgado nas suas redes sociais, a organização do MFW recordou Hanna Gizela como alguém que “não só marcou, mas transformou tudo à sua volta”, sublinhando uma ligação longa e profunda que remonta aos primeiros anos da sua carreira, quando a modelo começou por trabalhar no protocolo do evento, antes de se afirmar nas passarelas e, mais tarde, como apresentadora oficial do MFW.
“Do protocolo, onde já se notava o teu profissionalismo e postura irrepreensível, à tua passagem pelo mundo da moda, onde levaste contigo muito mais do que beleza”, lê-se na mensagem, que descreve Hanna como uma referência que ia além do evento em si “representava uma geração, um sonho, uma possibilidade”.
Hanna Gizela perdeu a vida vítima de doença, deixando um vazio considerável na indústria da moda e do entretenimento em Moçambique.
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Sóstenes Rego alerta para importância das línguas maternas em Moçambique
O professor e pesquisador Sóstenes Rego apresentou, na quinta-feira passada, 20 de Fevereiro, na Associação dos Escritores Moçambicanos (AEMO), a palestra “A Língua Materna e suas Implicações no Nosso Quotidiano”, no âmbito das celebrações do Dia Internacional da Língua Materna.
A sessão, moderada pelo professor Gilberto Milice, proporcionou um momento de reflexão e diálogo sobre o papel das línguas maternas no desenvolvimento social, cultural e académico em Moçambique.
A iniciativa integrou o programa de actividades alusivas ao Dia Internacional da Língua Materna, celebrado anualmente a 21 de Fevereiro, data instituída pela UNESCO para incentivar a preservação e valorização da diversidade linguística.
Segundo a Associação dos Escritores Moçambicanos, o encontro reforçou a consciência sobre a importância das línguas maternas na construção da identidade e no acesso ao conhecimento.
O evento contou com a participação de membros da AEMO, estudantes, investigadores, comunicadores e público em geral, consolidando o compromisso da associação na promoção da literatura e do debate cultural em Moçambique.