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Mahel: Ontem pedreiro nos EUA, hoje Mestre em Ciências Jurídicas

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O percurso de vida de Ivo Mahel é um verdadeiro testemunho de perseverança e determinação. Após 12 anos a vender discos nas ruas de Moçambique, enfrentando sol, chuva e frio e uma curta temporada nos Estados Unidos da America, onde tentava uma outra vida como pedreiro, Mahel alcançou um marco significativo na sua vida: tornou-se Doutor e Mestre em Ciências Jurídicas.

Numa publicação nas suas redes sociais, Mahel reflectiu sobre os desafios enfrentados e as críticas que recebeu durante a jornada. “Enquanto eu vendia os meus discos debaixo do sol, da chuva, do frio por 12 anos em Moçambique, no território nacional, eu sabia o que estava a fazer. E as más línguas, bocas que me chamavam na sua maioria de louco e outros adjetivos de horror não esperavam desta anos mais tarde”, escreveu Mahel.

Destacou que sua persistência e investimento em conhecimento foram cruciais para sua transformação. “Quando um homem honesto, trabalhador decide enfrentar o mundo e depois investe em conhecimento, é sem dúvida a maior resposta para servir aos mesmos que se riam naquele tempo pelo suposto louco que hoje é Doutor e mestre em ciências jurídicas puras.”

A gratidão e a força de vontade que marcaram sua trajetória também foram ressaltadas na sua mensagem. “Agradeço a minha coragem e força durante os 12 anos nas ruas, semáforos, bazares, fronteiras, shoppings, restaurantes, lounges e em cada empresa privada ou do estado, onde fui bem recebido e compraram os meus CDs porque eu estava garantindo esta roupa de marca que será a que mais vou precisar hoje e na minha reforma.”

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Entrevista com Ivo Mahel custa 2…

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O músico moçambicano Ivo Mahel revelou a sua tabela de preços para participações em entrevistas em programas de televisão e rádio.

Os valores variam entre 5 e 25 mil meticais, podendo, em algumas ocasiões, incluir custos adicionais. Esta divulgação surge algum tempo depois de o artista ter afirmado que as televisões têm banalizado os músicos.

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Por que Mr Dino não assinou “Mentiras da Verdade” de Azagaia? Descubra

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O produtor moçambicano Mr Dino revelou, durante a sua participação no Vinyl Studio, que preferiu não assinar a produção da música As Mentiras da Verdade, um dos maiores clássicos de intervenção social do rapper Azagaia.

Sem entrar em muitos detalhes sobre os motivos, Mr Dino explicou apenas que decidiu não colocar a sua assinatura no tema, numa altura em que Azagaia já enfrentava forte pressão e polémica por causa das suas músicas e posicionamentos políticos.

A decisão poderá ter estado ligada ao contexto sensível da época, marcado pela intensidade da mensagem da canção e pela perseguição e censura que o rapper enfrentava.

Lançada em 2007, “As Mentiras da Verdade” tornou-se uma das músicas mais marcantes da história do hip-hop moçambicano. A faixa aborda temas como corrupção, manipulação da informação, desigualdade social, sistema judicial, pobreza e alegadas conspirações políticas em Moçambique.

A música gerou enorme debate público por citar figuras e acontecimentos sensíveis da história política nacional, incluindo referências à morte de Samora Machel, ao caso Carlos Cardoso, corrupção no Estado e influência dos media.

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DJ Junior defende Kamane Kamas após críticas sobre forma de viver o luto

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O músico e criador de conteúdos Kamane Kamas tem estado no centro de debate nas redes sociais, onde alguns internautas têm questionado a forma como o artista tem lidado publicamente com o período após a morte da sua esposa, apontando que o mesmo aparenta estar “bem e feliz”.

Face a estas críticas, o também artista Deejay Junior pronunciou-se através de uma publicação nas redes sociais, apelando ao respeito pela vida pessoal de Kamane Kamas e criticando aquilo que considera ser uma intromissão excessiva dos internautas.

No seu texto, Deejay Junior escreveu que “ninguém deve se meter na vida do outro” e questionou a tendência de se querer ditar como cada pessoa deve viver o seu processo de luto. O artista mostrou-se ainda indignado com o nível de julgamento nas redes sociais, afirmando que “já nos achamos no direito de dizer como o outro deve viver a vida dele”.

A publicação termina com um apelo directo ao respeito pela privacidade, sublinhando que não pretende abrir espaço para comentários sobre o assunto.

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