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Lupita Nyong’o do Pantera Negra encantada com Maputo
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A renomada atriz Lupita Nyong’o, uma das estrelas do filme “Pantera Negra”, recentemente visitou a cidade de Maputo, em Moçambique. Encantada com a beleza e vitalidade da cidade, Lupita compartilhou suas experiências e encontrou-se com alguns moradores notáveis que deixaram uma impressão duradoura, através de uma publicação nas suas redes sociais.
Durante sua estadia, Lupita teve a oportunidade de explorar a arquitetura única de Maputo, cortesia do talentoso arquiteto Osvaldo Cipriano, que ofereceu um tour pela cidade, revelando curiosidades históricas, incluindo a mudança de nome de Lourenço Marques para Maputo em 1976, após a independência.

A actriz também destacou as iniciativas criativas que surgiram durante a pandemia, como a caminhada artística da arte de rua organizada por Ivan Muhambe, da Arte de Rua de Maputo, tornando-se uma nova atração turística na cidade.

Além disso, Lupita conheceu figuras inspiradoras como Yara Chidiamassamba, que voluntariamente compartilha seu amor pelo esporte na Favela United, capacitando jovens mulheres a se defenderem e a construírem confiança por meio da prática esportiva.
A visita incluiu experiências gastronômicas notáveis no restaurante Lumma, com os chefs Maiane e Nadia Matavale, e o Chef Marcelino Dgedge, que preservam técnicas e ingredientes da rica cultura alimentar de Maputo.

A atriz também teve a oportunidade de conhecer talentos locais, como Mateus Sithole, um muralista que durante a pandemia desenvolveu uma técnica única de colagem, criando obras de arte texturizadas e inspiradoras.
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A jornada culminou em um encontro animado com o grupo de dança Marrabenta, proporcionando a Lupita uma experiência magnética e envolvente da rica expressão cultural moçambicana.
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Kadabra não concorda com a aposentadoria de Reinildo Mandava
O rapper Kadabra MC voltou a agitar as redes sociais esta semana ao comentar a recente decisão dos históricos jogadores Dominguez, Mexer e Reinildo Mandava de encerrarem os seus ciclos na Selecção Nacional de Moçambique, os Mambas, após a participação no Campeonato Africano das Nações (CAN) Marrocos 2025.
Embora Kadabra tenha reconhecido que Domingues e Mexer “podem descansar”, mostrando respeito por essas carreiras, ele deixou claro que vê a situação de Reinildo como diferente, sugerindo que este ainda tem muito a oferecer e que o país ainda deveria querer a sua continuidade no futebol nacional.
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Crise financeira mata Festival Mafalala aos poucos
A falta de financiamento inviabilizou a realização do Festival Mafalala em 2025, uma das mais importantes iniciativas culturais da cidade de Maputo.
De acordo com informações avançadas pelo Jornal Notícias, a escassez de fundos e as dificuldades na obtenção de patrocínios impediram a concretização do evento, que tradicionalmente decorre no mês de Novembro e celebra o património histórico, social e cultural do bairro da Mafalala.
O director do Museu Mafalala, Ivan Laranjeira, segundo escreve o Notícias, explicou que o festival depende maioritariamente de financiamentos externos, sobretudo internacionais, e que os valores disponíveis não foram suficientes para cobrir os custos necessários para a sua realização.
Segundo Laranjeira, por se tratar de uma actividade comunitária e sem fins lucrativos, torna-se cada vez mais difícil convencer potenciais financiadores, num contexto marcado pela crise económica e pela redução do apoio às iniciativas culturais.
Apesar do cancelamento em 2025, a organização mantém a esperança de retomar o festival em edições futuras, por considerar que o Mafalala desempenha um papel fundamental na valorização da cultura local, na promoção da identidade nacional e na criação de oportunidades para artistas e comunidades.
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“Para dar certo na internet é preciso não ter vergonha” – Maxh
O criador de conteúdos digitais Maxh reagiu recentemente a um vídeo do seu colega Sette Seves, no qual este abordava a importância da persistência no mundo digital, mesmo em situações em que o criador acaba por “passar vergonha”.
No vídeo, Seves citava o exemplo de Young Ricardo que, durante a passagem do streamer americano Speed, foi barrado pelos seguranças e não conseguiu interagir, destacando que o sucesso na internet muitas vezes surge depois de fases marcadas por muita vergonha.
Ao concordar com a linha de pensamento de Sette Seves, Maxh defendeu que, para quem deseja alcançar o sucesso na internet, é fundamental eliminar a palavra “vergonha” do vocabulário.
Segundo o criador de conteúdos, quando se deixa o medo de lado, o percurso torna-se mais firme e assertivo, o que aumenta significativamente as hipóteses de dar certo. Para Maxh, quem hoje é visto como alguém que “passa vergonha”, amanhã pode facilmente ser reconhecido como um verdadeiro visionário.