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Lupita Nyong’o do Pantera Negra encantada com Maputo

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Lupita in Mozambique

A renomada atriz Lupita Nyong’o, uma das estrelas do filme “Pantera Negra”, recentemente visitou a cidade de Maputo, em Moçambique. Encantada com a beleza e vitalidade da cidade, Lupita compartilhou suas experiências e encontrou-se com alguns moradores notáveis que deixaram uma impressão duradoura, através de uma publicação nas suas redes sociais. 

Durante sua estadia, Lupita teve a oportunidade de explorar a arquitetura única de Maputo, cortesia do talentoso arquiteto Osvaldo Cipriano, que ofereceu um tour pela cidade, revelando curiosidades históricas, incluindo a mudança de nome de Lourenço Marques para Maputo em 1976, após a independência.

Osvaldo Cipriano e Lupita

A actriz também destacou as iniciativas criativas que surgiram durante a pandemia, como a caminhada artística da arte de rua organizada por Ivan Muhambe, da Arte de Rua de Maputo, tornando-se uma nova atração turística na cidade.

Ivan Muhambe e Lupita

Além disso, Lupita conheceu figuras inspiradoras como Yara Chidiamassamba, que voluntariamente compartilha seu amor pelo esporte na Favela United, capacitando jovens mulheres a se defenderem e a construírem confiança por meio da prática esportiva.

A visita incluiu experiências gastronômicas notáveis no restaurante Lumma, com os chefs Maiane e Nadia Matavale, e o Chef Marcelino Dgedge, que preservam técnicas e ingredientes da rica cultura alimentar de Maputo.

A atriz também teve a oportunidade de conhecer talentos locais, como Mateus Sithole, um muralista que durante a pandemia desenvolveu uma técnica única de colagem, criando obras de arte texturizadas e inspiradoras.

Mais fast food:

A jornada culminou em um encontro animado com o grupo de dança Marrabenta, proporcionando a Lupita uma experiência magnética e envolvente da rica expressão cultural moçambicana. 

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“De Peito Aberto” Zaida Abacar leva poesia ao 16 Neto

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A artista moçambicana Zaida Abacar apresenta, no próximo dia 22 de Abril, a performance poética “De Peito Aberto: Uma autópsia viva da sociedade”, num encontro intimista que terá lugar no 16 Neto.

O evento propõe uma imersão sensível no universo da autora, onde a poesia vai além da leitura e transforma-se em experiência vivida. Através dos seus textos, Zaida Abacar expõe vivências, dores, alegrias e a força que atravessa o quotidiano da mulher moçambicana, convidando o público a uma partilha honesta e próxima.

A iniciativa promete ser uma noite marcada pela reflexão e pelo poder da palavra, reunindo amantes da poesia e todos aqueles que reconhecem o valor transformador da escuta e do verso.

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Prémio Literário Carlos Morgado 2026 abre candidaturas

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Estão abertas as inscrições para o Prémio Literário Carlos Morgado 2026, uma iniciativa que visa promover novos talentos da escrita em Moçambique.

O concurso é dirigido a jovens moçambicanos, dentro e fora do país, com idades compreendidas entre os 18 e os 35 anos, que nunca tenham publicado um livro.

Os interessados podem candidatar-se com um conto original, devendo consultar previamente o regulamento e submeter os seus trabalhos através da plataforma oficial do prémio. As submissões decorrem de 13 de Março a 13 de Maio de 2026.

Organizado pela Fundação Carlos Morgado, em parceria com a Catalogus, o prémio surge como uma oportunidade para jovens escritores darem visibilidade ao seu talento e integrarem o panorama literário nacional.

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Jazz no Franco abre com “Les Parapluies de Cherbourg”

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A 8.ª edição do Jazz no Franco arranca na terça-feira, 14 de Abril, às 18 horas, no auditório do Centro Cultural Franco-Moçambicano, com a exibição do filme Les Parapluies de Cherbourg, seguida de uma conversa com músicos convidados.

Nesta edição, o evento apresenta uma programação alargada, que vai além dos concertos tradicionais, integrando cinema, sessões de jam e encontros entre artistas, numa aposta clara no cruzamento de linguagens culturais.

Realizado por Jacques Demy, o filme é um marco do cinema musical francês, com banda sonora de Michel Legrand e forte influência do jazz. A obra retrata a história de amor entre Geneviève e Guy, separados pela Guerra da Argélia.

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