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Cultura

Luarte leva teatro moçambicano ao MASA 2026

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A Companhia de Teatro Luarte foi seleccionada para participar no Mercado de Artes do Espectáculo de Abidjan (MASA 2026), na Costa do Marfim, um dos maiores eventos culturais de África. A presença do grupo marca mais um avanço na internacionalização das artes cénicas moçambicanas.

Antes da viagem, os membros da companhia passaram pela Secretaria de Estado das Artes e Cultura, onde partilharam expectativas e receberam mensagens de encorajamento e reconhecimento pelo trabalho que têm vindo a desenvolver.

Entre as peças em destaque está “Niketche”, interpretada por cinco mulheres, que retrata vivências femininas com base na realidade moçambicana, mas com uma mensagem universal. A participação no MASA reforça a importância de continuar a investir e valorizar o teatro nacional, mesmo perante desafios no sector cultural.

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Cultura

Carlitos Namakotho recebe terreno e 20 mil meticias do governador de Nampula

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O governador da província de Nampula, Eduardo Abdula, ofereceu 20 mil meticais, uma motorizada e um terreno ao artista Carlitos Miguel Namakotho. O gesto foi feito no âmbito das celebrações dos 60 anos de vida do músico.

Segundo escreveu o Jornal Rigor, a homenagem aconteceu esta quinta-feira (14), durante a inauguração do primeiro estúdio de gravação e incubadora de economia criativa da província. O projecto é do MEC e visa impulsionar a indústria cultural e criativa em Nampula.

O governador contou com apoio de várias instituições e parceiros do sector cultural para concretizar a oferta. Carlitos Miguel agradeceu o gesto e disse que sempre enfrentou muitas dificuldades, destacando que o reconhecimento é importante para a sua trajetória.

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Cultura

Félix Chavane lança o seu livro de estreia em Chibuto

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Hoje pelas 14 horas, a Sala de Sessões da Assembleia Municipal de Chibuto acolheu o lançamento do livro “O destino imprevisível de uma alma inocente”, a estreia literária de Félix Chavane, de género romance.

A apresentação do livro estará a cargo do académico Hilário da Silva Nhamuche, e os comentários sobre a obra caberá à Flora Ozias Mate Chuma, prefaciadora do livro.

Em “O destino imprevisível de uma alma inocente”, conhecemos Samira. Movida por sonhos de justiça e guiada pelos valores da sua família, Samira, nascida numa comunidade rural do interior de Gaza, ruma para Maputo estudar Direito, mergulhando num mundo novo, onde a cidade pulsa com seduções, armadilhas e promessas cintilantes.

À medida que tenta manter-se fiel às suas raízes, vê-se envolvida com colegas cujos caminhos contrastam radicalmente com o seu. Entre amizades ambíguas, perdas irreparáveis e a influência subtil de uma figura manipuladora, Samira terá de escolher entre o brilho passageiro da cidade e a luz firme da sua consciência.

Na sua nota de prefácio, Flora Ozias Mate Chuma destaca que “a escrita de Chavane é profundamente sensorial e introspectiva. O autor constrói uma prosa que alterna entre a doçura poética e a lucidez cortante, evocando uma linguagem que é, ao mesmo tempo, simples e espiritual. A sua narrativa revela um domínio raro da emoção, convidando o leitor a mergulhar não apenas na história, mas também nas camadas mais silenciosas da alma.”

Félix Chavane, nascido em 1980 no distrito de Chibuto, província de Gaza, cresceu cultivando a sensibilidade pelas palavras, pela reflexão e pela vida comunitária. Professor de Francês, actualmente afecto ao Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia de Chibuto, como Técnico Pedagógico, coordena as actividades do Ensino Secundário ao nível distrital. Hilário da Silva Nhamuche, natural e residente em Chibuto, província de Gaza, é Docente, Pesquisador da Educação e Consultor Académico.

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Cultura

Mia Couto recebe o título de Doutor Honoris Causa na Hungria

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Mia Couto recebeu o título de honoris Causa no Brasil

O escritor Mia Couto foi galardoado com o título de Doutor Honoris Causa pela Universidade Eötvös Loránd (ELTE), da Hungria.

Para além do escritor moçambicano, a prestigiada universidade baseada em Budapeste, homenageou também quatro cientistas internacionais pelos seus feitos de importância global.

Em cerimónia realizada na sexta-feira, 08 de Maio, durante a mensagem laudatória da universidade a escolha do escritor moçambicano foi justificada por ser uma “voz incontornável dos povos do chamado Sul Global e pela notoriedade da sua obra traduzida e premiada em dezenas de países de todos os continentes.”

Na sua mensagem durante a cerimónia de gala Mia Couto partilhou aquele galardão de mérito com todos os escritores moçambicanos e com todos os professores que “se empenham em trazer luz e esperança para as novas gerações de Moçambique”

Mia Couto é um dos mais importantes escritores africanos contemporâneos. Autor de mais de 30 livros entre romances, contos, poesia e crónicas, tem a sua obra traduzida para mais de 30 línguas e publicada em diversos países. Vencedor do Prémio Camões, Mia Couto destaca-se pela recriação poética da língua portuguesa e pela forma como aborda a memória, a identidade, a tradição e os desafios sociais de Moçambique. A sua obra é referência incontornável da literatura africana e lusófona, contribuindo para a projecção internacional da cultura moçambicana.

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