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Livro de Mia Couto entre os 100 romances africanos mais notáveis de 2023
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O romance “O Bebedor de Horizontes”, de Mia Couto, assegurou seu lugar entre os 100 melhores romances em língua inglesa escritos por autores africanos em 2023, conforme seleccionado pela Brittle Paper, uma revista online especializada em literatura africana. O livro, o último volume da trilogia “As Areias do Imperador”, junta-se à lista de obras literárias notáveis neste prestigiado rol.
Publicada em Fevereiro deste ano pela editora norte-americana Farrar Strauss and Giroux, a versão em inglês de “Bebedor de Horizontes” continua a atrair atenção globalmente. A narrativa, conforme descrita pelo próprio Mia Couto, mergulha na tragédia pessoal de um homem subitamente submetido à deportação, experimentando um profundo sentimento de exílio e solidão, daí a metáfora de ser um ‘bebedor de horizontes’, já que sua paisagem se limita a um horizonte invariável em direção ao mar.
A significância da inclusão de Mia Couto nesta prestigiada lista ressoa profundamente em sua ilustre carreira. O autor, previamente honrado com prémios como o renomado Prémio Camões e o Prémio de Literatura José Craveirinha, continua a receber reconhecimento por suas contribuições literárias.
A Brittle Paper, responsável por essa selecção, é elogiada pelo New York Times como um palco global para a exposição de escritores africanos ao longo das últimas duas décadas. Dirigida pela académica nigeriana Ainehi Edoro, professora de literatura na Universidade de Wisconsin-Madison, nos Estados Unidos, a revista tem sido fundamental na promoção das vozes literárias africanas em todo o mundo.
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“Ngwenya, o Crocodilo” visitou o Museu Mafalala
O Museu Mafalala acolheu, no dia 18 de Março, às 18h00, mais uma sessão do Cineclube Mafalala, com a exibição do documentário “Ngwenya, o Crocodilo”, uma obra que retrata a vida e o universo artístico do pintor moçambicano Malangatana Ngwenya.
Realizado por Isabel Noronha, o documentário apresenta um olhar profundo sobre a dimensão espiritual e criativa de Malangatana, um dos maiores nomes das artes plásticas em Moçambique. A obra foi distinguida internacionalmente, tendo conquistado o prémio de Melhor Documentário de África, Ásia e América Latina no Festival de Milão.
“Ngwenya, o Crocodilo” conduz o espectador por uma viagem sensorial e simbólica, onde memórias de infância, histórias míticas e elementos da tradição se entrelaçam com a modernidade. A narrativa acompanha uma busca por compreensão do universo do artista, revelando, pouco a pouco, os contornos oníricos e as múltiplas camadas que compõem a sua obra.
A sessão integra o programa “Telas e Ritmo”, no âmbito das celebrações dos 7 anos do Museu Mafalala, e promete proporcionar ao público uma experiência imersiva no legado de Malangatana.
O evento terá lugar na Rua 3015, nº 93, no bairro da Mafalala, sendo mais uma oportunidade para os amantes da cultura e do cinema moçambicano se conectarem com a história e identidade artística do país.
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Nataniel Ngomane orienta conversa sobre livros esquecidos na Fundação Fernando Leite Couto
O académico e promotor da leitura Nataniel Ngomane orienta, na próxima terça-feira, 31 de Março, uma conversa subordinada ao tema “os livros que ficaram por ser (re)lidos”, na Fundação Fernando Leite Couto, a partir das 18h00, com entrada livre.
A iniciativa propõe uma viagem pela literatura moçambicana, destacando obras e autores que, ao longo do tempo, foram sendo esquecidos ou cuja leitura se torna hoje novamente necessária. O encontro será conduzido por uma das figuras impulsionadoras do movimento de massificação da leitura em Moçambique.
Professor na Universidade Eduardo Mondlane (UEM) e Presidente do Fundo Bibliográfico de Língua Portuguesa, Ngomane deverá partilhar reflexões sobre a importância de revisitar a produção literária nacional, promovendo o diálogo entre leitores e incentivando o hábito de leitura.
A actividade insere-se no conjunto de acções culturais que visam dinamizar o acesso ao livro e valorizar a literatura moçambicana, reunindo estudantes, leitores e público interessado em torno da reflexão literária.
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Justino Ubakka distinguido pelo INSS
O músico moçambicano Justino Ubakka foi distinguido pelo Instituto Nacional de Segurança Social (INSS) como um dos três artistas que têm contribuído de forma regular no regime de trabalho por conta própria, durante um seminário realizado esta quarta-feira, na cidade de Maputo.
O evento, que teve lugar na Associação dos Músicos Moçambicanos, decorreu no âmbito do Seminário de Divulgação do Sistema de Segurança Social aos Trabalhadores por Conta Própria (TCP), e contou com a presença da delegada do INSS na cidade de Maputo, Hortência Banze, sua equipa e vários músicos nacionais.
Além de participar no seminário, Justino Ubakka acabou por ser surpreendido com um prémio, uma guitarra como reconhecimento pela sua contribuição consistente ao sistema de segurança social, incentivando outros profissionais da área criativa a aderirem ao regime.
Durante o encontro, foram apresentados de forma detalhada os benefícios da inscrição e contribuição para a segurança social, incluindo o acesso a subsídios e pensões. O evento contou ainda com um espaço de debate entre os participantes, considerado rico e esclarecedor sobre a importância da protecção social para trabalhadores independentes.