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Lil Banks volta aos antigos delírios
Lloyd Froy voltou a movimentar as redes sociais ao comentar o mais recente escândalo envolvendo Lil Banks.
O rapper, conhecido pelas constantes polêmicas, está a ser acusado de destruir um dos quartos da casa onde vive com a tia, no bairro Ferroviário, Maputo.
O espaço servia como fonte de renda da familiar, alugado a uma inquilina que, no momento do incidente, encontrava-se ausente.Segundo relatos, Lil Banks justificou o acto dizendo que queria transformar o quarto em estúdio musical.
No entanto, a atitude foi vista como mais um episódio de desrespeito e instabilidade. “Como se faz estúdio numa casa onde vive de favores? Por onde passa não dura, cria sempre confusão”, escreveu Lloyd Froy em seu perfil, indignado com o comportamento do rapper.
Além da destruição, Lil Banks foi intimado a prestar declarações na esquadra local nesta segunda-feira, sendo ainda acusado de agressão física e psicológica contra a própria tia.
Há também denúncias de ameaças de morte a um primo, que por receio teve de abandonar a residência.Até o momento, Lil Banks não se pronunciou publicamente sobre as acusações.
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“Quando eu morrer, não me postem”, diz Vânia Faife
A influenciadora moçambicana Vânia Faife escreveu, nas suas redes sociais, que quando partir desta terra não quer ser “postada”, como tem acontecido em várias situações semelhantes.
Este seu posicionamento surge em comentários à morte de Lisandra Hama, esposa do músico Kamane Kamas, ocorrida no dia 5 de Abril, vítima de um atropelamento na cidade da Matola.
Na publicação, feita através de um “story”, Vany Faife afirmou ainda que não deseja homenagens póstumas de pessoas que, em vida, não mantiveram contacto ou deixaram pendências emocionais por resolver.
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Énia Lipanga seleccionada para Fundo de Investimento para Criação de Obras Digitais no Oceano Índico
A escritora e activista social moçambicana Énia Lipanga foi seleccionada para integrar o ciclo II do Fundo de Investimento para a Criação de Obras Digitais no Oceano Índico, uma iniciativa que apoia projectos inovadores na área cultural e digital na região.
Entre cinco artistas e projectos seleccionados para este ciclo, Énia Lipanga representa Moçambique, destacando o país no panorama da criação contemporânea e reforçando a presença de narrativas autorais comprometidas com questões sociais e com o acesso democrático à cultura.
O fundo é promovido pela Comissão do Oceano Índico, no âmbito do projeto Indústrias Culturais e Criativas (ICC), com o apoio da Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD), e tem como objectivo impulsionar a produção de conteúdos digitais inovadores e de impacto.
A proposta da Énia Lipanga centra-se na adaptação do seu mais recente livro publicado no Brasil, Nada Será Devolvido em Silêncio, para o formato de audiobook.
Mais do que uma transposição de linguagem, o projecto nasce de uma intenção clara, ampliar o alcance da literatura para além das barreiras tradicionais de leitura. A obra pretende chegar a mulheres que não tiveram acesso à alfabetização, bem como a pessoas com deficiência visual, criando novas possibilidades de escuta, identificação e pertencimento.
Conhecida por uma escrita feminista, Énia Lipanga leva para este projecto uma abordagem sensível e politicamente consciente, onde a palavra falada se torna também ferramenta de inclusão e transformação social.
“Quero que a minha literatura possa ser ouvida por quem nunca pôde lê-la. Que essas histórias encontrem vidas, mesmo quando os olhos não podem alcançá-las”, afirma a autora.
A participação no fundo permitirá o desenvolvimento de uma obra digital com impacto social direto, contribuindo para a democratização do acesso à literatura no contexto moçambicano e na região do Oceano Índico.
Énia Lipanga é escritora, poetisa, jornalista e activista moçambicana. A sua obra e trajectória cruzam arte, direitos humanos e inclusão, com foco na valorização das mulheres e de pessoas com deficiência. É curadora do Palavras São Palavras e mentora do movimento Incluarte. Já representou Moçambique em diversos países e é autora de várias obras de poesia. Foi nomeada uma das 10 mulheres mais inspiradoras de 2022 pela Hamasa Magazine, incluída entre as 100 personalidades negras mais influentes da lusofonia pela Bantu Man, considerada melhor artevista de 2025 pela Plan International e condecorada com a Medalha de Honra e Direitos Humanos pelo Governo do Brasil em 2024.
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Twenty Fingers ganha 10 milhões com “Papá”
O músico moçambicano Twenty Fingers, anunciou alcançou com a música “Papá” a marca de 10 milhões de visualizações no YouTube.
Segundo partilhou o artista, dados da plataforma Kworb, o tema continua entre os três vídeos musicais mais vistos em Moçambique, demonstrando a forte aceitação do público e a permanência da obra nas preferências dos fãs.
O artista destacou ainda o impacto do projecto “Wawa Dele”, cuja trilogia incluindo “Wawa Dele”, “Wawa Dele Pro” e “Wawa Dele Pro Max”, já ultrapassa 65 milhões de visualizações no YouTube e soma mais de 5,4 milhões de streams no Spotify.