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Lil Banks volta aos antigos delírios

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Lloyd Froy voltou a movimentar as redes sociais ao comentar o mais recente escândalo envolvendo Lil Banks.

O rapper, conhecido pelas constantes polêmicas, está a ser acusado de destruir um dos quartos da casa onde vive com a tia, no bairro Ferroviário, Maputo.

O espaço servia como fonte de renda da familiar, alugado a uma inquilina que, no momento do incidente, encontrava-se ausente.Segundo relatos, Lil Banks justificou o acto dizendo que queria transformar o quarto em estúdio musical.

No entanto, a atitude foi vista como mais um episódio de desrespeito e instabilidade. “Como se faz estúdio numa casa onde vive de favores? Por onde passa não dura, cria sempre confusão”, escreveu Lloyd Froy em seu perfil, indignado com o comportamento do rapper.

Além da destruição, Lil Banks foi intimado a prestar declarações na esquadra local nesta segunda-feira, sendo ainda acusado de agressão física e psicológica contra a própria tia.

Há também denúncias de ameaças de morte a um primo, que por receio teve de abandonar a residência.Até o momento, Lil Banks não se pronunciou publicamente sobre as acusações.

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Hernâni clama pelo fim da criminalidade em novo trabalho discográfico

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Punchlines For Days 3 de Hernâni da Silva comporta-se como vinho

A onda de criminalidade tem crescido em Moçambique, com maior incidência no furto de acessórios de automóveis, cabelos postiços e telemóveis. Aliado a esta realidade, o rapper Hernani da Silva lançou a sua nova EP “Vergonha é roubar e ser apanhado”, também designada pelo rapper por “Veresa”.

A EP conta com 4 sons (Nyandayeyo, Diz Não, Isso é um Roubo, Era Boa Pessoa), com a participação, na terceira, do rapper Jay Argh.

Nesta EP, Hernani “grita” pelo fim dos roubos e assaltos, solicitando a prisão de todos os que causam retrocesso ao esforço do outrem.

Mas não apenas pede celeridade na prisão dos ladrões, traz também os motivos que levam muitos jovens a optar pelo crime, embora não encontre justificação para prejudicar o outro.

“Não deixes a ocasião fazer de ti ladrão, irmão diz não”, reforça na segunda faixa.

A EP traz a história de quem faz o mal pelo desespero e de quem sempre opta pelo bem, mas com um olhar de que, às vezes, parece que quem procura fazer o bem é quem sai mal, pois o sofrimento parece que só aumenta.

Mas é também um roubo, para o rapper, a falta de oportunidades para os jovens, a falta de vias de acesso e o dilema da habitação.

Este é o primeiro lançamento do rapper para o ano de 2026 e sucede à EP “Cabrito”

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“Olhando ao Redor”: escultura dá voz às vivências de Magadjo Maússe

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O quotidiano do ceramista moçambicano Magadjo Maússe está em destaque na exposição “Olhando ao Redor”, patente no Museu Mafalala, na cidade de Maputo.

A mostra, que marca a primeira exposição individual do artista, reúne um conjunto de peças que funcionam como espelho das vivências sociais, culturais e emocionais de vários moçambicanos, retratadas através da cerâmica.

De acordo com a organização, a exposição apresenta nove obras que exploram temas como migração, afectos, paixões e a urgência de viver, traduzindo sentimentos abstractos em formas, cores e texturas.

Para além da exibição, o programa inclui oficinas de cerâmica, sessões de cinema e momentos de interacção directa com o artista, promovendo uma experiência imersiva para o público.

Com um percurso que se estende além-fronteiras, incluindo passagens pela África do Sul, Maússe afirma-se como uma das vozes contemporâneas da escultura moçambicana, levando ao público narrativas profundas do seu olhar sobre a sociedade.

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“De Peito Aberto” Zaida Abacar leva poesia ao 16 Neto

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A artista moçambicana Zaida Abacar apresenta, no próximo dia 22 de Abril, a performance poética “De Peito Aberto: Uma autópsia viva da sociedade”, num encontro intimista que terá lugar no 16 Neto.

O evento propõe uma imersão sensível no universo da autora, onde a poesia vai além da leitura e transforma-se em experiência vivida. Através dos seus textos, Zaida Abacar expõe vivências, dores, alegrias e a força que atravessa o quotidiano da mulher moçambicana, convidando o público a uma partilha honesta e próxima.

A iniciativa promete ser uma noite marcada pela reflexão e pelo poder da palavra, reunindo amantes da poesia e todos aqueles que reconhecem o valor transformador da escuta e do verso.

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