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Laylizzy liberta “Flor de Lis”, seu primeiro álbum 

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Laylizzy flor de lis

Hoje, 8 de Fevereiro de 2024, marca o lançamento do tão esperado primeiro álbum do rapper moçambicano Laylizzy, intitulado “Flor de Lis“, depois de no dia de ontem, ter deixado escapar o audiovisual “Trouxa”, como forma de acalmar o coração de seus ouvintes.  

Composto por 13 faixas, “Flor de Lis” mergulha nos altos e baixos das relações humanas, assim como no desenvolvimento pessoal e artístico do rapper. O álbum inicia com a faixa “Kontrole” e culmina com “Preto Diferente”. 

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Algumas faixas, como “Pai Rico, Mãe Pobre“, não passam despercebidas. Essa em especial, faz referência ao livro “Pai Rico, Pai Pobre”, que aborda assuntos relacionados ao autoconhecimento e desenvolvimento financeiro. 

Nesta faixa, onde é acompanhado por Mark Exodus, narra a história de pais que fazem de tudo para que seus filhos sejam pessoas melhores e com um futuro brilhante, onde um opõe à vida que seu filho deve levar e dita regras a serem seguidas a risca e outro apoia os sonhos de seu filho, apesar da diferença de apoio e ensinamentos passados, ambos têm o mesmo objectivo, pese embora as condições financeiras diferentes. 

Outra música, e “Ekilíbrio“, que conta com a voz de Paulina Chiziane, enaltecendo o pensamento africano, a faixa, conta também com a participação de Mark Exodus.

Além disso, “Flor de Lis” apresenta colaborações como de Valentino De La Vega, cuja distinta estilística de cantar “fora do tempo” continua a encantar os ouvintes. Outros colaboradores notáveis incluem Nicko Journey, Djimetta, Mark Exodus, Deezy e King Cizzy, cada um adicionando uma camada única ao álbum.

O álbum “Flor de Lis” está disponível para streaming e download em todas as plataformas digitais, o que permite que seus ouvintes escutem em qualquer momento e em qualquer lugar.

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“Ngwenya, o Crocodilo” visitou o Museu Mafalala

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O Museu Mafalala acolheu, no dia 18 de Março, às 18h00, mais uma sessão do Cineclube Mafalala, com a exibição do documentário “Ngwenya, o Crocodilo”, uma obra que retrata a vida e o universo artístico do pintor moçambicano Malangatana Ngwenya.

Realizado por Isabel Noronha, o documentário apresenta um olhar profundo sobre a dimensão espiritual e criativa de Malangatana, um dos maiores nomes das artes plásticas em Moçambique. A obra foi distinguida internacionalmente, tendo conquistado o prémio de Melhor Documentário de África, Ásia e América Latina no Festival de Milão.

“Ngwenya, o Crocodilo” conduz o espectador por uma viagem sensorial e simbólica, onde memórias de infância, histórias míticas e elementos da tradição se entrelaçam com a modernidade. A narrativa acompanha uma busca por compreensão do universo do artista, revelando, pouco a pouco, os contornos oníricos e as múltiplas camadas que compõem a sua obra.

A sessão integra o programa “Telas e Ritmo”, no âmbito das celebrações dos 7 anos do Museu Mafalala, e promete proporcionar ao público uma experiência imersiva no legado de Malangatana.

O evento terá lugar na Rua 3015, nº 93, no bairro da Mafalala, sendo mais uma oportunidade para os amantes da cultura e do cinema moçambicano se conectarem com a história e identidade artística do país.

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Nataniel Ngomane orienta conversa sobre livros esquecidos na Fundação Fernando Leite Couto

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O académico e promotor da leitura Nataniel Ngomane orienta, na próxima terça-feira, 31 de Março, uma conversa subordinada ao tema “os livros que ficaram por ser (re)lidos”, na Fundação Fernando Leite Couto, a partir das 18h00, com entrada livre.

A iniciativa propõe uma viagem pela literatura moçambicana, destacando obras e autores que, ao longo do tempo, foram sendo esquecidos ou cuja leitura se torna hoje novamente necessária. O encontro será conduzido por uma das figuras impulsionadoras do movimento de massificação da leitura em Moçambique.

Professor na Universidade Eduardo Mondlane (UEM) e Presidente do Fundo Bibliográfico de Língua Portuguesa, Ngomane deverá partilhar reflexões sobre a importância de revisitar a produção literária nacional, promovendo o diálogo entre leitores e incentivando o hábito de leitura.

A actividade insere-se no conjunto de acções culturais que visam dinamizar o acesso ao livro e valorizar a literatura moçambicana, reunindo estudantes, leitores e público interessado em torno da reflexão literária.

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Justino Ubakka distinguido pelo INSS 

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O músico moçambicano Justino Ubakka foi distinguido pelo Instituto Nacional de Segurança Social (INSS) como um dos três artistas que têm contribuído de forma regular no regime de trabalho por conta própria, durante um seminário realizado esta quarta-feira, na cidade de Maputo.

O evento, que teve lugar na Associação dos Músicos Moçambicanos, decorreu no âmbito do Seminário de Divulgação do Sistema de Segurança Social aos Trabalhadores por Conta Própria (TCP), e contou com a presença da delegada do INSS na cidade de Maputo, Hortência Banze, sua equipa e vários músicos nacionais.

Além de participar no seminário, Justino Ubakka acabou por ser surpreendido com um prémio, uma guitarra  como reconhecimento pela sua contribuição consistente ao sistema de segurança social, incentivando outros profissionais da área criativa a aderirem ao regime.

Durante o encontro, foram apresentados de forma detalhada os benefícios da inscrição e contribuição para a segurança social, incluindo o acesso a subsídios e pensões. O evento contou ainda com um espaço de debate entre os participantes, considerado rico e esclarecedor sobre a importância da protecção social para trabalhadores independentes.

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