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Kloro afirma que Moçambique não se vende como deve ser 

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Kloro Killa pronto para o show "Revolução Cultural"

Kloro, rapper moçambicano de intervenção pessoal, participou recentemente do Lifepodcast, onde ao longo da conversa, falou sobre a identidade moçambicana e sobre como o país vende-se para o mundo.

Kloro argumentou que a mudança deve começar dentro das famílias, pois é lá que se moldam os valores e a mentalidade das futuras gerações. Falou também sobre a importância de estudar a história e dar voz aos verdadeiros heróis nacionais, sejam eles líderes políticos, jogadores de futebol, artistas ou figuras de outras áreas, que contribuíram significativamente para o desenvolvimento e a identidade moçambicana.

Um dos pontos destacados por Kloro foi a necessidade de desmistificar figuras como Afonso Dhlakama, reconhecido líder da resistência armada em Moçambique, cuja persistência e determinação podem oferecer lições valiosas aplicáveis em diversas áreas da vida. 

Segundo o rapper, entender como figuras como Dhlakama conseguiram permanecer 16 anos em combate pode fornecer dados preciosos sobre resiliência e determinação.

Durante sua fala, Kloro também expressou sua preocupação com a falta de excursões escolares que permitam aos jovens conhecer o verdadeiro Moçambique. Ele ressaltou que é essencial que os jovens tenham contacto diretco com a riqueza cultural e histórica do país para que possam desenvolver um senso de identidade forte e orgulho de suas raízes.

Por fim, Kloro comparou a necessidade de valorização da identidade moçambicana com o exemplo do Brasil, que é reconhecido internacionalmente por sua rica diversidade cultural e artística. Querendo com isso mostrar que Moçambique também possui uma riqueza cultural imensa que merece ser celebrada e compartilhada com o mundo.

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Gabriel Júnior distinguido com Prémio Martin Luther King

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O presidente da Federação Moçambicana de Boxe, Gabriel Júnior, foi distinguido com a Medalha de Honra Martin Luther King e o Diploma Civil Internacional, numa cerimónia realizada no Palácio de Cascais, em Lisboa.

As duas distinções reconhecem o seu contributo nas áreas sociais e o seu envolvimento em iniciativas de impacto comunitário.

Durante a sua intervenção, Gabriel Júnior destacou que o reconhecimento vai além do mérito individual, sublinhando que é resultado de um percurso construído ao serviço da sociedade. O dirigente afirmou ainda que a distinção reforça a sua responsabilidade de continuar a trabalhar em prol da dignidade humana, da justiça social e da participação activa dos cidadãos.

Na ocasião, o presidente da Federação Moçambicana de Boxe expressou o orgulho de representar Moçambique, referindo que o seu percurso tem sido guiado por valores de compromisso e acção. Gabriel Júnior lidera a federação desde 2017 e tem estado ligado a diversas iniciativas sociais e desportivas, tanto a nível nacional como internacional.

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Nordino reage ao Prémio Ngoma Moçambique

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O músico moçambicano Nordino Chambal reagiu com emoção à conquista do Prémio Ngoma 2025, um dos mais altos reconhecimentos das artes no país.

O artista partilhou o momento como uma vitória que simboliza anos de dedicação à música, destacando também a entrega de uma viatura como parte da premiação.

Ao recordar o seu percurso, Nordino revisitou os primeiros passos na televisão, quando em 2007 tentou participar no Fama Show sem sucesso. Anos depois, regressou e venceu o Super Tardes em 2012, mostrando que a persistência faz a diferença.

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Paulina Chiziane é a melhor escritora africana de 2026

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A escritora moçambicana Paulina Chiziane foi distinguida como “Melhor Escritora de África de 2026”, no âmbito do African Award – Creators and Directors Excellence 2026, numa cerimónia realizada na noite de 28 de Abril, no Hotel Epic Sana, na cidade de Luanda.

A distinção reconhece o percurso literário da autora, marcado por uma abordagem crítica e sensível às questões sociais, culturais e de género, com forte incidência na realidade moçambicana.

Com uma obra consolidada no panorama literário africano, Paulina Chiziane continua a afirmar-se como uma das vozes mais influentes da literatura contemporânea, contribuindo para a projecção internacional da escrita moçambicana.

O galardão reforça, assim, o papel da autora na valorização da literatura africana, num momento em que as narrativas do continente ganham cada vez mais espaço e reconhecimento a nível global.

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