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Killua lança vídeo da música Bana Mandla

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O talentoso músico moçambicano, Killua Rafael, que recentemente lançou a música envolvente “Bana Mandla”, presenteou os fãs com o tão aguardado videoclipe, disponibilizado ontem, em 19 de dezembro, através do YouTube.
A canção mergulha em uma narrativa profunda, expondo as injustiças enfrentadas por alguém que, mesmo optando pela integridade e justiça, se vê imerso em situações adversas. No vídeo, Killua personifica esse enredo ao assumir o papel de um morador de rua, cuja imagem deteriorada reflecte os maus-tratos sofridos ao tentar ajudarem as pessoas, porém, sendo mal interpretado devido à sua aparência.
Outras notícias:
Quem acompanha o trabalho de Killua reconhece sua marca registrada de cores vibrantes e cativantes, onde o vermelho se destaca, aliado a uma coreografia envolvente. Essa paleta visual intensa acompanha a mensagem poderosa transmitida por sua música, reforçando sua habilidade não apenas como músico, mas também como um artista visual que utiliza elementos visuais para amplificar sua expressão artística.

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Paulina Chiziane defende resgate da identidade moçambicana

Paulina Chiziane defende que a mulher moçambicana deve resgatar suas raízes para preservar sua identidade cultural. Durante uma palestra na Universidade Pedagógica de Maputo, a escritora criticou o uso excessivo de cabelos importados, considerando essa prática uma forma de “auto-colonização” que enfraquece os valores africanos. Para ela, é essencial que as mulheres reconheçam a riqueza da sua própria cultura e parem de se descaracterizar.
A autora de Balada de Amor ao Vento fez um apelo direto às mulheres, destacando a importância do cabelo na história africana. “O cabelo da mulher negra salvou gente, mas vocês acham que ele não presta. Respeitem o vosso cabelo, reconheçam o papel histórico para a libertação humana através do vosso cabelo”, afirmou. Chiziane também incentivou a reflexão sobre como certas escolhas estéticas podem afastar as mulheres de sua verdadeira essência cultural.
Além disso, a escritora ressaltou que a academia tem um papel fundamental na preservação da identidade nacional. Ela encorajou as mulheres a contribuírem para a escrita da história moçambicana, garantindo que as futuras gerações conheçam e valorizem suas origens.
Fonte: O Pais
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Virgem Margarida revolta-se no Scala

O filme de ficção Virgem Margarida será exibido nesta quinta-feira (05) no Cine Teatro Scala, na cidade de Maputo, às 18h.
Com duração de 90 minutos, o filme Virgem Margarida retrata um cenário vivido no pós-independência (1975), em que as prostitutas eram levadas para um campo de reeducação na zona norte do país, concretamente na província de Niassa.
Margarida, uma jovem simples, é enviada por engano para o campo de reeducação, onde enfrenta várias dificuldades.
O filme será exibido no âmbito das comemorações do mês da mulher moçambicana, e Margarida “ilustra” a vida de muitas mulheres que, devido às dificuldades que enfrentam, acabam vendo a prostituição como a solução para seus problemas. O filme foi lançado oficialmente em 2011.
Virgem Margarida é uma obra do cineasta luso-moçambicano Licínio de Azevedo, que já ganhou vários prêmios, incluindo o de Melhor Realizador de Ficção em Los Angeles, com Comboio de Sal e Açúcar.
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Xixel Langa apresenta-se no Wine Lovers

No dia 3 de abril, às 18h, o Wine Lovers, em Maputo, será palco de um espetáculo com a cantora moçambicana Xixel Langa.
O evento promete uma fusão envolvente de música e gastronomia, acompanhada da tradicional seleção de vinhos e tapas da casa.
Nascida em Maputo, Xixel Langa traz em sua voz suave e versátil a influência familiar que a levou à música.
Conhecida por sua conexão única com o público, ela explora o afrojazz e outros estilos musicais, tornando cada apresentação uma experiência especial.