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Cultura

Khronic junta África e América na mesma linha de tempo

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Khronic junta África e América na mesma linha de tempo

O renomado rapper moçambicano Khronic, reconhecido por ser uma referência do movimento hip hop em português, acaba de lançar seu mais novo álbum de originais, intitulado “Linha do Tempo“. Composto por 13 faixas, o projecto é uma representação cronológica da trajectória humana, desde o momento de seu nascimento até a morte, contemplando também reflexões sobre o processo de desencarnação e evolução espiritual.

O álbum promete ser uma jornada única de autoconhecimento e desenvolvimento pessoal por meio da música, com participações de importantes artistas do universo lusófono, incluindo Duas Caras, Hernâni da Silva, Mark Exodus, Mikas Cabral, Mundo Segundo, Fuse e Ga daLomba. Nos Estados Unidos, Khronic se aliou a nomes importantes da cultura hip hop como Masta Ace, M.O.P. e Outlawz.

A obra é baseada em diferentes ensinamentos e pesquisas, onde Khronic assume que há uma razão fundamental para a existência que é a reforma íntima e a transformação do carácter.

As colaborações internacionais fazem parte de uma estratégia criada com objectivo de celebrar a cultura que é transversal a todos os intervenientes. A produção do álbum foi assinada por Polegar Beatz, Hermetiko, Menfis_Segundo Piso, Edy Mc e pelo próprio Khronic.

O disco já está disponível em todas as plataformas de streaming e apresenta três faixas promocionais lançadas anteriormente: “Dar as Mãos” feat Mikas Cabral, “Zero Ego” feat Mundo Segundo & Fuse e “Espírito Livre II” feat Rage. O álbum é o primeiro volume do projeto “Linha do Tempo”, que terá um segundo volume em breve.

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Cultura

Félix Chavane lança o seu livro de estreia em Chibuto

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Hoje pelas 14 horas, a Sala de Sessões da Assembleia Municipal de Chibuto acolheu o lançamento do livro “O destino imprevisível de uma alma inocente”, a estreia literária de Félix Chavane, de género romance.

A apresentação do livro estará a cargo do académico Hilário da Silva Nhamuche, e os comentários sobre a obra caberá à Flora Ozias Mate Chuma, prefaciadora do livro.

Em “O destino imprevisível de uma alma inocente”, conhecemos Samira. Movida por sonhos de justiça e guiada pelos valores da sua família, Samira, nascida numa comunidade rural do interior de Gaza, ruma para Maputo estudar Direito, mergulhando num mundo novo, onde a cidade pulsa com seduções, armadilhas e promessas cintilantes.

À medida que tenta manter-se fiel às suas raízes, vê-se envolvida com colegas cujos caminhos contrastam radicalmente com o seu. Entre amizades ambíguas, perdas irreparáveis e a influência subtil de uma figura manipuladora, Samira terá de escolher entre o brilho passageiro da cidade e a luz firme da sua consciência.

Na sua nota de prefácio, Flora Ozias Mate Chuma destaca que “a escrita de Chavane é profundamente sensorial e introspectiva. O autor constrói uma prosa que alterna entre a doçura poética e a lucidez cortante, evocando uma linguagem que é, ao mesmo tempo, simples e espiritual. A sua narrativa revela um domínio raro da emoção, convidando o leitor a mergulhar não apenas na história, mas também nas camadas mais silenciosas da alma.”

Félix Chavane, nascido em 1980 no distrito de Chibuto, província de Gaza, cresceu cultivando a sensibilidade pelas palavras, pela reflexão e pela vida comunitária. Professor de Francês, actualmente afecto ao Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia de Chibuto, como Técnico Pedagógico, coordena as actividades do Ensino Secundário ao nível distrital. Hilário da Silva Nhamuche, natural e residente em Chibuto, província de Gaza, é Docente, Pesquisador da Educação e Consultor Académico.

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Cultura

Mia Couto recebe o título de Doutor Honoris Causa na Hungria

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Mia Couto recebeu o título de honoris Causa no Brasil

O escritor Mia Couto foi galardoado com o título de Doutor Honoris Causa pela Universidade Eötvös Loránd (ELTE), da Hungria.

Para além do escritor moçambicano, a prestigiada universidade baseada em Budapeste, homenageou também quatro cientistas internacionais pelos seus feitos de importância global.

Em cerimónia realizada na sexta-feira, 08 de Maio, durante a mensagem laudatória da universidade a escolha do escritor moçambicano foi justificada por ser uma “voz incontornável dos povos do chamado Sul Global e pela notoriedade da sua obra traduzida e premiada em dezenas de países de todos os continentes.”

Na sua mensagem durante a cerimónia de gala Mia Couto partilhou aquele galardão de mérito com todos os escritores moçambicanos e com todos os professores que “se empenham em trazer luz e esperança para as novas gerações de Moçambique”

Mia Couto é um dos mais importantes escritores africanos contemporâneos. Autor de mais de 30 livros entre romances, contos, poesia e crónicas, tem a sua obra traduzida para mais de 30 línguas e publicada em diversos países. Vencedor do Prémio Camões, Mia Couto destaca-se pela recriação poética da língua portuguesa e pela forma como aborda a memória, a identidade, a tradição e os desafios sociais de Moçambique. A sua obra é referência incontornável da literatura africana e lusófona, contribuindo para a projecção internacional da cultura moçambicana.

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Cultura

Xigubo pode tornar-se Património Cultural da Humanidade

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A dança Xigubo poderá vir a integrar a Lista Representativa do Património Cultural Imaterial da Humanidade da UNESCO.

A possibilidade de reconhecimento ganha impulso depois de os ministros da Cultura da CPLP, reunidos em Díli, Timor-Leste, terem decidido apoiar a inscrição das candidaturas de Angola, com o semba, e de Moçambique, com o Xigubo, na Lista do Património Cultural Imaterial da Humanidade.

A decisão foi tomada durante a XIV Reunião de Ministros da Cultura da organização, realizada a 5 de Maio, sob o tema “Salvaguarda da Herança Cultural na Promoção da Identidade e Cidadania na CPLP”.

O Xigubo é uma dança guerreira, praticada sobretudo no sul de Moçambique, com forte presença nas províncias de Maputo e Gaza.

A sua apresentação é marcada por filas de dançarinos, movimentos vigorosos, tambores, trajes adornados com peles e plumas, bem como escudos e bastões, numa encenação que remete para a preparação, defesa e celebração guerreira.

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