Connect with us
Publicidade Xigubo Desktop

Publicidade

Cultura

Khronic junta África e América na mesma linha de tempo

Publicado

aos

Khronic junta África e América na mesma linha de tempo

O renomado rapper moçambicano Khronic, reconhecido por ser uma referência do movimento hip hop em português, acaba de lançar seu mais novo álbum de originais, intitulado “Linha do Tempo“. Composto por 13 faixas, o projecto é uma representação cronológica da trajectória humana, desde o momento de seu nascimento até a morte, contemplando também reflexões sobre o processo de desencarnação e evolução espiritual.

O álbum promete ser uma jornada única de autoconhecimento e desenvolvimento pessoal por meio da música, com participações de importantes artistas do universo lusófono, incluindo Duas Caras, Hernâni da Silva, Mark Exodus, Mikas Cabral, Mundo Segundo, Fuse e Ga daLomba. Nos Estados Unidos, Khronic se aliou a nomes importantes da cultura hip hop como Masta Ace, M.O.P. e Outlawz.

A obra é baseada em diferentes ensinamentos e pesquisas, onde Khronic assume que há uma razão fundamental para a existência que é a reforma íntima e a transformação do carácter.

As colaborações internacionais fazem parte de uma estratégia criada com objectivo de celebrar a cultura que é transversal a todos os intervenientes. A produção do álbum foi assinada por Polegar Beatz, Hermetiko, Menfis_Segundo Piso, Edy Mc e pelo próprio Khronic.

O disco já está disponível em todas as plataformas de streaming e apresenta três faixas promocionais lançadas anteriormente: “Dar as Mãos” feat Mikas Cabral, “Zero Ego” feat Mundo Segundo & Fuse e “Espírito Livre II” feat Rage. O álbum é o primeiro volume do projeto “Linha do Tempo”, que terá um segundo volume em breve.

Continuar a ler

Cultura

AZGO Sessions Vol. 2 junta Xixel Langa e António Marcos num encontro entre gerações e escolas musicais

Publicado

aos

Por

O Centro Cultural Franco-Moçambicano, em Maputo, acolhe nesta sexta-feira, 2 de Outubro, a partir das 20h00, a segunda edição do AZGO Sessions, plataforma de encontros musicais que aproxima artistas de diferentes gerações, percursos e linguagens. Nesta edição, o palco será partilhado por Xixel Langa e António Marcos.

Depois de ter reunido Roberto Chitsondzo e Hélio Beatz na sua primeira edição, realizada em Maio, o AZGO Sessions regressa com a mesma proposta de promover o diálogo entre diferentes escolas e experiências da música moçambicana.

Duas gerações, diferentes caminhos

Com trajectórias construídas em diferentes momentos da música moçambicana, Xixel Langa e António Marcos representam duas gerações e distintas formas de interpretar, criar e viver a música.

O encontro pretende colocar em diálogo referências, influências, sonoridades e experiências de palco que, embora partam de contextos diferentes, encontram na música um território comum.

Xixel Langa traz para esta edição um percurso ligado à música moçambicana contemporânea, marcado pela exploração da voz, da composição e de diferentes matrizes culturais e sonoras. Ao longo da sua carreira, a artista tem desenvolvido uma linguagem própria, estabelecendo pontes entre elementos da tradição e abordagens contemporâneas.

António Marcos chega ao AZGO Sessions com uma identidade musical construída a partir das suas próprias referências e experiências, contribuindo para o cruzamento de diferentes formas de interpretar e desenvolver a criação musical.

Mais do que reunir dois artistas num mesmo cartaz, o AZGO Sessions procura criar um verdadeiro encontro artístico, onde as diferenças de geração, linguagem e percurso possam abrir espaço para novas experiências e possibilidades de colaboração.

Um espaço para o diálogo musical

A segunda edição do AZGO Sessions reforça a aposta na aproximação entre diferentes gerações da música moçambicana, promovendo a partilha de experiências e a descoberta de novas linguagens.

A plataforma assume-se como um espaço de experimentação e intercâmbio, onde a música funciona como ponto de encontro entre diferentes épocas, referências e sensibilidades.

Sobre o Festival AZGO

O Festival AZGO é um festival internacional de artes realizado em Moçambique, com uma programação dedicada à música, cinema, dança e outras expressões artísticas. O festival tem como foco a valorização de artistas moçambicanos e africanos, criando oportunidades de encontro entre talentos emergentes e nomes já estabelecidos.

Mais do que um festival, o AZGO procura afirmar-se como uma plataforma de colaboração, intercâmbio cultural e criação de novas audiências.

O nome “AZGO” deriva de uma antiga expressão usada em Maputo que significa “vamos” — um convite para revisitar culturas e patrimónios, promover a diversidade e celebrar as artes.

A segunda edição do AZGO Sessions acontece esta sexta-feira, 2 de Outubro, às 20h00, no Centro Cultural Franco-Moçambicano, em Maputo, com Xixel Langa e António Marcos.

Continuar a ler

Cultura

Júlio Paruque Nomea Assa Matusse como embaixadora da cultura na cidade da Matola

Publicado

aos

O Município da Matola assinou ontem, na Cidade de Maputo, um Memorando de Entendimento com a cantora moçambicana Assa Matusse, numa iniciativa que visa reforçar e intensificar as actividades culturais e artísticas na Cidade da Matola.

No âmbito da parceria, o Presidente do Conselho Municipal da Matola, Júlio Paruque, nomeou a artista como Embaixadora da Cultura da Cidade da Matola.

Através desta colaboração, o Município da Matola e Assa Matusse pretendem trabalhar conjuntamente na promoção das artes, valorização dos artistas e criação de mais oportunidades para o desenvolvimento cultural da cidade.

A iniciativa representa mais um passo na aposta do município na cultura como um importante instrumento de identidade, inclusão e desenvolvimento.

Continuar a ler

Cultura

Conheça os 8 moçambicanos semifinalistas do Prémio Oceanos

Publicado

aos

Por

Oito escritores moçambicanos figuram entre os 54 semifinalistas do Prémio de Literatura em Língua Portuguesa Oceanos, uma das mais importantes distinções literárias do espaço lusófono.

A representação nacional inclui cinco autores na categoria de poesia Zacarias Nguenha, Ben Jone, Britos Baptista, Pedro Pereira Lopes e Whaskety Fernando e três na prosa, João Paulo Borges Coelho, Énia Lipanga e Lucílio Manjate.

Entre as obras seleccionadas estão Costurar a Linguagem, Para Espantar Horror do Tempo, Para o Naufrágio do Fogo, Tratado das Coisas Sensíveis e Tratado sobre Noite, na poesia. Na prosa, seguem na corrida Narração Nocturna, Sob a Capulana do Destino e Outros Contos e Última Memória: Entrevista com Sthoe. No total, o prémio reúne 26 semifinalistas na prosa e 28 na poesia, com representantes de Moçambique, Angola, Brasil e Portugal.

Moçambique também está representado no júri intermédio, através de Álvaro Taruma, na prosa, e Francisco Guita Jr., na poesia. Os jurados têm até 12 de Outubro para seleccionar cinco obras de cada categoria, que avançarão para a final.

Continuar a ler