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Kamané vira meme depois de tatuar um suposto microfone 

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O rapper moçambicano Kamané está no centro das atenções das redes sociais após fazer uma tatuagem em seu braço esquerdo. O artista decidiu eternizar sua paixão pela música tatuando um microfone em sua pele, mas a escolha acabou gerando uma confusão.

Alguns internautas apontaram que a tatuagem não ficou bem-feita e recomendaram que Kamané resolvesse o problema, e como na internet nada passa batido, memes foram feitos. 

A tatuagem, que inicialmente era para ser uma homenagem à sua arte, rapidamente se tornou motivo de piada entre os usuários do facebook, que não pouparam críticas à qualidade do desenho. 

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Por que Mr Dino não assinou “Mentiras da Verdade” de Azagaia? Descubra

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O produtor moçambicano Mr Dino revelou, durante a sua participação no Vinyl Studio, que preferiu não assinar a produção da música As Mentiras da Verdade, um dos maiores clássicos de intervenção social do rapper Azagaia.

Sem entrar em muitos detalhes sobre os motivos, Mr Dino explicou apenas que decidiu não colocar a sua assinatura no tema, numa altura em que Azagaia já enfrentava forte pressão e polémica por causa das suas músicas e posicionamentos políticos.

A decisão poderá ter estado ligada ao contexto sensível da época, marcado pela intensidade da mensagem da canção e pela perseguição e censura que o rapper enfrentava.

Lançada em 2007, “As Mentiras da Verdade” tornou-se uma das músicas mais marcantes da história do hip-hop moçambicano. A faixa aborda temas como corrupção, manipulação da informação, desigualdade social, sistema judicial, pobreza e alegadas conspirações políticas em Moçambique.

A música gerou enorme debate público por citar figuras e acontecimentos sensíveis da história política nacional, incluindo referências à morte de Samora Machel, ao caso Carlos Cardoso, corrupção no Estado e influência dos media.

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DJ Junior defende Kamane Kamas após críticas sobre forma de viver o luto

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O músico e criador de conteúdos Kamane Kamas tem estado no centro de debate nas redes sociais, onde alguns internautas têm questionado a forma como o artista tem lidado publicamente com o período após a morte da sua esposa, apontando que o mesmo aparenta estar “bem e feliz”.

Face a estas críticas, o também artista Deejay Junior pronunciou-se através de uma publicação nas redes sociais, apelando ao respeito pela vida pessoal de Kamane Kamas e criticando aquilo que considera ser uma intromissão excessiva dos internautas.

No seu texto, Deejay Junior escreveu que “ninguém deve se meter na vida do outro” e questionou a tendência de se querer ditar como cada pessoa deve viver o seu processo de luto. O artista mostrou-se ainda indignado com o nível de julgamento nas redes sociais, afirmando que “já nos achamos no direito de dizer como o outro deve viver a vida dele”.

A publicação termina com um apelo directo ao respeito pela privacidade, sublinhando que não pretende abrir espaço para comentários sobre o assunto.

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Porto Manyisa lança o seu terceiro romance em Maputo

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O Centro Cultural Português acolhe, no próximo dia 26 de Maio, às 18 horas, o lançamento do livro “Misava amina ntlharhi”, obra escrita em Xirhonga pelo escritor moçambicano Porto Manyisa. A apresentação da obra estará a cargo do académico Elídio Nhamona.

Com o título traduzido livremente como “Não existe o mais esperto no mundo”, o livro acompanha a trajectória de Vicentana, um jovem pastor do interior que deixa a sua terra natal em busca de melhores condições de vida na cidade de Maputo. Depois de um desentendimento com o patrão, acaba por se envolver numa vida de criminalidade ao lado de amigos de infância. Entre assaltos, fugas e perdas, a narrativa explora temas como ambição, escolhas erradas e as consequências inevitáveis das decisões tomadas ao longo da vida.

Natural da então cidade de Lourenço Marques, actual Maputo, Porto Manyisa é escritor de língua Xirhonga e membro efectivo da Associação dos Escritores de Moçambique, além de integrar a Associação LusoLetras, sediada no Porto, em Portugal, e o Núcleo de Escritores e Declamadores Tsonga da África do Sul, com sede em Johanesburgo.

O autor publicou anteriormente os romances “Mhalu”, lançado em 1989 com apoio da UNESCO, e “Nghozini”, publicado em 1994 com financiamento da Norad e da Igreja Presbiteriana de Moçambique.

Já Elídio Nhamona é professor, crítico literário e pesquisador moçambicano, com doutoramento e mestrado em Estudos Comparados de Língua Portuguesa pela Universidade de São Paulo, além de formação em Linguística pela Universidade Eduardo Mondlane. Actualmente, lecciona literatura, artes e cultura moçambicana na Faculdade de Letras e Ciências Sociais da Universidade Eduardo Mondlane.

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