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Kamané sugere que Guyzelh Ramos regresse à escola
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No último episódio do Show do Fred, o músico moçambicano Kamané Kamas fez comentários notáveis sobre o influencer e promotor de eventos Guyzelh Ramos, sugerindo que deveria considerar voltar à escola para aprimorar sua educação e crescimento pessoal.
Durante a entrevista no programa, Kamané Kamas compartilhou suas opiniões sobre o papel da educação na formação do caráter e no desenvolvimento pessoal. Ele afirmou que, em sua perspectiva, o retorno à sala de aula poderia ser uma experiência enriquecedora para Guyzelh Ramos, proporcionando-lhe uma base sólida para enfrentar os desafios da vida.
Até o momento, Gulzlh Ramos não respondeu publicamente aos comentários de Kamané Kamas. Esta não é a primeira vez que Kamane expressa essa recomendação, destacando a importância do aprendizado contínuo.
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Nordino reage ao Prémio Ngoma Moçambique
O músico moçambicano Nordino Chambal reagiu com emoção à conquista do Prémio Ngoma 2025, um dos mais altos reconhecimentos das artes no país.
O artista partilhou o momento como uma vitória que simboliza anos de dedicação à música, destacando também a entrega de uma viatura como parte da premiação.
Ao recordar o seu percurso, Nordino revisitou os primeiros passos na televisão, quando em 2007 tentou participar no Fama Show sem sucesso. Anos depois, regressou e venceu o Super Tardes em 2012, mostrando que a persistência faz a diferença.
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Paulina Chiziane é a melhor escritora africana de 2026
A escritora moçambicana Paulina Chiziane foi distinguida como “Melhor Escritora de África de 2026”, no âmbito do African Award – Creators and Directors Excellence 2026, numa cerimónia realizada na noite de 28 de Abril, no Hotel Epic Sana, na cidade de Luanda.
A distinção reconhece o percurso literário da autora, marcado por uma abordagem crítica e sensível às questões sociais, culturais e de género, com forte incidência na realidade moçambicana.
Com uma obra consolidada no panorama literário africano, Paulina Chiziane continua a afirmar-se como uma das vozes mais influentes da literatura contemporânea, contribuindo para a projecção internacional da escrita moçambicana.
O galardão reforça, assim, o papel da autora na valorização da literatura africana, num momento em que as narrativas do continente ganham cada vez mais espaço e reconhecimento a nível global.
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Francisco Noa revisita a literatura colonial sobre Moçambique
O ensaísta, crítico literário e professor universitário Francisco Noa apresenta uma nova obra que revisita a literatura colonial sobre Moçambique, propondo uma leitura crítica das narrativas construídas durante esse período.
Na publicação “Impérios, Mitos e Miopia: Moçambique como Invenção Literária”, o autor analisa como a literatura colonial contribuiu para a construção de imagens distorcidas sobre Moçambique e o continente africano. Essas representações, muitas vezes marcadas por ideias de superioridade cultural e civilizacional, ajudaram a consolidar estereótipos e hierarquias que ainda hoje influenciam percepções.
A obra tem como principal objectivo desconstruir mitos e questionar as narrativas herdadas, mostrando de que forma o passado colonial continua a reflectir-se no presente. Ao revisitar esses textos, Noa convida o leitor a uma reflexão crítica sobre memória, identidade e poder.
Este livro posiciona-se como uma referência importante para estudiosos de literatura, memória colonial e estudos pós-coloniais, oferecendo ferramentas analíticas para compreender as dinâmicas históricas e culturais que moldam o olhar sobre África.
Natural de Inhambane, Francisco Noa é ensaísta, investigador e professor universitário, com uma vasta obra publicada na área da crítica literária e dos estudos africanos.