Fast Food
Kamané Kamas será o primeira alvo de piadas sem malícias no The Comedy Club
- Share
- Tweet /var/www/wptbox/wp-content/plugins/mvp-social-buttons/mvp-social-buttons.php on line 67
https://xigubo.com/wp-content/uploads/2023/05/ED1F0229-2D32-4863-AA14-BE102F53DBA7-640x600.jpeg&description=Kamané Kamas será o primeira alvo de piadas sem malícias no The Comedy Club', 'pinterestShare', 'width=750,height=350'); return false;" title="Pin This Post">
O multifacetado artista Kamané Kamas está prestes a embarcar em uma nova aventura no mundo do entretenimento. O artistas foi escolhido pela equipe do The Comedy Club, para servir de teste no primeiro show de roast no país, onde será alvo de piadas sobre ele mesmo verdadeiras e falsas.
A escolha de Kamané para a estreia do show, é vista pelo público como certeira, uma vez que este é conhecido por ter um lado humorístico e piadas fortes que vão de encontro com a ideia do evento.

O show de roast é uma novidade no cenário artístico moçambicano e consiste em um personagem, sentar-se em uma tribuna de honra para ser alvo de piadas falsas e verdadeiras, algumas até constrangedoras, com direito a resposta.
O Show acontecerá no Teatro Avenida, no centro da Cidade de Maputo, no dia 18 de Maio, das 19 às 20h30.
O evento está sendo organizado pela The Comedy Club, que tem a fundadora Maira Santos como uma das suas potentes mentes criativas.
Fast Food
Nordino reage ao Prémio Ngoma Moçambique
O músico moçambicano Nordino Chambal reagiu com emoção à conquista do Prémio Ngoma 2025, um dos mais altos reconhecimentos das artes no país.
O artista partilhou o momento como uma vitória que simboliza anos de dedicação à música, destacando também a entrega de uma viatura como parte da premiação.
Ao recordar o seu percurso, Nordino revisitou os primeiros passos na televisão, quando em 2007 tentou participar no Fama Show sem sucesso. Anos depois, regressou e venceu o Super Tardes em 2012, mostrando que a persistência faz a diferença.
Fast Food
Paulina Chiziane é a melhor escritora africana de 2026
A escritora moçambicana Paulina Chiziane foi distinguida como “Melhor Escritora de África de 2026”, no âmbito do African Award – Creators and Directors Excellence 2026, numa cerimónia realizada na noite de 28 de Abril, no Hotel Epic Sana, na cidade de Luanda.
A distinção reconhece o percurso literário da autora, marcado por uma abordagem crítica e sensível às questões sociais, culturais e de género, com forte incidência na realidade moçambicana.
Com uma obra consolidada no panorama literário africano, Paulina Chiziane continua a afirmar-se como uma das vozes mais influentes da literatura contemporânea, contribuindo para a projecção internacional da escrita moçambicana.
O galardão reforça, assim, o papel da autora na valorização da literatura africana, num momento em que as narrativas do continente ganham cada vez mais espaço e reconhecimento a nível global.
Fast Food
Francisco Noa revisita a literatura colonial sobre Moçambique
O ensaísta, crítico literário e professor universitário Francisco Noa apresenta uma nova obra que revisita a literatura colonial sobre Moçambique, propondo uma leitura crítica das narrativas construídas durante esse período.
Na publicação “Impérios, Mitos e Miopia: Moçambique como Invenção Literária”, o autor analisa como a literatura colonial contribuiu para a construção de imagens distorcidas sobre Moçambique e o continente africano. Essas representações, muitas vezes marcadas por ideias de superioridade cultural e civilizacional, ajudaram a consolidar estereótipos e hierarquias que ainda hoje influenciam percepções.
A obra tem como principal objectivo desconstruir mitos e questionar as narrativas herdadas, mostrando de que forma o passado colonial continua a reflectir-se no presente. Ao revisitar esses textos, Noa convida o leitor a uma reflexão crítica sobre memória, identidade e poder.
Este livro posiciona-se como uma referência importante para estudiosos de literatura, memória colonial e estudos pós-coloniais, oferecendo ferramentas analíticas para compreender as dinâmicas históricas e culturais que moldam o olhar sobre África.
Natural de Inhambane, Francisco Noa é ensaísta, investigador e professor universitário, com uma vasta obra publicada na área da crítica literária e dos estudos africanos.