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Kamané diz que os moçambicanos não valorizam artistas nacionais
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Há dias o cantor e mestre de cerimónias (MC) Carlos Manuel Hama ou simplesmente Kamané Kamas, surpreendeu ao público com sua nova música intitulada “Valor Nacional” que mereceu sua estreia no programa Btaidas, Tv Sucesso.
Uma música que merece atenção de todos ,pois, abre um espaço de refelexão e crítica para os ouvintes e a sociedade no geral pela mensagem que sobrecarrega. O artista aborda o que há anos vem sendo discutido desde aos meios de comunicação até a classe artística através de música, literatura, teatro e outras formas de manifestações artísticas, no que respeita a valorização dos artista local e o consumo nacional.
Kamané, como os outros entende o artista nacional ainda vive de migalhas deixadas pelo estrangeiro que vem carregar o dinheiro para o seu país. Enquanto não valorizar-se a nossa arte, o esforço e tempo empreendido somentente irá beneficiar os músicos de fora. “Não valorizamos o que é nosso. Fazemos tanto esforço para ver o estrangeiro em Moçambique. Isso é regar e não colher. Plantar e não comer. Nascer para morrer ou viver em prol do outro ”.
O seu desabafo não se limitou simplesmente a classe artística, numa altura que o labe-botismo e a prostituição tornaram-se a forma fácil de viver, Kamané, recohece que o país não está de mal a pior: “Ontem Moçambique era nação, hoje tornou-se babilonia a rainha da prostituição”
Em linhas gerais o Lider Supremo, faz crítica aos problemas do país sobretudo a valorização dos artistas nacionais que ainda dançam a música dos angolanos e Sul Africanos. Hama responsabilizou a todos actores sociais que historicamente foram instruidas a consumir valorizar tudo que é de fora.
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Isabel Novella lança nova “Karingana”
A cantora moçambicana radicada em Lisboa, Isabel Novella, lançou recentemente o seu novo trabalho intitulado “Karingana”, uma canção que valoriza a tradição africana da oralidade e a transmissão de valores de geração em geração.
O videoclipe oficial da música está previsto para estrear no dia 5 de fevereiro, reforçando a proposta artística da cantora de resgatar narrativas ancestrais através da música.
Inspirada na expressão tradicional “Karingana ua Karingana”, usada para anunciar o início de uma história à volta da fogueira, a artista destaca o papel da voz na preservação da memória colectiva e na formação de identidades culturais.
Com uma sonoridade intimista e orgânica, a música combina elementos da tradição africana com influências contemporâneas, especialmente jazzísticas, convidando o público à escuta e à reconexão com as raízes culturais.
A produção da música está a cargo do músico e produtor Isildo Novela, irmão da cantora, numa colaboração artística próxima. Gravado entre Portugal e Dinamarca, “Karingana” marca o início de uma nova fase artística mais introspectiva e ligada à ancestralidade, antecipando o lançamento de um novo álbum previsto ainda para este ano.
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Festival Marrabenta celebra 19ª edição com sessões solidárias para vítimas das cheias
A Marrabenta Set & Technology e parceiros anunciaram a 19ª Edição do Festival Marrabenta, o maior evento cultural anual de Moçambique, que decorrerá de 2 a 7 de fevereiro.
O festival celebra a rica herança musical moçambicana e presta homenagem aos músicos que promovem a marrabenta, um dos estilos mais emblemáticos da identidade cultural do país.
Nesta edição, o festival terá sessões itinerantes em centros de acolhimento de vítimas das cheias e inundações, incluindo Marracuene, Moamba, Matola, Boane e Xai-Xai. A iniciativa também está associada às comemorações do 131º aniversário da batalha de Gwaza Muthini, símbolo da resistência nacional contra o colonialismo português.
As actividades iniciam no dia 2 de fevereiro, na Casa da Marrabenta, em Cumbeza, com transmissão em directo pela Marrabenta TV Live, redes sociais e televisão. Artistas que marcaram as últimas 18 edições irão animar o evento, que alia cultura, tradição e solidariedade, apelando ao público para contribuir com doações para apoiar as comunidades afectadas pelas cheias.
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Maxh usa sua arte para ajudar vítimas das cheias
O criador de conteúdos moçambicano Maxh e a sua esposa realizaram recentemente uma transmissão em directo nas redes sociais com o objectivo de angariar fundos para apoiar as vítimas das cheias que têm afetado várias regiões de Moçambique.
A iniciativa solidária surge num contexto de grande dificuldade para centenas de famílias que perderam bens. A transmissão mobilizou seguidores do casal a contribuírem com donativos em apoio aos mais necessitados.
Os valores arrecadados durante a live foram direcionados às vítimas, através do casal e de parceiros envolvidos na acção, que recorreram à sua influência nas redes sociais para sensibilizar e promover a solidariedade.