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K-Marques disponibiliza vídeo da música que vai animar o fim-de-semana longo
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O músico e dançarino moçambicano K-Marques disponibilizou hoje o vídeo do seu mais recente tema, “Tá Animar”, com direcção de Cr Boy.
O lançamento do vídeo acontece após a canção oficial ter ultrapassado a marca de um milhão de visualizações no YouTube, consolidando-se como o segundo grande êxito do artista desde o seu regresso aos estúdios, sucedendo a “Nhonga”.
A música retrata o espírito celebrativo das famílias moçambicanas, destacando o que tornam estas festas mais animadas.
Com “Tá animar”, K-Marques sublinha que, apesar das diferenças, quando as famílias moçambicanas se reúnem, a alegria prevalece.
O vídeo chega ao público às vésperas de um fim-de-semana prolongado, pelo Dia da Vitória, que, por coincidir com o domingo, se estende até segunda-feira.
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Sóstenes Rego alerta para importância das línguas maternas em Moçambique
O professor e pesquisador Sóstenes Rego apresentou, na quinta-feira passada, 20 de Fevereiro, na Associação dos Escritores Moçambicanos (AEMO), a palestra “A Língua Materna e suas Implicações no Nosso Quotidiano”, no âmbito das celebrações do Dia Internacional da Língua Materna.
A sessão, moderada pelo professor Gilberto Milice, proporcionou um momento de reflexão e diálogo sobre o papel das línguas maternas no desenvolvimento social, cultural e académico em Moçambique.
A iniciativa integrou o programa de actividades alusivas ao Dia Internacional da Língua Materna, celebrado anualmente a 21 de Fevereiro, data instituída pela UNESCO para incentivar a preservação e valorização da diversidade linguística.
Segundo a Associação dos Escritores Moçambicanos, o encontro reforçou a consciência sobre a importância das línguas maternas na construção da identidade e no acesso ao conhecimento.
O evento contou com a participação de membros da AEMO, estudantes, investigadores, comunicadores e público em geral, consolidando o compromisso da associação na promoção da literatura e do debate cultural em Moçambique.
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Karina Jamal anuncia agendas ecológicas
A empresária moçambicana Karina Jamal anunciou, através das suas redes sociais, a criação de uma nova linha de agendas produzidas a partir de papel reciclado, unindo sustentabilidade ambiental à promoção do emprego feminino no sector industrial.
Karina explicou que as agendas foram desenvolvidas pela Koko Boxes com o intuito de gerar mais oportunidades de trabalho para mulheres nas áreas de produção e operações industriais. “Abracem a nossa causa e juntem-se a nós em fazer escolhas mais sustentáveis”, escreveu a empresária, acrescentando que as agendas podem ser personalizadas para marcas e instituições.
Nas páginas internas das agendas, o texto reforça que o projecto transforma papel reciclado em novas oportunidades de vida, promovendo emprego feminino e sustentabilidade:
“Cada papel reciclado representa não apenas uma nova vida útil, mas também uma chance para várias mulheres florescerem nas suas carreiras. Juntos vamos construir um futuro mais verde e justo para todos.”
Para Karina Jamal e a equipa da Koko Boxes, o lançamento da agenda é mais do que um produto: é uma acção com impacto social e ambiental, reforçando a importância da inclusão económica das mulheres e da responsabilidade ambiental.
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Nova música de Marllen “vaiada” no facebook
A artista moçambicana Marllen Preta Negra, trouxe a tona a sua a música “Cheias (Swivanga Xirilo)” de 2015, como uma iniciativa que visa mobilizar ajuda humanitária para as vítimas das cheias que voltam a assolar Moçambique em 2026.
Segundo a publicação feita nas redes sociais, a obra surge como um apelo solidário para reduzir o sofrimento das famílias que perderam bens e foram obrigadas a abandonar as suas residências, procurando sensibilizar a sociedade para a gravidade da situação vivida nas zonas afetadas.
No entanto, a iniciativa gerou forte polémica nas redes sociais, com vários internautas a criticarem o recurso à música num contexto de calamidade. Alguns comentários questionam a utilidade do trabalho para quem se encontra em áreas inundadas, enquanto outros ironizam a proposta, considerando-a desnecessária perante a urgência de ajuda material.