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Júlia Duarte entrega barras na música de Dice: No Rap sou monstro

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A aclamada cantora Julia Duarte, conhecida por suas melodias suaves e românticas, surpreendeu os seus fãs ao explorar novos horizontes musicais.

Recentemente, colaborou com o rapper Dice na música VOLVO, na qual mostrou a sua versatilidade ao apresentar-se como uma rapper experiente.

Julia Duarte, cuja carreira é marcada por sucessos no estilo kizomba, aceitou o desafio de sair de sua zona de conforto e mergulhou no universo do hip-hop. Com um flow impressionante, ela provou que sua versatilidade musical não conhece limites.

Em um dos versos, Julia Duarte diz categoricamente “Na kizomba sou uma bela, no rap sou monstro”, um trocadilho em forma de reafirmação da sua inquestionável talento na kizomba e da sua coragem em navegar em mares agitados, o rap.

A música VOLVO que já está disponível em todas plataformas digitais, conta também com a participação de  Nelson Nhachungue, DJ Bavy e Djimeta.

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Porto Manyisa lança o seu terceiro romance em Maputo

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O Centro Cultural Português acolhe, no próximo dia 26 de Maio, às 18 horas, o lançamento do livro “Misava amina ntlharhi”, obra escrita em Xirhonga pelo escritor moçambicano Porto Manyisa. A apresentação da obra estará a cargo do académico Elídio Nhamona.

Com o título traduzido livremente como “Não existe o mais esperto no mundo”, o livro acompanha a trajectória de Vicentana, um jovem pastor do interior que deixa a sua terra natal em busca de melhores condições de vida na cidade de Maputo. Depois de um desentendimento com o patrão, acaba por se envolver numa vida de criminalidade ao lado de amigos de infância. Entre assaltos, fugas e perdas, a narrativa explora temas como ambição, escolhas erradas e as consequências inevitáveis das decisões tomadas ao longo da vida.

Natural da então cidade de Lourenço Marques, actual Maputo, Porto Manyisa é escritor de língua Xirhonga e membro efectivo da Associação dos Escritores de Moçambique, além de integrar a Associação LusoLetras, sediada no Porto, em Portugal, e o Núcleo de Escritores e Declamadores Tsonga da África do Sul, com sede em Johanesburgo.

O autor publicou anteriormente os romances “Mhalu”, lançado em 1989 com apoio da UNESCO, e “Nghozini”, publicado em 1994 com financiamento da Norad e da Igreja Presbiteriana de Moçambique.

Já Elídio Nhamona é professor, crítico literário e pesquisador moçambicano, com doutoramento e mestrado em Estudos Comparados de Língua Portuguesa pela Universidade de São Paulo, além de formação em Linguística pela Universidade Eduardo Mondlane. Actualmente, lecciona literatura, artes e cultura moçambicana na Faculdade de Letras e Ciências Sociais da Universidade Eduardo Mondlane.

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Aires Cossa aconselha jovens a pensarem bem antes de sair da casa dos pais

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O apresentador de televisão moçambicano Aires Cossa voltou a gerar reacções nas redes sociais após partilhar uma reflexão bem-humorada sobre os desafios da vida adulta e os custos de viver sozinho.

Na publicação, Aires Cossa aconselha os jovens maiores de idade a pensarem “10 vezes” antes de saírem da casa dos pais, afirmando que “não está fácil aqui fora”.

O apresentador sugeriu ainda, em tom descontraído, que muitos deveriam aproveitar o conforto da casa familiar enquanto organizam melhor a vida financeira. A mensagem rapidamente gerou identificação e comentários entre os internautas moçambicanos.

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Descubra o primeiro emprego de Tabasily

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Tabasily : Me arrependo de ter parado de estudar

O músico moçambicano Tabasily passou recentemente pelo podcast Tu Pra Tu, onde falou sobre a sua vida e trajectória profissional.

Questionado por Young Ricardo sobre como entrou no mundo da música, o músico levou-nos até algumas décadas atrás, quando teve de viver com a sua irmã na vizinha África do Sul. Devido a problemas familiares, viu-se obrigado a procurar emprego.

Apesar de não ter experiência na área, começou a trabalhar como ajudante de electricista, juntando as suas primeiras moedas para cumprir o sonho de infância: tornar-se músico e sustentar a sua família.

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