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Iveth abre o coração e fala sobre a falta que Azagaia faz
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A rapper moçambicana Iveth usou suas redes sociais para lembrar Azagaia, que faleceu em 9 de março de 2023. Em sua publicação, ela expressou profunda saudade e destacou o impacto duradouro do artista, que marcou gerações com sua voz e sua luta.
Além da homenagem nas palavras, Iveth também reforçou seu tributo através da música. No ano passado, ela lançou a canção Homenagem ao lado de Izlo H, Joe e Guto D’ Harculete, celebrando a trajetória de Azagaia. A música, que continua disponível nas plataformas digitais, foi bem recebida pelos fãs e pela cena do hip-hop moçambicano, que reconhecem a importância de manter viva a mensagem do rapper.
A publicação de Iveth reflete o impacto duradouro de Azagaia na cultura moçambicana e no hip-hop de intervenção.
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Crise financeira mata Festival Mafalala aos poucos
A falta de financiamento inviabilizou a realização do Festival Mafalala em 2025, uma das mais importantes iniciativas culturais da cidade de Maputo.
De acordo com informações avançadas pelo Jornal Notícias, a escassez de fundos e as dificuldades na obtenção de patrocínios impediram a concretização do evento, que tradicionalmente decorre no mês de Novembro e celebra o património histórico, social e cultural do bairro da Mafalala.
O director do Museu Mafalala, Ivan Laranjeira, segundo escreve o Notícias, explicou que o festival depende maioritariamente de financiamentos externos, sobretudo internacionais, e que os valores disponíveis não foram suficientes para cobrir os custos necessários para a sua realização.
Segundo Laranjeira, por se tratar de uma actividade comunitária e sem fins lucrativos, torna-se cada vez mais difícil convencer potenciais financiadores, num contexto marcado pela crise económica e pela redução do apoio às iniciativas culturais.
Apesar do cancelamento em 2025, a organização mantém a esperança de retomar o festival em edições futuras, por considerar que o Mafalala desempenha um papel fundamental na valorização da cultura local, na promoção da identidade nacional e na criação de oportunidades para artistas e comunidades.
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“Para dar certo na internet é preciso não ter vergonha” – Maxh
O criador de conteúdos digitais Maxh reagiu recentemente a um vídeo do seu colega Sette Seves, no qual este abordava a importância da persistência no mundo digital, mesmo em situações em que o criador acaba por “passar vergonha”.
No vídeo, Seves citava o exemplo de Young Ricardo que, durante a passagem do streamer americano Speed, foi barrado pelos seguranças e não conseguiu interagir, destacando que o sucesso na internet muitas vezes surge depois de fases marcadas por muita vergonha.
Ao concordar com a linha de pensamento de Sette Seves, Maxh defendeu que, para quem deseja alcançar o sucesso na internet, é fundamental eliminar a palavra “vergonha” do vocabulário.
Segundo o criador de conteúdos, quando se deixa o medo de lado, o percurso torna-se mais firme e assertivo, o que aumenta significativamente as hipóteses de dar certo. Para Maxh, quem hoje é visto como alguém que “passa vergonha”, amanhã pode facilmente ser reconhecido como um verdadeiro visionário.
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Assa Matusse: Jornalistas precisam ler sobre os artistas antes das entrevistas
A cantora moçambicana Assa Matusse recorreu às redes sociais para explicar os motivos do seu desconforto em participar em programas de televisão, depois de uma conversa privada trocada no Instagram, relacionada com a sua recente ida ao programa “Moçambique em Concerto”, da TV Sucesso, ter vindo a público.
Na troca de mensagens, a artista deixa claro que não se sente confortável com ambientes televisivos longos, marcados por espera excessiva e perguntas que considera desnecessárias.
Na mensagem, Assa afirma que não aprecia televisão, assume-se tímida e critica situações em que é obrigada a esperar muito tempo antes de entrar em estúdio, algo que, segundo ela, “suga toda a energia”. A cantora explica ainda que, por essas razões, costuma avisar da sua presença apenas na última hora.
O ponto mais sensível da sua declaração surge quando aponta uma falha recorrente no jornalismo de entretenimento nacional, defendendo que jornalistas e apresentadores devem ler e informar-se melhor sobre os artistas antes de os entrevistar, sublinhando que muitos profissionais não o fazem, o que contribui para entrevistas fracas e desconfortáveis.