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Hot Blaze realizou “o sonho” de encher Maxaquene
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Hot Blaze, cantor e compositor moçambicano, provou que é possível realizar eventos de grande sucesso apenas com artistas nacionais ao lotar o campo do Maxaquene com o aguardado Festival “O Sonho” no último sábado, 07 de outubro. O evento foi um verdadeiro marco na cena musical moçambicana, com uma plateia entusiasmada composta por fãs fervorosos e apoiadores da música local.
“O Sonho” não apenas destacou o talento de Hot Blaze, mas também serviu como plataforma para diversos artistas moçambicanos brilharem no palco, como é o caso de Denilson LA, Kayman, Os Proprios, Illan, Celestino Boma, Fake Twins DJ, Cris Fontana, Konfuzo 412, Wezyma, Simba Barvic, Weyder Jads dentre outros.
A presença maciça de público demonstra o poder e a capacidade da indústria musical nacional de atrair multidões e competir em pé de igualdade com eventos internacionais. Isso também ressalta a importância de investir e apoiar artistas locais, ao criar um cenário musical vibrante e sustentável em Moçambique.
Além disso, o sucesso de “O Sonho” é um testemunho da unidade e do espírito de comunidade que permeia a cena musical moçambicana, com artistas a colaborar e a poiar uns aos outros para oferecer experiências memoráveis aos fãs.
Hot Blaze e sua equipe conseguiram criar um evento que não só celebra a música local, mas também inspira uma nova geração de talentos a seguir seus sonhos na indústria musical moçambicana. Este festival, sem dúvida, deixa uma marca indelével na história da música de Moçambique e abre caminho para mais eventos de sucesso com talento local.
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Nova música de Marllen “vaiada” no facebook
A artista moçambicana Marllen Preta Negra, trouxe a tona a sua a música “Cheias (Swivanga Xirilo)” de 2015, como uma iniciativa que visa mobilizar ajuda humanitária para as vítimas das cheias que voltam a assolar Moçambique em 2026.
Segundo a publicação feita nas redes sociais, a obra surge como um apelo solidário para reduzir o sofrimento das famílias que perderam bens e foram obrigadas a abandonar as suas residências, procurando sensibilizar a sociedade para a gravidade da situação vivida nas zonas afetadas.
No entanto, a iniciativa gerou forte polémica nas redes sociais, com vários internautas a criticarem o recurso à música num contexto de calamidade. Alguns comentários questionam a utilidade do trabalho para quem se encontra em áreas inundadas, enquanto outros ironizam a proposta, considerando-a desnecessária perante a urgência de ajuda material.
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Maria Chale dá toque “Made in Moz a Ipanema
A criadora e artista visual Maria Chale tornou-se destaque recentemente ao trazer espirito moçambicano aos chinelos Ipanema, como forma de mostrar a sensibilidade e a essência cultural do país.
Conhecida por projectos de arte que exploram tradições e identidade moçambicana, Maria ganhou reconhecimento por exposições como “Ecos à Penumbra” e “Agente da Passiva”, reforçando a sua posição como uma das vozes criativas mais inovadoras da nova geração artística moçambicana.

O novo modelo de chinelo, divulgado pelas plataformas da Ipanema Moçambique, resulta de uma fusão estética inspirada em elementos simbólicos como o mussiro, a máscara Maconde e as paisagens que caracterizam o país.
A peça foi pensada como uma verdadeira celebração da cultura moçambicana um acessório que não é apenas moda, mas também um meio de expressar força, cor e alma em cada passo.
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5ª edição dos Prémios Mozal Artes e Cultura revela vencedores
A Kulungwana – Associação para o Desenvolvimento Cultural e a Mozal realizam esta quinta-feira, 06 de Novembro de 2025, às 19 horas, no Centro Cultural Moçambique-China, a gala onde se vão revelar os vencedores da 5ª Edição dos Prémios Mozal Artes e Cultura.
Trata-se da cerimónia em que para além do anúncio, serão atribuídos os respectivos prémios aos vencedores, que consiste no valor de 120 Mil Meticais e um troféu.
Pela primeira vez os Prémios Mozal Artes e Cultura receberam candidaturas de artistas e criativos de todas as províncias moçambicanas incluindo de artistas moçambicanos nas diásporas. Foram ao todo 103 candidatos para todas as sete categorias: Artes Visuais, Cinema e Audiovisuais, Dança, Fotografia, Teatro, Design de Moda e Vestuário, e Música.
Num processo de análise e avaliação rigorosa por um júri composto por profissionais de referência no sector criativo, foram nomeados 20 finalistas, com o Teatro a ter apenas dois candidatos na fase final, enquanto que as restantes categorias integram três finalistas.
Os Prémios celebram o melhor do talento artístico e cultural de Moçambique contribuindo a sua valorização e maior visibilidade do seu trabalho o que vai fortalecer o sector criativo do país.
Assim, os sete (7) vencedores dos Prémios Mozal Artes e Cultura 2025 sairão dos seguintes nomeados:
Artes Visuais: Nuno Silas, Lauro Munguambe e Rwejon
Fotografia: Ildefonso Colaço, Lillian Benny e Mário Cumbana
Cinema e Audiovisuais: Melchior Ferreira, Gil D’Oliveira e Narciso Mboa
Dança: Osvaldo Passirivo, Adriana Jamisse e Yuck Miranda
Design de Moda e Vestuário: Amarildo Rungo, Élio Gabriel e Rosimin Ejaza
Música: Az Khinera, Iveth e Banda Os Kassimbos
Teatro: Mateus Nhamuche e Aílton Zimila
Os Prémios Mozal Artes e Cultura, iniciativa da Mozal e da Associação Kulungwana têm como objectivo valorizar as artes e cultura moçambicanas, através do incentivo e divulgação de novos criadores de diferentes áreas artísticas, assim reforçando o apoio a novas criações e à promoção dos valores da arte contemporânea, num âmbito nacional.