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Cultura

Hernâni da Silva está de volta

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O rapper moçambicano Hernâni da Silva, considera um dos melhores em Moçambique por conta dos seus freestyles e músicas, que quase sempre identificam a realidade dos jovens no país, lançou recentemente duas músicas com participação de Hot Blaze e Dama do Bling, que marcam o seu regresso ao game, segundo diz no início da primeira música.

“Shooter” palavra em inglês que quando traduzida para português significa atirador, foi a primeira, onde com Hot Blaze no coro, atira contra tudo lembrando seu lugar no rap, chegando a intitular-se Deus da escrita, querendo mostrar desta forma que deve ser respeitado, pois não está no mesmo nível que os outros.

“Se quiserem podem comparar caligrafia nos 10 mandamentos”

No vídeo disponível na Youtube, as imagens giram em torno dos campos de seus desportos favoritos, Futebol e Basket, com desvios para ginásios e imagens de estúdio, dirigidas pela Case Graphic que tratou da imagem do trabalho.

Com Dama do Bling, canta “Partey”, uma música onde vestem a postura de um casal companheiro, onde a mulher descobre o motivo de seu esposo sempre voltar no dia seguinte das festas que costuma frequentar. Atribuindo a culpa ao DJ que toca músicas que da sua vibe e aos amigos que tornam o ambiente agradável.

Esta música que contou com produção de Ell Puto, surge em resposta ao anseio de seus seguidores que há muito tempo pediam um trabalho colaborativo entre os irmãos.

Importa referir que as músicas, são um aviso para o que está por vir na trilogia “Punchlines For Days III”, cujo primeiro foi lançado em 2017 e contém 9 faixas músicas e assinatura da Same Blood, os primos, carregada por rimas inteligentes e provocativas, sendo o segundo, lançado em 2019 com 8 faixas.

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Cultura

Yumiko Yoshioka apresenta “Before the Dawn” no Franco-Moçambicano

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A coreógrafa e bailarina japonesa Yumiko Yoshioka apresenta na quarta-feira, 22 de Abril, às 18h30, no Auditório do Centro Cultural Franco-Moçambicano, em Maputo, o espectáculo de dança contemporânea “Before the Dawn”.

A peça propõe uma experiência sensorial, em que o corpo em movimento se transforma continuamente, criando imagens, memórias e figuras que transitam entre o sonho e a realidade. Em palco, a artista constrói um universo dinâmico, marcado por mutações constantes e pela expressão corporal.

O espectáculo convida o público a mergulhar num jogo de luz e escuridão, explorando os limites entre o real e o imaginário.

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Cultura

Contos de Mia Couto entre os melhores do mundo

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Mia Couto,novo livro

O escritor moçambicano Mia Couto foi selecionado para integrar uma prestigiada coletânea internacional de contos lançada pela editora Penguin Random House. A obra, intitulada The Penguin Book of the International Short Story, reúne textos considerados entre os mais marcantes da ficção curta mundial.

Na antologia, Mia Couto participa com o conto “A Guerra dos Palhaços”, originalmente publicado no livro Estórias Abensonhadas. A versão em língua inglesa foi traduzida por Eric M.B. Becker, ampliando o alcance internacional da narrativa.

A coletânea reúne ainda nomes de grande destaque da literatura contemporânea, como Haruki Murakami, Olga Tokarczuk e Mo Yan. O espaço lusófono conta também com a presença da brasileira Carol Bensimon, com o conto “Faíscas”.

Vencedor do Prémio Camões em 2013, Mia Couto é amplamente reconhecido como um dos maiores nomes da literatura moçambicana, com obras traduzidas para diversas línguas e presença consolidada no panorama literário internacional.

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Cultura

“Vhana Vha N’wetì” leva fusão de jazz internacional ao CCFM

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O projecto musical “Vhana Vha N’wetì – Filhos da Lua” sobe ao palco do Centro Cultural Franco-Moçambicano (CCFM), em Maputo, este sábado, 18 de Abril, às 20h, no âmbito da 8ª edição do Jazz no Franco.

A iniciativa junta músicos de Moçambique, Finlândia e Noruega, num espectáculo que cruza diferentes tradições musicais, jazz contemporâneo e improvisação, tendo a Lua como símbolo de ligação entre culturas e geografias distintas.

Mais do que um concerto, trata-se de uma proposta de criação colectiva, onde artistas de diferentes origens partilham experiências sonoras e constroem em palco uma fusão musical marcada pela liberdade criativa e pela experimentação.

O elenco conta com nomes como o baterista moçambicano Deodato Siquir, o guitarrista Hélder Gonzaga, o saxofonista finlandês Pekka Pylkkänen e o guitarrista norueguês Steinar Aadnekvam, entre outros músicos que completam o projecto.

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