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Hernâni da Silva citado num trabalho de conclusão de curso
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Hoje, um estudante compartilhou a epígrafe de seu trabalho, onde citou uma frase que faz parte de uma das músicas do rapper moçambicano Hernâni da Silva.

A frase é um chamado à atenção para apostar em si mesmo, pois mesmo perdendo, sempre haverá lucro.
Importa referir que Hernâni da Silva não é o único artista a ser citado em um trabalho final de curso.
Recentemente, a famosa frase “já não há nada” de Fred fez parte da conclusão de uma estudante. Este tipo de acções em crescimento em Moçambique mostra o impacto que certas figuras moçambicanas têm na vida das pessoas em várias áreas, inclusive acadêmica.”
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Lara de Sousa apresenta “Kalunga” em Maputo
A realizadora Lara de Sousa apresenta a curta-metragem “Kalunga” na próxima quarta-feira, 15 de Abril, às 17h, no Auditório do Franco-Moçambicano, em Maputo.
A exibição do filme será seguida de uma conversa com o público, durante a qual a cineasta irá partilhar o seu percurso no cinema e as experiências que marcaram a sua formação e trajectória profissional.
Lara de Sousa já participou em espaços internacionais de referência como a Berlinale DocStation, o Durban Film Market e o Sundance Institute, experiências que, segundo a realizadora, contribuíram para o seu desenvolvimento no cinema independente.
O encontro pretende igualmente promover a reflexão sobre os desafios do cinema independente e as diferentes formas de construção de narrativas cinematográficas a partir de memórias, arquivos e vivências pessoais.
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Jimmy Dludlu prepara espetáculo de celebração de 40 anos de carreira
O guitarrista moçambicano Jimmy Dludlu prepara-se para celebrar 40 anos de uma carreira com um espetáculo especial agendado para o dia 24 de junho de 2026, nos Campos da UEM, em Maputo.
O evento promete ser uma homenagem à sua trajectória no Afro-Jazz, género no qual se afirmou como uma das maiores referências africanas, conquistando reconhecimento dentro e fora do continente.
Com produção de nível internacional, o concerto deverá contar com a participação de convidados de renome mundial, reforçando o carácter único da celebração.
Mais do que um espetáculo, a ocasião será um encontro entre gerações de amantes da música, celebrando o legado, a influência e a contribuição de Jimmy Dludlu para o desenvolvimento e projeção do Afro-Jazz.
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Iveth Marlene leva o rap moçambicano à academia
A rapper moçambicana Iveth Marlene entra para a academia ao ter a sua música “Mulher Heroína” incluída no livro “O Rap como Arte e Filosofia”, do professor e crítico Daúde Amade, que será lançado no dia 9 de Abril, no Instituto Guimarães Rosa, em Maputo.
A canção, de forte carga social, destaca o papel da mulher na sociedade e promove o empoderamento feminino, levantando questões sobre igualdade, respeito e representação cultural.
No livro, Daúde Amade propõe uma leitura do rap enquanto forma de arte e pensamento, mostrando como o género se tornou plataforma de intervenção social, destacando artistas que transformam a música em crítica e debate. O legado de Azagaia é igualmente abordado, reforçando o rap como instrumento de resistência e reflexão sobre a realidade moçambicana.
Refira-se que o lançamento será aberto ao público, reunindo artistas, académicos e fãs de hip-hop. Além da apresentação do livro, os presentes poderão participar em discussões, trocar experiências e adquirir exemplares da obra.