Fast Food
Gasso reivindica coroa de “King” da música moçambicana
- Share
- Tweet /var/www/wptbox/wp-content/plugins/mvp-social-buttons/mvp-social-buttons.php on line 67
https://xigubo.com/wp-content/uploads/2024/09/gasso.webp&description=Gasso reivindica coroa de “King” da música moçambicana ', 'pinterestShare', 'width=750,height=350'); return false;" title="Pin This Post">
O músico moçambicano Gasso afirmou ser o “King” da música moçambicana em um vídeo recentemente divulgado nas suas redes sociais. Segundo o artista, foi o primeiro músico moçambicano a alcançar a marca de um milhão de visualizações em seus trabalhos, destacando que, na época, em 2014 e 2015, as pessoas não davam o devido valor às plataformas digitais.
Gasso ressaltou que enfrentou dificuldades para ser compreendido quando falava sobre o impacto da sua música e da sua visão para o futuro da indústria, mencionou que seu sucesso não se limitou a Moçambique. O músico destacou que foi o primeiro artista do país a fazer sucesso na Europa, conquistando um público internacional.
Entre suas conquistas, o músico mencionou que a sua música “O Jeito Dela” atingiu a impressionante marca de 22 milhões de visualizações, reafirmando seu papel pioneiro na cena musical moçambicana.
Com essas declarações, Gasso busca reafirmar sua importância na história da música moçambicana, tanto a nível nacional quanto internacional.
Fast Food
Lukie apedrejada por querer cantar em Angola
A cantora moçambicana Lukie está a gerar polémica nas redes sociais após questionar a falta de espaço para artistas moçambicanos em Angola.
Num vídeo divulgado recentemente, a cantora afirmou que Moçambique sempre recebeu músicos angolanos “de braços abertos”, mas que o mesmo não acontece com os artistas nacionais no mercado angolano.
As declarações dividiram opiniões e motivaram reacções de várias figuras públicas, incluindo o músico Denny OG, que criticou Lukie por, segundo ele, “mendigar atenção” de Angola.
O artista defendeu que os músicos moçambicanos devem focar-se mais em fortalecer a sua identidade cultural, em vez de procurar validação fora do país.
Apesar das críticas, o posicionamento da cantora também recebeu apoio de internautas que concordam que existe pouco intercâmbio para os músicos moçambicanos em Angola.
A discussão reacendeu o debate sobre a valorização da música nacional, o papel dos promotores e os desafios da internacionalização dos artistas moçambicanos.
Fast Food
Hot Blaze chuta o balde da humildade, “Minha caneta é pesada”
O rapper e cantor moçambicano Hot Blaze afirmou, durante a sua participação no programa Impulso, da Radio Cidade, que descobriu o verdadeiro peso da sua escrita enquanto compositor.
O artista não escondeu a confiança ao falar da sua capacidade criativa, chegando mesmo a afirmar que, em termos de composição, se considera “número um” em Moçambique.
“Eu descobri que a minha caneta é muito pesada”, declarou.
Durante a conversa, Hot Blaze explicou que a sua forma de escrever foi influenciada pelo rap, género onde aprendeu a importância das punchlines e da força das letras, elementos que diz ter levado para músicas de amor e kizomba.
O músico aproveitou ainda para destacar o tema “Luta Forte”, que considera a melhor composição da história da música moçambicana, sublinhando o impacto que a música teve junto do público.
Fast Food
CCFM recebe concerto que junta Lindigo e Anna Sato
O Centro Cultural Franco-Moçambicano (CCFM), em Maputo, acolhe esta quinta-feira, 28 de Maio, às 19h, na Sala Grande, um concerto que junta dois projectos musicais de forte identidade artística internacional: Lindigo, da Ilha da Reunião, e Anna Sato, do Japão.
O espectáculo propõe um encontro entre tradições musicais distintas, num diálogo artístico entre o maloya contemporâneo da Ilha da Reunião e a música tradicional da ilha de Amami, no Japão, criando uma experiência de partilha cultural no mesmo palco.
Liderado por Olivier Araste, o projecto Lindigo é uma das principais referências do maloya contemporâneo, destacando-se pela energia colectiva das suas actuações e pela intensidade rítmica das suas composições, profundamente ligadas às raízes culturais da Ilha da Reunião.
Já Anna Sato é reconhecida como uma das vozes mais expressivas da ilha de Amami, com um percurso que cruza a música tradicional japonesa, colaborações internacionais e projectos artísticos que exploram diferentes linguagens sonoras.
Em palco, os dois projectos apresentam um concerto especial construído a partir do encontro entre estas duas abordagens musicais, valorizando a identidade cultural e a expressão artística como elementos centrais da performance.
Após a apresentação em Maputo, o projecto seguirá para o festival MTN Bushfire, no Eswatini, um dos mais importantes festivais de música e artes da região.
O CCFM destaca a relevância cultural deste encontro e convida o público e os órgãos de comunicação social a acompanharem este momento especial.