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Franco-moçambicano une-se ao Millennium Bim para fortalecer a cultura
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O Centro Cultural Franco-Moçambicano (CCFM) anunciou através de suas redes sociais a assinatura de uma nova parceria com o Millennium bim na manhã desta quarta-feira, 10 de julho.
O acordo visa fortalecer a promoção e divulgação da cultura moçambicana, financiando a produção de cinco exposições anuais e apoiando a continuidade das actividades culturais gratuitas para crianças, realizadas todos os sábados no CCFM.
Durante a conferência de imprensa, o diretor do CCFM, Vincent Frontczyk, destacou a missão contínua do centro em apoiar os artistas moçambicanos e garantir que o espaço seja inclusivo e acolhedor para todos.
“A parceria com o Millennium bim é um passo importante para continuarmos a promover a riqueza cultural de Moçambique e oferecer oportunidades para que as crianças se envolvam e aprendam sobre sua herança cultural”,
Vincent Frontczyk diretor do CCFM
Por sua vez, Moisés Jorge, Presidente do Conselho de Administração do Millennium bim, enfatizou a importância do apoio à cultura como uma forma de afirmar a identidade nacional e promover o desenvolvimento cultural do país.
“Apoiar a cultura é contribuir para a afirmação da nossa identidade e para o desenvolvimento cultural do país. Estamos muito felizes com esta parceria e acreditamos que ela contribuirá significativamente para o enriquecimento cultural de Moçambique,”
Moisés Jorge – PCA DO Millennium bim
A parceria reforça o compromisso do Millennium bim com o desenvolvimento das artes e cultura moçambicanas, um dos pilares fundamentais do seu programa de Responsabilidade Social.
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Énia Lipanga seleccionada para Fundo de Investimento para Criação de Obras Digitais no Oceano Índico
A escritora e activista social moçambicana Énia Lipanga foi seleccionada para integrar o ciclo II do Fundo de Investimento para a Criação de Obras Digitais no Oceano Índico, uma iniciativa que apoia projectos inovadores na área cultural e digital na região.
Entre cinco artistas e projectos seleccionados para este ciclo, Énia Lipanga representa Moçambique, destacando o país no panorama da criação contemporânea e reforçando a presença de narrativas autorais comprometidas com questões sociais e com o acesso democrático à cultura.
O fundo é promovido pela Comissão do Oceano Índico, no âmbito do projeto Indústrias Culturais e Criativas (ICC), com o apoio da Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD), e tem como objectivo impulsionar a produção de conteúdos digitais inovadores e de impacto.
A proposta da Énia Lipanga centra-se na adaptação do seu mais recente livro publicado no Brasil, Nada Será Devolvido em Silêncio, para o formato de audiobook.
Mais do que uma transposição de linguagem, o projecto nasce de uma intenção clara, ampliar o alcance da literatura para além das barreiras tradicionais de leitura. A obra pretende chegar a mulheres que não tiveram acesso à alfabetização, bem como a pessoas com deficiência visual, criando novas possibilidades de escuta, identificação e pertencimento.
Conhecida por uma escrita feminista, Énia Lipanga leva para este projecto uma abordagem sensível e politicamente consciente, onde a palavra falada se torna também ferramenta de inclusão e transformação social.
“Quero que a minha literatura possa ser ouvida por quem nunca pôde lê-la. Que essas histórias encontrem vidas, mesmo quando os olhos não podem alcançá-las”, afirma a autora.
A participação no fundo permitirá o desenvolvimento de uma obra digital com impacto social direto, contribuindo para a democratização do acesso à literatura no contexto moçambicano e na região do Oceano Índico.
Énia Lipanga é escritora, poetisa, jornalista e activista moçambicana. A sua obra e trajectória cruzam arte, direitos humanos e inclusão, com foco na valorização das mulheres e de pessoas com deficiência. É curadora do Palavras São Palavras e mentora do movimento Incluarte. Já representou Moçambique em diversos países e é autora de várias obras de poesia. Foi nomeada uma das 10 mulheres mais inspiradoras de 2022 pela Hamasa Magazine, incluída entre as 100 personalidades negras mais influentes da lusofonia pela Bantu Man, considerada melhor artevista de 2025 pela Plan International e condecorada com a Medalha de Honra e Direitos Humanos pelo Governo do Brasil em 2024.
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Twenty Fingers ganha 10 milhões com “Papá”
O músico moçambicano Twenty Fingers, anunciou alcançou com a música “Papá” a marca de 10 milhões de visualizações no YouTube.
Segundo partilhou o artista, dados da plataforma Kworb, o tema continua entre os três vídeos musicais mais vistos em Moçambique, demonstrando a forte aceitação do público e a permanência da obra nas preferências dos fãs.
O artista destacou ainda o impacto do projecto “Wawa Dele”, cuja trilogia incluindo “Wawa Dele”, “Wawa Dele Pro” e “Wawa Dele Pro Max”, já ultrapassa 65 milhões de visualizações no YouTube e soma mais de 5,4 milhões de streams no Spotify.
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“África não é pobre por falta de recursos é falta de união” Flash Enccy
O rapper moçambicano Flash Enccy partilhou, nas suas redes sociais, uma reflexão nas redes sociais após uma conversa com uma cidadã idosa, em Itália, que destacou a falta de união como um dos principais entraves ao desenvolvimento do continente africano.
O momento, descrito como marcante pelo próprio, ocorreu numa praça pública, onde, acompanhado pela esposa, abordou temas como pobreza, analfabetismo e política.
Durante a conversa, a interlocutora europeia afirmou que África é um continente rico em recursos, mas que não progride por não caminhar de forma unida.
A observação levou Flash Enccy a questionar os desafios estruturais do continente, apontando que, apesar da existência de terra fértil, riqueza natural e uma juventude dinâmica, persistem divisões internas, falta de cooperação entre países e lideranças focadas em interesses individuais.