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Fokiss lucra 4 milhões em uma música
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O jovem artista moçambicano Fokiss Júnior alcançou um marco notável com sua música “Empoderada Errada”, que ultrapassou 4 milhões de visualizações no YouTube. Este feito destaca a crescente influência do artista na cena musical nacional e internacional, especialmente no gênero Amapiano.
Lançada em 2024, “Empoderada Errada” é uma crítica social envolta em batidas dançantes. A letra aborda a trajetória de uma jovem que, ao buscar empoderamento, adopta comportamentos questionáveis, como abandonar os estudos e priorizar aparências e relacionamentos com homens mais velhos e financeiramente estáveis. A repetição da frase “Empoderada Errada” enfatiza a ironia e o alerta sobre escolhas que podem desviar do verdadeiro empoderamento feminino.
Fokiss Júnior, emergiu como uma das promessas da música moçambicana, especialmente no gênero Amapiano. Sua autenticidade e capacidade de abordar temas sociais com criatividade têm conquistado o público. Em uma entrevista ao X-Podcast, Fokiss compartilhou como “Empoderada Errada” transformou sua vida, destacando o impacto da música em sua carreira e na sociedade.
Recentemente, Fokiss Júnior esteve em estúdio com Cleyton da Drena, um dos maiores artistas do Afrohouse moçambicano. Este encontro sugere possíveis colaborações futuras que podem unir o Amapiano e o Afrohouse, prometendo inovações na música moçambicana.
O sucesso de “Empoderada Errada” reflete uma tendência crescente de artistas moçambicanos ganhando destaque em plataformas digitais. Com letras que abordam questões sociais relevantes e ritmos envolventes, Fokiss Júnior solidifica seu lugar como uma voz influente na música contemporânea de Moçambique.
Com uma base de fãs em expansão e reconhecimento crescente, Fokiss Júnior continua a impactar a cena musical, usando sua arte para provocar reflexão e entreter. “Empoderada Errada” não é apenas uma música de sucesso, mas também um símbolo do potencial transformador da música moçambicana no cenário global.
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“As Sementes do Céu” entre os livros infantis mais recomendados do mundo em 2026
O livro infantil “As Sementes do Céu”, de autoria do escritor moçambicano Mia Couto, com ilustrações de Susa Monteiro, foi seleccionado para a lista internacional dos livros infantis mais recomendados para 2026.
A selecção foi feita pela International Children and Youth’s Literature, organização que reuniu 200 títulos de literatura infantil publicados em 46 línguas e provenientes de 62 países.
Entre os critérios considerados pelo júri estão a relevância universal dos temas abordados, a qualidade literária e visual das obras, bem como a inovação temática ou gráfica.
A lista pretende dar visibilidade internacional às obras seleccionadas, sendo divulgada em bibliotecas e em importantes eventos do sector, entre os quais a Feira do Livro de Frankfurt, na Alemanha, e a Feira Internacional do Livro Infantil de Bolonha, em Itália.
“As Sementes do Céu” foi publicado este ano, de forma simultânea, pela Fundação Fernando Leite Couto, em Moçambique, e pela Editorial Caminho, em Portugal.
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“Eu mereço o melhor”, diz Dygo Boy em resposta a internautas
O rapper moçambicano Dygo Boy lançou “Fortaleça”, no âmbito da segunda parte do seu trabalho discográfico “Frescolandia”.
Na música, o rapper mostra-se seguro e firme sobre tudo o que conquistou, apesar de, por vezes, ser tratado como se não merecesse o que tem.
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Maputo acolhe Semana da Dança 2026 com artistas de vários países
A Cidade de Maputo prepara-se para acolher, de 21 a 27 de Setembro, a Semana da Dança 2026, uma iniciativa que vai reunir artistas, curadores, programadores, investigadores e outros profissionais das artes performativas de diferentes países e continentes.
O evento tem como objectivo promover a formação, experimentação artística e intercâmbio entre artistas e comunidades, através de workshops, encontros, partilhas de processos criativos, fóruns de debate e performances. Nesta edição, estarão representados países como África do Sul, Brasil, Costa do Marfim, França, Itália, Portugal, República Democrática do Congo e Tanzânia, numa programação que inclui mais de 20 apresentações performativas, workshops e fóruns.
As actividades vão decorrer em diferentes espaços culturais e comunitários da Cidade de Maputo e arredores, incluindo a Associação Cultural Casa Velha, Centro Cultural Franco-Moçambicano, Estúdio Mugangueni, em Macaneta, Paços do Município de Maputo, além de espaços não convencionais nos bairros da Polana Caniço.
Workshops promovem reflexão e formação artística
Entre os destaques da programação estão os workshops, que vão abordar temas ligados à profissionalização das artes cénicas, à curadoria a partir do território e à cenografia urbana.
Os encontros pretendem criar espaços de debate e experimentação entre profissionais, artistas em formação, estudantes e amantes da cultura, contribuindo para o reforço das competências dos fazedores das artes e para o desenvolvimento das Indústrias Culturais e Criativas.
Maputo acolhe Estação do Fórum da Bienal de Lyon
A Semana da Dança 2026 inclui ainda o Fórum – Estação Maputo, uma iniciativa da Bienal de Lyon que promove a criação de estações em diferentes territórios como espaços de encontro, reflexão e intercâmbio entre profissionais das artes performativas.
Em Maputo, a estação vai reunir artistas, curadores, programadores, investigadores e outros agentes culturais para discutir práticas, partilhar experiências e fortalecer redes de colaboração, com enfoque na dança contemporânea e nas artes performativas.
1 KM DE DANÇA leva a dança para as ruas
Outro destaque será o 1 KM DE DANÇA, uma iniciativa artístico-cultural que transforma um percurso de um quilómetro num circuito de dança, aproximando artistas e público através do movimento e da ocupação do espaço.
A iniciativa, implementada em Pantin, França, pela CND, e também realizada noutros países, convida artistas e público a percorrerem um quilómetro marcado por diferentes momentos de dança. Em Maputo, a proposta pretende valorizar as histórias, memórias e características dos lugares, criando uma experiência colectiva entre o corpo, o movimento e o espaço urbano.
Ao longo de uma semana, a Semana da Dança 2026 pretende colocar Maputo no centro de uma programação dedicada à dança e às artes performativas, criando oportunidades de aprendizagem, criação, diálogo e intercâmbio entre artistas nacionais e internacionais.