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Finalmente vai nascer Tonito de verdade, revela Maxh

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Maxh: A Arte de Encantar Audiências Através do Humor e Criatividade
Maxh anuncia que será pai pela primeira vez após casamento em 2022

O humorista Maxh emocionou seus seguidores ao anunciar que será pai pela primeira vez. A novidade foi compartilhada nas redes sociais, onde Maxh publicou um vídeo com sua esposa, Jéssica, mostrando a barriguinha de grávida.

O casal, que se casou em 2022, celebrou o momento com muita alegria e emoção, marcando uma nova fase em suas vidas. No vídeo, Maxh utilizou uma trend popular para revelar a gestação de forma criativa.

“Esperamos muito tempo para gravar este vídeo”. A frase demonstra a importância desse momento para os dois, que aguardavam ansiosamente pela chegada do primeiro filho.

Os fãs e colegas de Maxh rapidamente encheram a publicação de mensagens de felicitações e carinho. A gravidez do casal promete ser um dos momentos mais acompanhados pelos admiradores do humorista.

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Auset Center promove sessão de reflexão sobre o continente africano no Dia de África

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A Auset Center promove, no próximo dia 25 de Maio, uma sessão pública de reflexão intitulada “Pensar África Hoje: memória, presente e futuro”, em celebração do Dia de África. O encontro terá lugar na Galeria do Porto, na cidade de Maputo, e pretende reunir jovens, estudantes, docentes e todos os interessados num diálogo sobre os desafios e perspectivas do continente africano.

O evento contará com a participação de três painelistas que irão abordar diferentes dimensões do continente: o passado, o presente e o futuro de África. Segundo Amélia “Mel” Matsinhe, fundadora do Auset Center, a iniciativa surge como uma forma de incentivar o debate sobre o percurso de África enquanto continente diverso, mas com desafios comuns, destacando igualmente o papel da juventude na construção do seu futuro.

“Esta iniciativa visa contribuir para o debate existente sobre o percurso de África como um continente diverso, mas com características comuns, e foca-se no papel que os jovens podem ocupar para o seu progresso, numa fase em que o mundo está a mudar com grande rapidez”, afirma Matsinhe, questionando ainda se “África vai ficar de fora nesta fase de transformação vertiginosa”.

Entre os convidados estão Helder Nhamaze, antropólogo, pesquisador e docente universitário; Estêvao Sitefane, Director-Geral da Mawonelo e criador do aplicativo Carta Fácil-MZ; e Amélia “Mel” Matsinhe, músico, escritora, historiadora e fundadora do Auset Center. A moderação será conduzida por Rita Abel, também conhecida como Rabel Afrikanah, criadora do projecto cultural Despertar D’Afrika.

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Entrevista com Ivo Mahel custa 2…

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O músico moçambicano Ivo Mahel revelou a sua tabela de preços para participações em entrevistas em programas de televisão e rádio.

Os valores variam entre 5 e 25 mil meticais, podendo, em algumas ocasiões, incluir custos adicionais. Esta divulgação surge algum tempo depois de o artista ter afirmado que as televisões têm banalizado os músicos.

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Por que Mr Dino não assinou “Mentiras da Verdade” de Azagaia? Descubra

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O produtor moçambicano Mr Dino revelou, durante a sua participação no Vinyl Studio, que preferiu não assinar a produção da música As Mentiras da Verdade, um dos maiores clássicos de intervenção social do rapper Azagaia.

Sem entrar em muitos detalhes sobre os motivos, Mr Dino explicou apenas que decidiu não colocar a sua assinatura no tema, numa altura em que Azagaia já enfrentava forte pressão e polémica por causa das suas músicas e posicionamentos políticos.

A decisão poderá ter estado ligada ao contexto sensível da época, marcado pela intensidade da mensagem da canção e pela perseguição e censura que o rapper enfrentava.

Lançada em 2007, “As Mentiras da Verdade” tornou-se uma das músicas mais marcantes da história do hip-hop moçambicano. A faixa aborda temas como corrupção, manipulação da informação, desigualdade social, sistema judicial, pobreza e alegadas conspirações políticas em Moçambique.

A música gerou enorme debate público por citar figuras e acontecimentos sensíveis da história política nacional, incluindo referências à morte de Samora Machel, ao caso Carlos Cardoso, corrupção no Estado e influência dos media.

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