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Evolution Participações reconhecida com o selo “Made in Mozambique”
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A empresa moçambicana Evolution Participações foi distinguida esta terça-feira (19) com o selo “Orgulho Moçambicano. Made in Mozambique”. A cerimónia que teve lugar no edifício do Governo da Província de Maputo reconhece a empresa pelo seu impacto directo no crescimento da produção nacional.
Trata-se de uma cerimónia dirigida pelo Governador da Província de Maputo, Manuel Tule, que, na ocasião, referiu que o selo serve, primeiro, para identificar aquilo que é nosso, por isso que também se chama “Orgulho Moçambicano” e, segundo, é uma forma de promover a produção local, pois, este selo, é importante para a identificação desta mesma produção.
“Nós achamos que a atribuição deste selo pode ser dinamizador da produção local e da valorização dos serviços que nós prestamos como moçambicanos e como residentes da província de Maputo, em particular”, referiu Tule.
Para o governador, a partir de hoje, a Evolution Participações passa a pertencer ao grupo das empresas que em qualquer lugar e a qualquer momento se pode apresentar como empresa moçambicana, que defende o consumo e produção local e que promove aquilo que é nosso e pode se apresentar fora do país como empresa moçambicana.
Já o CEO da Evolution Participações, Teodósio Rey, não tem dúvida que o selo “Orgulho Moçambicano. Made in Mozambique” é a comprovação de que se trata de uma empresa efectivamente ‘Made in Mozambique’, pois representa Moçambique, os moçambicanos e a moçambicanidade, portanto, “estamos muito felizes por passar a ostentar este selo, porque, realmente, o nosso propósito é mostrar que nós produzimos em Moçambique, para Moçambique, e porque somos moçambicanos”.
Ainda que a responsabilidade seja maior, a partir de hoje, Teodósio Rey garante que não terá um grande impacto naquilo que é o profissionalismo e dedicação da empresa. “Vamos continuar a trabalhar da mesma forma, embora tenhamos uma responsabilidade acrescida porque se alguém punha em causa as nossas inovações, como, eventualmente, feitos por estrangeiros aqui está a prova de que somos ‘made in mozambique’”, conclui o CEO.
Importa referir que o reconhecimento “Orgulho Moçambicano. Made in Mozambique” é uma iniciativa do Conselho Executivo Provincial de Maputo, através da Direcção Provincial da Indústria e Comércio.
Evolution Participações é uma empresa jovem e dinâmica que emprega mais de 100 funcionários, maioritariamente moçambicanos, actuando nas áreas de eventos, metalomecânica, turismo e construção civil, mas com projecções de crescimento e alargamento do seu escopo.
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Mr Bow e Twenty Fingers encaixam 1 milhão
A música “Perdoa”, fruto da parceria entre Twenty Fingers e Mr. Bow, continua a somar êxitos nas plataformas digitais, tendo já ultrapassado a marca de um milhão de visualizações no YouTube.
Integrada no álbum do vídeo maker Cr Boy, a faixa destaca-se como uma das mais ouvidas do projecto.
Lançado há cerca de cinco meses, o videoclipe mantém-se em alta rotação, evidenciando a forte adesão do público e o impacto da junção de dois nomes consagrados da música nacional.
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Zander desiste da música moçambicana
Zander Baronet anunciou publicamente a sua despedida, através de um desabafo emocional partilhado nas redes sociais, onde expressa frustração com a falta de apoio do público, apesar da sua base significativa de seguidores.
Segundo o artista, projectos recentes não tiveram a recepção esperada, o lançamento de “L.O.V”, disponibilizado a 19 de Fevereiro, não ultrapassou as 40 mil visualizações, enquanto o mais recente trabalho, “Y.O.U”, registou apenas cerca de 100 visualizações e poucos comentários nas primeiras 48 horas. Estes números contrastam com os mais de 900 mil seguidores acumulados nas suas plataformas digitais.
Zander critica ainda aquilo que considera ser uma contradição no comportamento do público, o entusiasmo demonstrado presencialmente, que não se reflecte no apoio efectivo nas plataformas digitais. “O mesmo povo que me abraça para uma fotografia é o que se recusa a dar um clique”, refere.
Para além da falta de engajamento, o artista denuncia episódios de discriminação racial, particularmente dirigidos à sua esposa, criticada pela sua tonalidade de pele. O músico considera esta atitude uma “inversão de valores”, condenando a rejeição da identidade africana em detrimento de padrões externos.
Na mesma comunicação, revela ter encontrado maior valorização fora do seu país, na África do Sul, onde afirma estar a construir uma nova etapa da sua carreira. “Um guerreiro não fica onde não é honrado”, escreve, evocando as suas raízes ligadas ao povo amaZulu.
Anuncia ainda que passará a comunicar maioritariamente em língua inglesa, visando uma projecção internacional.
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Centro Cultural Franco-Moçambicano exibe filme francês “O Tempo de Amar”
O Centro Cultural Franco-Moçambicano vai exibir o filme O Tempo de Amar, da realizadora Katell Quillévéré, no dia 9 de Maio, às 17 horas, no auditório da instituição, em Maputo.
O filme conta uma história de amor situada no período pós-guerra, acompanhando duas personagens cujas vidas são marcadas por segredos e decisões difíceis.
Ao longo da narrativa, as escolhas dos protagonistas influenciam o rumo das suas vidas, num enredo que explora o amor, o tempo e as consequências das decisões humanas.