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Equipe de Paulina Chiziane agredida por seguranças de uma igreja em Maputo
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A equipa da escritora moçambicana Paulina Chiziane foi agredida esta tarde em Maputo, capital de Moçambique, por seguranças da Igreja Divina Esperança com o comando do pastor, quando tentava efectuava algumas fotos nas imediações de uma Igreja Divina Esperança para um próximo vídeo com o título Pobreza.
Os seguranças do pastor da igreja alegaram «falta de autorização para as filmagens» nas imediações e, acto continuo, levaram todos os membros da equipa, incluindo a própria escritora, para uma esquadra mais próxima, sem, contudo, chegar ao destino.
No local começaram a agredir o Vieira Mário- assessor da Paulina, Eduardo Salmo Poeta e Job elemento da equipa.
E psicologicamente todos ocupantes da viatura em que seguia a caravana artística de Paulina Chiziane, furtando o telemóvel desta última.
Como resultado das ofensas corporais, os membros da equipa foram encaminhados para uma unidade hospitalar, para assistência médica.
O caso foi entregue às autoridades policiais moçambicanas, apesar de os agentes da policia terem presenciado os actos de vandalismo como meros espectadores, segundo o porta-voz do grupo.
Vieira Mário Mauelele.
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Alonso Timba explora amor, perda e arrependimento em novo som
O músico e compositor moçambicano Alonso Timba acaba de lançar o seu mais recente single, intitulado “É Qual”, uma canção que explora as emoções do amor, do abandono e do arrependimento.
Na faixa, o artista narra a história de um homem deixado pela esposa sem qualquer despedida, que se vê a braços com noites difíceis e um vazio profundo.
Através da letra, o protagonista confessa o seu arrependimento e implora por uma segunda oportunidade, com versos que ficam na memória, como “a casa está vazia e noites mal dormidas”.
Alonso tem vindo a consolidar a sua presença no panorama musical moçambicano com temas como “Atrevida”, “Hoje Em Dia”, “Layla” e “Tá Bater”.
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Quelimane acolhe feira da Moda
A cidade de Quelimane vai receber, neste sábado 25 de Abril, das 10 às 19 horas a Feira da Moda, no centro cultural bons sinais, um evento que promete destacar criatividade, estilo e inovação, reunindo designers, empreendedores e amantes da moda num só espaço.
Organizada pela Cafridjah, a Feira da Moda surge como uma plataforma para apresentar novas coleções, valorizar o talento jovem da cidade e impulsionar a indústria cultural local. O público poderá desfrutar de exposições, venda de artigos exclusivos e um desfile de moda que marcará o lançamento das novas propostas da marca organizadora.
Sob o lema “Onde a Tradição Inspira a Inovação”, o evento pretende criar uma experiência diferenciada, promovendo não só a estética e o design, mas também um ambiente de partilha cultural e valorização da identidade moçambicana.
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Museu Nacional de Arte inaugura a exposição “Arte Assinada no Feminino 2026”
Foi inaugurada no dia 23 de Abril, ao final da tarde, no Museu Nacional de Arte (MUSART), a 26ª edição da exposição “Arte Assinada no Feminino”, uma iniciativa que celebra e promove a produção artística feminina em Moçambique.
O evento, que teve início às 17h nas instalações do museu, contou com a direcção da Secretária de Estado das Artes e Cultura, Matilde Muocha, e reuniu diversas figuras ligadas ao sector cultural, incluindo membros do Conselho Consultivo do Ministério da Educação e Cultura, artistas, colecionadores, galeristas, académicos, representantes do corpo diplomático e o público em geral.
Integrada no plano anual de actividades do MUSART, a exposição reafirma o compromisso da instituição com a valorização das artes plásticas e visuais, destacando a inovação e criatividade das mulheres artistas.
Desde o ano 2000, esta mostra tem servido como uma plataforma de visibilidade e reconhecimento, permitindo ao público acompanhar a evolução e a diversidade da produção artística no feminino.
Sob o lema “memória e futuro”, a edição deste ano propõe um diálogo entre diferentes gerações de artistas, cruzando linguagens, experiências e perspectivas. Mais do que uma exposição, trata-se de uma narrativa colectiva que revisita o percurso histórico das mulheres nas artes, ao mesmo tempo que aponta caminhos e ambições para o futuro.
A mostra estará patente até ao dia 07 de Junho de 2026, ocupando tanto a sala principal como o espaço temporário do museu.