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Equipe de Paulina Chiziane agredida por seguranças de uma igreja em Maputo
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A equipa da escritora moçambicana Paulina Chiziane foi agredida esta tarde em Maputo, capital de Moçambique, por seguranças da Igreja Divina Esperança com o comando do pastor, quando tentava efectuava algumas fotos nas imediações de uma Igreja Divina Esperança para um próximo vídeo com o título Pobreza.
Os seguranças do pastor da igreja alegaram «falta de autorização para as filmagens» nas imediações e, acto continuo, levaram todos os membros da equipa, incluindo a própria escritora, para uma esquadra mais próxima, sem, contudo, chegar ao destino.
No local começaram a agredir o Vieira Mário- assessor da Paulina, Eduardo Salmo Poeta e Job elemento da equipa.
E psicologicamente todos ocupantes da viatura em que seguia a caravana artística de Paulina Chiziane, furtando o telemóvel desta última.
Como resultado das ofensas corporais, os membros da equipa foram encaminhados para uma unidade hospitalar, para assistência médica.
O caso foi entregue às autoridades policiais moçambicanas, apesar de os agentes da policia terem presenciado os actos de vandalismo como meros espectadores, segundo o porta-voz do grupo.
Vieira Mário Mauelele.
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Frank Paco lança o álbum Belo Horizonte no CCFM com convidados de renome nacional e internacional
O baterista, compositor, cantor e produtor musical moçambicano Frank Paco apresenta oficialmente o seu mais recente álbum, Belo Horizonte, num concerto de lançamento que acontece na sexta-feira, 3 de Julho de 2026, no Centro Cultural Franco-Moçambicano (CCFM), em Maputo.
Gravado entre Estocolmo (Suécia) e Moçambique. Belo Horizonte é um projeto que celebra o encontro entre culturas, misturando jazz contemporâneo, ritmos africanos e sonoridades do mundo. O álbum reflete uma visão artística inspirada na identidade africana, na preservação cultural e na força da música como forma de unir pessoas.
Mais do que um concerto, será uma experiência artística completa, onde a música se cruza com a poesia e outras expressões criativas, prometendo uma noite especial para o público.
O espetáculo vai contar com participações especiais de grandes nomes da cena artística, como o guitarrista sul-africano Jimmy Dludlu, a cantora Xixel Langa, o cantor Valter Mabas, os poetas Féling Capela e Lucrécia Paco, a rapper Mila Paco, além de outras surpresas que vão tornar a noite ainda mais especial.
Frank Paco será acompanhado por um grupo de músicos moçambicanos de grande talento, interpretando composições originais do álbum, resultado de uma colaboração internacional entre artistas da Suécia e de Moçambique, Benin e Senegal.
Com uma carreira internacional de mais de três décadas, Frank Paco é uma das referências da música moçambicana além-fronteiras. Ao longo do seu percurso, já partilhou palco com nomes como Miriam Makeba, Hugh Masekela, Brenda Fassie, Johnny Clegg, Jimmy Dludlu, Papa Wemba, Lokua Kanza, entre muitos outros artistas marcantes da música africana e mundial.
O lançamento de Belo Horizonte marca mais um momento importante na sua trajetória artística e reforça o seu compromisso em promover Moçambique através da cultura, da criatividade e da música.
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Ziqo e Hélio Beatz juntam-se mais uma vez para um hit
O veterano músico Ziqo e o produtor e cantor Helio Beatz estão a preparar uma nova música, numa colaboração.
Reconhecido como uma das vozes mais marcantes do pandza clássico, Ziqo volta a cruzar caminhos com uma nova geração de criadores liderada por Helio Beatz, artista que tem vindo a modernizar o estilo através de sonoridades mais actuais e fusões afro urbanas.
Esta não será a primeira ligação musical entre os dois. Helio Beatz já trabalhou anteriormente com Ziqo em temas como “Deu no Que Deu”, mostrando que existe química artística entre ambos.
Embora o título da música ainda não tenha sido revelado, nas redes sociais vários seguidores já apontam a colaboração como um dos lançamentos mais aguardados do pandza em 2026.
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“Se fosse Presidente da República, ia fechar os programas das 16” – Kloro
O rapper moçambicano Kloro revelou recentemente que não reconhece relevância nos programas de entretenimento exibidos às 16 horas, alegando que os mesmos pouco contribuem para o crescimento e valorização do mundo artístico em Moçambique.
Segundo o artista, muitos desses conteúdos não agregam valor à cultura nacional nem criam espaço para o verdadeiro desenvolvimento dos músicos e criadores de conteúdo locais. Kloro entende que a televisão deve assumir um papel mais educativo e impulsionador da arte moçambicana.
Durante a conversa, o rapper foi mais longe e afirmou que, caso fosse Presidente da República, não permitiria a transmissão desse tipo de programas na televisão nacional, por considerar que os mesmos desviam a atenção de conteúdos mais construtivos para a sociedade.
Kloro fez estas declarações durante a sua participação no podcast “Tu pra Tu”, apresentado por Yong Ricardo, numa conversa que já está a gerar diferentes reações nas redes sociais.