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Duas Caras aposta no Afrobeat para internacionalizar a sua carreira 

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Duas Caras

O rapper Duas Caras decidiu abrir os seus horizontes e explorar o género musical global Afrobeats no seu novo trabalho intitulado “Fala como Homem”, cujo lançamento está previsto para o dia 19 de julho.

Segundo o comunicado que tivemos acesso, Duas Caras uniu forças com a Geobek Standard, liderada por George Beke, que já trabalhou com artistas internacionais de Afrobeats como Burna Boy e Mr. Eazi . Esta parceria visa projectar estrategicamente a música e a marca de Duas Caras dentro deste género musical que conquistou o mundo.

Falando sobre os seus novos projectos, Duas Caras revelou que passa a maioria do tempo em estúdio, actuando ao vivo e colaborando com outros artistas de Afrobeats de todo o mundo. Com este trabalho, Duas espera ganhar respeito na arena do rap. 

“Após anos fazendo rap e sendo consistentemente considerado o melhor rapper pelas massas, concluí que não tenho mais nada para oferecer no jogo do rap, além de apoiar outros artistas emergentes. É a coisa certa a fazer”

Duas Caras

A música “Fala como Homem” conta a história de uma mulher elegante, bonita e romântica que percebe não haver nenhum cavaleiro de armadura brilhante para salvá-la. A sua única saída é falar como homem, ou melhor, mandar vir.

Fala como Homem é a primeira das faixas de Afrobeats que o rapper lançará no dia 19 de julho. 

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Moçambique participa no Festival Souffle com delegação de mais de 20 profissionais das artes

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Moçambique está representado na 7.ª edição do Festival Souffle o.I., também conhecido como Breath of the Isle #7, que decorre de 27 de Outubro a 15 de Novembro de 2026, na Ilha da Reunião.

A delegação nacional integra mais de 20 profissionais das artes, entre bailarinos, coreógrafos, músicos, técnicos e produtores, numa participação que promove a circulação internacional da criação artística moçambicana e reforça a cooperação cultural no espaço do Oceano Índico.

Organizado pelo Lalanbik – Centro de Desenvolvimento Coreográfico Nacional do Oceano Índico, o festival tem como tema desta edição “Lamayaz” e reúne mais de 150 artistas do Chile, das Comores, da Europa, do Quénia, de Madagáscar, das Maurícias, de Maiote, de Moçambique e da Ilha da Reunião.

A programação contempla 24 espectáculos, apresentados em diferentes localidades da ilha, nomeadamente Saint-Pierre, Saint-Benoît, Saint-Leu, Saint-Denis e L’Étang-Salé. Entre as propostas moçambicanas em destaque está Dzudza, do coreógrafo Idio Chichava.

O programa inclui igualmente Vejo Anjos, de Lulo Sala, e Face Silenciada, apresentada pelas artistas Açucena Chemane e Cristina Matola. A estas criações juntam-se Madla Bidjana, de Osvaldo Passirivo, e uma actuação musical de May Mbira.

Para além dos espectáculos, o festival promove 13 oficinas práticas, três biotopos coreográficos, sob a designação Ron Kozé, e um dia dedicado aos gestos e às assinaturas tradicionais.

Neste âmbito, os artistas moçambicanos também orientam oficinas de dança dirigidas a participantes de diferentes faixas etárias, criando oportunidades de aprendizagem, partilha de experiências e intercâmbio cultural com as comunidades locais.

A participação moçambicana é organizada pela Yodine Produções e resulta de um trabalho de articulação com parceiros regionais, no âmbito da integração do KINANI na rede IOCAN, uma plataforma de cooperação que promove o intercâmbio entre estruturas culturais e artistas da região do Oceano Índico.

Esta presença representa mais um passo na internacionalização das artes performativas moçambicanas, ampliando a visibilidade dos artistas nacionais e criando oportunidades para novas colaborações, circulação de obras e desenvolvimento de projectos conjuntos.

A iniciativa destaca ainda o contributo dos diferentes profissionais envolvidos na cadeia de produção artística, reforçando a importância da cooperação e da profissionalização do sector cultural.

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Stewart Sukuma & Banda Nkhuvu apresentam espectáculo “VISÃO” no CCFM

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O músico moçambicano Stewart Sukuma e a Banda Nkhuvu apresentam, esta sexta-feira, 6 de Novembro as 20h, o espectáculo “VISÃO” uma viagem entre a memória, o presente e o futuro”, na Sala Grande do Centro Cultural Franco-Moçambicano (CCFM), em Maputo.

O concerto contará com a participação especial de José Barata, numa apresentação propõe uma viagem musical que cruza diferentes tempos e experiências, tendo a música como ponto de encontro entre a memória, a identidade e as perspectivas de futuro.

A noite será também marcada pelo lançamento do Songbook Stewart Sukuma, uma publicação dedicada ao repertório do músico.

Os bilhetes estão disponíveis na plataforma Tabater, com preços de 800 meticais (normal), 700 meticais (Clube Cultural) e 300 meticais para estudantes, estes últimos limitados aos primeiros 50 bilhetes físicos.

A venda física decorre no CCFM, a partir de 4 de Novembro, entre as 9h e as 14h e das 15h às 18h.

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Énia Lipanga leva poesia moçambicana a Festa Literária Internacional de Maricá

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A poeta moçambicana Énia Lipanga participa, esta semana, na Festa Literária Internacional de Maricá, no Brasil, onde integra a programação do Festival Língua ao Mar, um espaço de encontro e partilha entre escritores e diferentes vozes da literatura de língua portuguesa.

No dia 5 de Novembro, a autora estará na mesa de conversa “A Novíssima África”, ao lado do escritor angolano Kalaf Epalanga e de Vanessa Yetu, para uma reflexão em torno da literatura, identidade e das diferentes vozes dos países africanos de língua portuguesa.

Autora de quatro obras poéticas, Énia Lipanga tem utilizado a literatura como instrumento de intervenção social, com destaque para a defesa dos direitos das mulheres e a inclusão de pessoas com deficiência.

Em 2025, publicou Sob a Capulana do Destino e Outros Escritos, uma obra de prosa que reúne histórias sobre as vivências, identidades e realidades de mulheres moçambicanas.

Importa referir que a escritora foi também a única mulher africana semifinalista do Prémio Oceanos 2026.

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