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Duas Caras aposta no Afrobeat para internacionalizar a sua carreira
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O rapper Duas Caras decidiu abrir os seus horizontes e explorar o género musical global Afrobeats no seu novo trabalho intitulado “Fala como Homem”, cujo lançamento está previsto para o dia 19 de julho.
Segundo o comunicado que tivemos acesso, Duas Caras uniu forças com a Geobek Standard, liderada por George Beke, que já trabalhou com artistas internacionais de Afrobeats como Burna Boy e Mr. Eazi . Esta parceria visa projectar estrategicamente a música e a marca de Duas Caras dentro deste género musical que conquistou o mundo.
Falando sobre os seus novos projectos, Duas Caras revelou que passa a maioria do tempo em estúdio, actuando ao vivo e colaborando com outros artistas de Afrobeats de todo o mundo. Com este trabalho, Duas espera ganhar respeito na arena do rap.
“Após anos fazendo rap e sendo consistentemente considerado o melhor rapper pelas massas, concluí que não tenho mais nada para oferecer no jogo do rap, além de apoiar outros artistas emergentes. É a coisa certa a fazer”
Duas Caras
A música “Fala como Homem” conta a história de uma mulher elegante, bonita e romântica que percebe não haver nenhum cavaleiro de armadura brilhante para salvá-la. A sua única saída é falar como homem, ou melhor, mandar vir.
Fala como Homem é a primeira das faixas de Afrobeats que o rapper lançará no dia 19 de julho.
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Lukie apedrejada por querer cantar em Angola
A cantora moçambicana Lukie está a gerar polémica nas redes sociais após questionar a falta de espaço para artistas moçambicanos em Angola.
Num vídeo divulgado recentemente, a cantora afirmou que Moçambique sempre recebeu músicos angolanos “de braços abertos”, mas que o mesmo não acontece com os artistas nacionais no mercado angolano.
As declarações dividiram opiniões e motivaram reacções de várias figuras públicas, incluindo o músico Denny OG, que criticou Lukie por, segundo ele, “mendigar atenção” de Angola.
O artista defendeu que os músicos moçambicanos devem focar-se mais em fortalecer a sua identidade cultural, em vez de procurar validação fora do país.
Apesar das críticas, o posicionamento da cantora também recebeu apoio de internautas que concordam que existe pouco intercâmbio para os músicos moçambicanos em Angola.
A discussão reacendeu o debate sobre a valorização da música nacional, o papel dos promotores e os desafios da internacionalização dos artistas moçambicanos.
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Hot Blaze chuta o balde da humildade, “Minha caneta é pesada”
O rapper e cantor moçambicano Hot Blaze afirmou, durante a sua participação no programa Impulso, da Radio Cidade, que descobriu o verdadeiro peso da sua escrita enquanto compositor.
O artista não escondeu a confiança ao falar da sua capacidade criativa, chegando mesmo a afirmar que, em termos de composição, se considera “número um” em Moçambique.
“Eu descobri que a minha caneta é muito pesada”, declarou.
Durante a conversa, Hot Blaze explicou que a sua forma de escrever foi influenciada pelo rap, género onde aprendeu a importância das punchlines e da força das letras, elementos que diz ter levado para músicas de amor e kizomba.
O músico aproveitou ainda para destacar o tema “Luta Forte”, que considera a melhor composição da história da música moçambicana, sublinhando o impacto que a música teve junto do público.
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CCFM recebe concerto que junta Lindigo e Anna Sato
O Centro Cultural Franco-Moçambicano (CCFM), em Maputo, acolhe esta quinta-feira, 28 de Maio, às 19h, na Sala Grande, um concerto que junta dois projectos musicais de forte identidade artística internacional: Lindigo, da Ilha da Reunião, e Anna Sato, do Japão.
O espectáculo propõe um encontro entre tradições musicais distintas, num diálogo artístico entre o maloya contemporâneo da Ilha da Reunião e a música tradicional da ilha de Amami, no Japão, criando uma experiência de partilha cultural no mesmo palco.
Liderado por Olivier Araste, o projecto Lindigo é uma das principais referências do maloya contemporâneo, destacando-se pela energia colectiva das suas actuações e pela intensidade rítmica das suas composições, profundamente ligadas às raízes culturais da Ilha da Reunião.
Já Anna Sato é reconhecida como uma das vozes mais expressivas da ilha de Amami, com um percurso que cruza a música tradicional japonesa, colaborações internacionais e projectos artísticos que exploram diferentes linguagens sonoras.
Em palco, os dois projectos apresentam um concerto especial construído a partir do encontro entre estas duas abordagens musicais, valorizando a identidade cultural e a expressão artística como elementos centrais da performance.
Após a apresentação em Maputo, o projecto seguirá para o festival MTN Bushfire, no Eswatini, um dos mais importantes festivais de música e artes da região.
O CCFM destaca a relevância cultural deste encontro e convida o público e os órgãos de comunicação social a acompanharem este momento especial.