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DJ Tárico e Hélio Beatz são os melhores artistas de África em 2023
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Foi anunciada a segunda lista anual “Keep Walking: Africa Top 30”, que destaca os visionários africanos da nova geração que estão a moldar a cultura no continente. Uma notícia particularmente emocionante é a inclusão dos talentosos artistas musicais moçambicanos, DJ Tárico e Hélio Beatz. A informação foi tornada pública pela Trace Toca, através do seu website e redes sociais.
A iniciativa, fruto da parceria entre Johnnie Walker e TRACE, identificou DJ Tárico como um produtor discográfico Amapiano em ascensão, enquanto Hélio Beatz é reconhecido por sua inovação ao fundir elementos da música tradicional moçambicana com sons contemporâneos.

DJ Tarico, um fenômeno em ascensão, transformou-se de um artista desconhecido em um dos DJs e produtores Amapiano mais cobiçados da África em apenas dois anos. Sua colaboração com a superestrela africana Burna Boy na remistura do sucesso “Yaba Buluku” solidificou sua posição na cena musical global.
Por outro lado, Hélio Beatz redefiniu o gênero musical Pandza, misturando elementos tradicionais moçambicanos com sons urbanos contemporâneos. Seu álbum de colaborações com artistas de diversos estilos conquistou o topo das paradas da Apple Music em Moçambique em tempo recorde.
Essa inclusão destaca o impacto da cultura moçambicana na cena global e sublinha o potencial criativo e musical de Moçambique. A lista completa da “Keep Walking: Africa Top 30” inclui uma gama diversificada de talentos e visionários de várias regiões do continente, demonstrando a evolução contínua da cultura africana e sua crescente influência no cenário mundial.
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Gabriel Júnior distinguido com Prémio Martin Luther King
O presidente da Federação Moçambicana de Boxe, Gabriel Júnior, foi distinguido com a Medalha de Honra Martin Luther King e o Diploma Civil Internacional, numa cerimónia realizada no Palácio de Cascais, em Lisboa.
As duas distinções reconhecem o seu contributo nas áreas sociais e o seu envolvimento em iniciativas de impacto comunitário.
Durante a sua intervenção, Gabriel Júnior destacou que o reconhecimento vai além do mérito individual, sublinhando que é resultado de um percurso construído ao serviço da sociedade. O dirigente afirmou ainda que a distinção reforça a sua responsabilidade de continuar a trabalhar em prol da dignidade humana, da justiça social e da participação activa dos cidadãos.
Na ocasião, o presidente da Federação Moçambicana de Boxe expressou o orgulho de representar Moçambique, referindo que o seu percurso tem sido guiado por valores de compromisso e acção. Gabriel Júnior lidera a federação desde 2017 e tem estado ligado a diversas iniciativas sociais e desportivas, tanto a nível nacional como internacional.
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Nordino reage ao Prémio Ngoma Moçambique
O músico moçambicano Nordino Chambal reagiu com emoção à conquista do Prémio Ngoma 2025, um dos mais altos reconhecimentos das artes no país.
O artista partilhou o momento como uma vitória que simboliza anos de dedicação à música, destacando também a entrega de uma viatura como parte da premiação.
Ao recordar o seu percurso, Nordino revisitou os primeiros passos na televisão, quando em 2007 tentou participar no Fama Show sem sucesso. Anos depois, regressou e venceu o Super Tardes em 2012, mostrando que a persistência faz a diferença.
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Paulina Chiziane é a melhor escritora africana de 2026
A escritora moçambicana Paulina Chiziane foi distinguida como “Melhor Escritora de África de 2026”, no âmbito do African Award – Creators and Directors Excellence 2026, numa cerimónia realizada na noite de 28 de Abril, no Hotel Epic Sana, na cidade de Luanda.
A distinção reconhece o percurso literário da autora, marcado por uma abordagem crítica e sensível às questões sociais, culturais e de género, com forte incidência na realidade moçambicana.
Com uma obra consolidada no panorama literário africano, Paulina Chiziane continua a afirmar-se como uma das vozes mais influentes da literatura contemporânea, contribuindo para a projecção internacional da escrita moçambicana.
O galardão reforça, assim, o papel da autora na valorização da literatura africana, num momento em que as narrativas do continente ganham cada vez mais espaço e reconhecimento a nível global.