Fast Food
Discoteca Su Kasa penhorada por envolvimento em tráfico e lavagem de dinheiro

- Share
- Tweet /var/www/wptbox/wp-content/plugins/mvp-social-buttons/mvp-social-buttons.php on line 67
https://xigubo.com/wp-content/uploads/2024/08/WhatsApp-Image-2024-08-14-at-09.32.30-1000x600.jpeg&description=Discoteca Su Kasa penhorada por envolvimento em tráfico e lavagem de dinheiro', 'pinterestShare', 'width=750,height=350'); return false;" title="Pin This Post">
A famosa discoteca “Su Kasa,” reconhecida por ser um dos principais pontos de entretenimento noturno da cidade, foi recentemente penhorada e revertida a favor do Estado. A decisão foi tomada após investigações que revelaram suspeitas graves de envolvimento do estabelecimento em tráfico de drogas, branqueamento de capitais e lavagem de dinheiro. O local, que sempre foi sinônimo de luxo e diversão, agora está no centro de um escândalo que abala a comunidade local.
Além da discoteca, outras propriedades pertencentes ao mesmo proprietário foram também apreendidas, incluindo diversas viaturas de luxo. As autoridades agiram rapidamente, garantindo que os bens fossem congelados para posterior investigação. O impacto da operação estende-se para além dos muros da “Su Kasa,” sinalizando um esforço intensificado no combate ao crime organizado na região.
Esta série de apreensões inclui ainda viaturas pertencentes a outros proprietários ligados ao local, intensificando as suspeitas de que a discoteca servia como fachada para atividades ilícitas. A comunidade aguarda agora pelos próximos desdobramentos, enquanto as autoridades continuam a investigar o caso que já é considerado um dos maiores escândalos de corrupção e crime organizado do país.

Fast Food
“Não existe indústria da moda em Moçambique” – King Levi

O consultor de moda moçambicano King Levi, fez uma análise crítica sobre os desafios enfrentados pela moda no país, destacando a falta de uma estrutura organizacional como o maior obstáculo.
Segundo ele citado pela revista Ndzila, Moçambique ainda não possui uma indústria de moda devidamente organizada, o que dificulta o crescimento e a profissionalização do setor.
Para Levi, a solução passa por ampliar o acesso a materiais de qualidade, investir em educação especializada e fomentar o apoio financeiro tanto do governo quanto do setor privado. O consultor defende que, sem esses elementos, a moda moçambicana continuará a enfrentar dificuldades para competir no cenário internacional.
Entre as medidas que poderiam transformar o setor, aponta a reativação das fábricas têxteis no país e a criação de uma universidade especializada em moda. Essas iniciativas, segundo Levi, são essenciais para que Moçambique conquiste reconhecimento global e desenvolva uma indústria sustentável e competitiva.
Fast Food
Paulina Chiziane defende resgate da identidade moçambicana

Paulina Chiziane defende que a mulher moçambicana deve resgatar suas raízes para preservar sua identidade cultural. Durante uma palestra na Universidade Pedagógica de Maputo, a escritora criticou o uso excessivo de cabelos importados, considerando essa prática uma forma de “auto-colonização” que enfraquece os valores africanos. Para ela, é essencial que as mulheres reconheçam a riqueza da sua própria cultura e parem de se descaracterizar.
A autora de Balada de Amor ao Vento fez um apelo direto às mulheres, destacando a importância do cabelo na história africana. “O cabelo da mulher negra salvou gente, mas vocês acham que ele não presta. Respeitem o vosso cabelo, reconheçam o papel histórico para a libertação humana através do vosso cabelo”, afirmou. Chiziane também incentivou a reflexão sobre como certas escolhas estéticas podem afastar as mulheres de sua verdadeira essência cultural.
Além disso, a escritora ressaltou que a academia tem um papel fundamental na preservação da identidade nacional. Ela encorajou as mulheres a contribuírem para a escrita da história moçambicana, garantindo que as futuras gerações conheçam e valorizem suas origens.
Fonte: O Pais
Fast Food
Virgem Margarida revolta-se no Scala

O filme de ficção Virgem Margarida será exibido nesta quinta-feira (05) no Cine Teatro Scala, na cidade de Maputo, às 18h.
Com duração de 90 minutos, o filme Virgem Margarida retrata um cenário vivido no pós-independência (1975), em que as prostitutas eram levadas para um campo de reeducação na zona norte do país, concretamente na província de Niassa.
Margarida, uma jovem simples, é enviada por engano para o campo de reeducação, onde enfrenta várias dificuldades.
O filme será exibido no âmbito das comemorações do mês da mulher moçambicana, e Margarida “ilustra” a vida de muitas mulheres que, devido às dificuldades que enfrentam, acabam vendo a prostituição como a solução para seus problemas. O filme foi lançado oficialmente em 2011.
Virgem Margarida é uma obra do cineasta luso-moçambicano Licínio de Azevedo, que já ganhou vários prêmios, incluindo o de Melhor Realizador de Ficção em Los Angeles, com Comboio de Sal e Açúcar.