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Dice diz que Dj Ardiles devia pedir desculpas ao povo
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O rapper moçambicano Dice Sitoe surpreendeu seus fãs com o lançamento de uma nova música com letras profundas que abordam a actual situação do país. A faixa, intitulada “Samora uma vez disse” é uma crítica à situação em que o país se encontra, com destaque para o cenário que os artistas e influenciadores vivem, onde alguns assistem um cancelamento terrível.
A música começa com Dice mostra-se ciente do que está prestes a dizer e quais podem ser as consequências. O rapper, revela saber que por conta do som, várias portas podem fechar-se ao mesmo tempo que vários amigos vão distanciar-se.
Com o coro feito pelo discurso de Samora Machel, Dice Sitoe dedica suas energias à defesa, promoção e consolidação das conquistas da revolução, expressa seu compromisso com a justiça para todos os cidadãos e reconhece que sua posição pode custar-lhe amizades e oportunidades.
Dice Sitoe continua a crítica, mencionando que “não pode fingir que tudo está bom” e que como muitos outros moçambicanos, deseja paz. O artista pede à população que permaneça unida, não importando a cor política, para evitar que a fadiga e o cansaço os derrotem.
Em outro trecho da música, Dice Sitoe menciona influenciadores e artistas que podem ser facilmente esquecidos após as eleições, destacando a volatilidade da fama e a importância de manter o foco na luta colectiva pelo bem do país, daí que DJ Ardiles, devia desculpar-se por ter ofendido ao povo, seguindo o exemplo de Killua.
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Lara de Sousa apresenta “Kalunga” em Maputo
A realizadora Lara de Sousa apresenta a curta-metragem “Kalunga” na próxima quarta-feira, 15 de Abril, às 17h, no Auditório do Franco-Moçambicano, em Maputo.
A exibição do filme será seguida de uma conversa com o público, durante a qual a cineasta irá partilhar o seu percurso no cinema e as experiências que marcaram a sua formação e trajectória profissional.
Lara de Sousa já participou em espaços internacionais de referência como a Berlinale DocStation, o Durban Film Market e o Sundance Institute, experiências que, segundo a realizadora, contribuíram para o seu desenvolvimento no cinema independente.
O encontro pretende igualmente promover a reflexão sobre os desafios do cinema independente e as diferentes formas de construção de narrativas cinematográficas a partir de memórias, arquivos e vivências pessoais.
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Jimmy Dludlu prepara espetáculo de celebração de 40 anos de carreira
O guitarrista moçambicano Jimmy Dludlu prepara-se para celebrar 40 anos de uma carreira com um espetáculo especial agendado para o dia 24 de junho de 2026, nos Campos da UEM, em Maputo.
O evento promete ser uma homenagem à sua trajectória no Afro-Jazz, género no qual se afirmou como uma das maiores referências africanas, conquistando reconhecimento dentro e fora do continente.
Com produção de nível internacional, o concerto deverá contar com a participação de convidados de renome mundial, reforçando o carácter único da celebração.
Mais do que um espetáculo, a ocasião será um encontro entre gerações de amantes da música, celebrando o legado, a influência e a contribuição de Jimmy Dludlu para o desenvolvimento e projeção do Afro-Jazz.
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Iveth Marlene leva o rap moçambicano à academia
A rapper moçambicana Iveth Marlene entra para a academia ao ter a sua música “Mulher Heroína” incluída no livro “O Rap como Arte e Filosofia”, do professor e crítico Daúde Amade, que será lançado no dia 9 de Abril, no Instituto Guimarães Rosa, em Maputo.
A canção, de forte carga social, destaca o papel da mulher na sociedade e promove o empoderamento feminino, levantando questões sobre igualdade, respeito e representação cultural.
No livro, Daúde Amade propõe uma leitura do rap enquanto forma de arte e pensamento, mostrando como o género se tornou plataforma de intervenção social, destacando artistas que transformam a música em crítica e debate. O legado de Azagaia é igualmente abordado, reforçando o rap como instrumento de resistência e reflexão sobre a realidade moçambicana.
Refira-se que o lançamento será aberto ao público, reunindo artistas, académicos e fãs de hip-hop. Além da apresentação do livro, os presentes poderão participar em discussões, trocar experiências e adquirir exemplares da obra.