Fast Food
Depois de falhar Ngoma Moçambique, Twenty Fingers é premiado pelos sargentos
- Share
- Tweet /var/www/wptbox/wp-content/plugins/mvp-social-buttons/mvp-social-buttons.php on line 67
https://xigubo.com/wp-content/uploads/2023/12/Design-sem-nome-14-1000x600.jpg&description=Depois de falhar Ngoma Moçambique, Twenty Fingers é premiado pelos sargentos', 'pinterestShare', 'width=750,height=350'); return false;" title="Pin This Post">
O talentoso artista moçambicano Twenty Fingers recentemente se viu envolto em uma polémica que girava em torno do Prémio Ngoma Moçambique. Apesar de uma forte base de fãs e contribuições significativas para a cena musical local, Twenty Fingers não conseguiu levar para casa o prémio, resultando em uma onda de descontentamento por parte de seus seguidores.
Algumas críticas foram direcionadas ao vencedor, acusando-o de roubo. No entanto, Twenty Fingers preferiu adoptar uma postura positiva, anunciando em sua página no Facebook que foi convidado para se apresentar na cerimónia de encerramento do curso de formação de sargentos, onde foi honrado com um troféu em reconhecimento por suas contribuições notáveis para a música moçambicana.
Superando a recente controvérsia em torno do Prémio Ngoma Moçambique, Twenty Fingers encontrou uma oportunidade para celebrar e ser reconhecido por suas conquistas musicais. O artista moçambicano foi convidado a se apresentar na cerimónia de encerramento do curso de formação de sargentos, onde sua notável contribuição para a música foi destacada.
Em uma publicação em sua página no Facebook, Twenty Fingers compartilhou sua gratidão pela honra recebida e agradeceu aos fãs pelo apoio contínuo. Este novo reconhecimento serve como um testemunho do impacto duradouro que Twenty Fingers tem na cena musical moçambicana.
Fast Food
Segunda edição do Festival Cidade nas Mãos arranca em Maputo com reflexão sobre o futuro das cidades
A segunda edição do Festival CIDADE NAS MÃOS foi oficialmente inaugurada na tarde de terça-feira, 16 de Junho, no Instituto Guimarães Rosa, em Maputo, marcando o início de uma programação dedicada à reflexão sobre os desafios e as possibilidades das cidades contemporâneas através da cultura, da arte, da arquitectura, da tecnologia e do ambiente.
Organizado pela Catalogus, em parceria com a Embaixada da Espanha em Maputo, o festival decorre até ao próximo sábado em diferentes espaços das cidades de Maputo e Matola, reunindo artistas, académicos, investigadores, activistas e o público em geral para um conjunto de exposições, conversas, oficinas e visitas guiadas.
Na cerimónia de abertura, o Director Executivo da Catalogus, Mélio Tinga, destacou o significado especial desta edição, que coincide com a celebração dos cinco anos da organização.
“Para nós esta é uma edição muito especial porque coincide com a celebração dos cinco anos da Catalogus”, afirmou, recordando que a instituição nasceu como “uma espécie de laboratório” voltado para a criação de ideias capazes de aproximar a literatura de novos públicos e mercados.
Segundo Tinga, o festival representa uma aposta no futuro das cidades e na capacidade da cultura de contribuir para a transformação social.
“Fazemos o CIDADE NAS MÃOS porque acreditamos genuinamente na mudança e num futuro em que podemos participar”, declarou.
O responsável sublinhou ainda que o investimento na cultura e na educação constitui uma demonstração de confiança no futuro e um compromisso com processos de longo prazo. “Pensar e investir na cultura é também um gesto altruísta, porque não se pode fazer um festival cultural apenas a pensar em si mesmo. É preciso estar no lugar, na voz, no corpo e no coração do outro”, afirmou.
Por sua vez, a Embaixadora da Espanha em Moçambique, Teresa Orjales, destacou a continuidade da parceria entre a Cooperação Espanhola e a Catalogus, sublinhando que a realização da segunda edição consolida uma plataforma de cooperação cultural entre os dois países.
“Depois da boa experiência da primeira edição do Festival Cidade nas Mãos, decidimos juntamente com a Catalogus dar continuidade ao festival com a realização da sua segunda edição como forma de estabelecer uma marca da cooperação cultural entre os nossos países”, afirmou.
A diplomata referiu que o festival procura estimular a reflexão sobre os espaços urbanos e os desafios da sustentabilidade através da arte e da cultura.
“Com este festival pretendemos continuar a reflectir sobre os espaços que habitamos, sobre soluções sustentáveis para o futuro das nossas cidades e sobre as formas como a cultura lhes atribui significado através de debates, conversas, imagens, música e todas as formas de expressão artística”, declarou.
Teresa Orjales destacou igualmente uma das principais novidades desta edição: a extensão da programação à cidade da Matola.
“Esta edição traz uma grande novidade que é a viagem à cidade da Matola para ocupar novos espaços e oferecer ao público uma nova experiência de encontros, diálogos, conhecimento e expressão artística”, referiu.
Sob o lema de repensar a cidade a partir de múltiplos olhares, o Festival CIDADE NAS MÃOS propõe uma programação itinerante que explora questões ligadas à cultura, ao clima, à tecnologia e à arquitectura, promovendo o diálogo entre diferentes saberes e experiências urbanas.
A programação da segunda edição inclui ainda uma forte componente formativa, com workshops, palestras e visitas guiadas destinadas a estudantes e jovens, reforçando o compromisso do festival com a educação cultural e a construção de novas formas de pensar e habitar as cidades.
A abertura oficial foi antecedida pela inauguração da exposição fotográfica “Asas Urbanas”, do fotógrafo Adelium Castelo, que integra a programação artística do festival.
Fast Food
Gerilson Insrael derrete com a voz de Lukie
Depois de ter sido alvo de críticas e debates nas redes sociais por questionar a falta de espaço para artistas moçambicanos em Angola, a cantora moçambicana Lukie parece estar agora a viver uma nova fase da sua relação com o mercado angolano.
A artista encontra-se em Luanda, onde tem participado em entrevistas, espectáculos e encontros ligados à música.
Segundo informações que circulam nas plataformas digitais, Lukie deverá gravar uma música ao lado do cantor angolano Gerilson Insrael, um dos maiores nomes da música naquele país.
A possível colaboração surge semanas depois do desabafo da cantora sobre a pouca valorização de artistas moçambicanos em Angola, mostrando uma reviravolta positiva e abrindo espaço para novas pontes musicais entre os dois países.
Fast Food
Cremildo Matola encaixa 150 mil Prémio Literário Fernando Leite Couto
A obra O Último Segredo da Nação, da autoria de Cremildo Matola, venceu a 8.ª edição do Prémio Literário Fernando Leite Couto.
O júri destacou a pertinência dos temas abordados na obra, entre eles o racismo, a violência contra as mulheres e as relações de poder, bem como a originalidade da narrativa construída em formato policial, uma abordagem ainda pouco explorada na literatura moçambicana.
Foram igualmente valorizados o rigor histórico da obra, o seu contributo para o património literário em língua portuguesa e o domínio da escrita demonstrado pelo autor.
Em comunicado, a Fundação Fernando Leite Couto, em parceria com o Moza Banco, a Câmara Municipal de Óbidos, a Câmara de Comércio Portugal-Moçambique e o Camões – Centro Cultural Português em Maputo, felicitou Cremildo Matola pela conquista, considerada um importante marco para a literatura moçambicana.
O júri da 8.ª edição do Prémio Literário Fernando Leite Couto foi composto por Irene Mendes, Artur Bernardo Minzo, José Manusse, Olga Pires e Rogério Manjate.