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Depois de falhar Ngoma Moçambique, Twenty Fingers é premiado pelos sargentos

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Twenty Fingers

O talentoso artista moçambicano Twenty Fingers recentemente se viu envolto em uma polémica que girava em torno do Prémio Ngoma Moçambique. Apesar de uma forte base de fãs e contribuições significativas para a cena musical local, Twenty Fingers não conseguiu levar para casa o prémio, resultando em uma onda de descontentamento por parte de seus seguidores.

Algumas críticas foram direcionadas ao vencedor, acusando-o de roubo. No entanto, Twenty Fingers preferiu adoptar uma postura positiva, anunciando em sua página no Facebook que foi convidado para se apresentar na cerimónia de encerramento do curso de formação de sargentos, onde foi honrado com um troféu em reconhecimento por suas contribuições notáveis para a música moçambicana.

Superando a recente controvérsia em torno do Prémio Ngoma Moçambique, Twenty Fingers encontrou uma oportunidade para celebrar e ser reconhecido por suas conquistas musicais. O artista moçambicano foi convidado a se apresentar na cerimónia de encerramento do curso de formação de sargentos, onde sua notável contribuição para a música foi destacada.

 Em uma publicação em sua página no Facebook, Twenty Fingers compartilhou sua gratidão pela honra recebida e agradeceu aos fãs pelo apoio contínuo. Este novo reconhecimento serve como um testemunho do impacto duradouro que Twenty Fingers tem na cena musical moçambicana.

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Porto Manyisa lança o seu terceiro romance em Maputo

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O Centro Cultural Português acolhe, no próximo dia 26 de Maio, às 18 horas, o lançamento do livro “Misava amina ntlharhi”, obra escrita em Xirhonga pelo escritor moçambicano Porto Manyisa. A apresentação da obra estará a cargo do académico Elídio Nhamona.

Com o título traduzido livremente como “Não existe o mais esperto no mundo”, o livro acompanha a trajectória de Vicentana, um jovem pastor do interior que deixa a sua terra natal em busca de melhores condições de vida na cidade de Maputo. Depois de um desentendimento com o patrão, acaba por se envolver numa vida de criminalidade ao lado de amigos de infância. Entre assaltos, fugas e perdas, a narrativa explora temas como ambição, escolhas erradas e as consequências inevitáveis das decisões tomadas ao longo da vida.

Natural da então cidade de Lourenço Marques, actual Maputo, Porto Manyisa é escritor de língua Xirhonga e membro efectivo da Associação dos Escritores de Moçambique, além de integrar a Associação LusoLetras, sediada no Porto, em Portugal, e o Núcleo de Escritores e Declamadores Tsonga da África do Sul, com sede em Johanesburgo.

O autor publicou anteriormente os romances “Mhalu”, lançado em 1989 com apoio da UNESCO, e “Nghozini”, publicado em 1994 com financiamento da Norad e da Igreja Presbiteriana de Moçambique.

Já Elídio Nhamona é professor, crítico literário e pesquisador moçambicano, com doutoramento e mestrado em Estudos Comparados de Língua Portuguesa pela Universidade de São Paulo, além de formação em Linguística pela Universidade Eduardo Mondlane. Actualmente, lecciona literatura, artes e cultura moçambicana na Faculdade de Letras e Ciências Sociais da Universidade Eduardo Mondlane.

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Aires Cossa aconselha jovens a pensarem bem antes de sair da casa dos pais

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O apresentador de televisão moçambicano Aires Cossa voltou a gerar reacções nas redes sociais após partilhar uma reflexão bem-humorada sobre os desafios da vida adulta e os custos de viver sozinho.

Na publicação, Aires Cossa aconselha os jovens maiores de idade a pensarem “10 vezes” antes de saírem da casa dos pais, afirmando que “não está fácil aqui fora”.

O apresentador sugeriu ainda, em tom descontraído, que muitos deveriam aproveitar o conforto da casa familiar enquanto organizam melhor a vida financeira. A mensagem rapidamente gerou identificação e comentários entre os internautas moçambicanos.

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Descubra o primeiro emprego de Tabasily

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Tabasily : Me arrependo de ter parado de estudar

O músico moçambicano Tabasily passou recentemente pelo podcast Tu Pra Tu, onde falou sobre a sua vida e trajectória profissional.

Questionado por Young Ricardo sobre como entrou no mundo da música, o músico levou-nos até algumas décadas atrás, quando teve de viver com a sua irmã na vizinha África do Sul. Devido a problemas familiares, viu-se obrigado a procurar emprego.

Apesar de não ter experiência na área, começou a trabalhar como ajudante de electricista, juntando as suas primeiras moedas para cumprir o sonho de infância: tornar-se músico e sustentar a sua família.

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