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Depois de falhar Ngoma Moçambique, Twenty Fingers é premiado pelos sargentos
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O talentoso artista moçambicano Twenty Fingers recentemente se viu envolto em uma polémica que girava em torno do Prémio Ngoma Moçambique. Apesar de uma forte base de fãs e contribuições significativas para a cena musical local, Twenty Fingers não conseguiu levar para casa o prémio, resultando em uma onda de descontentamento por parte de seus seguidores.
Algumas críticas foram direcionadas ao vencedor, acusando-o de roubo. No entanto, Twenty Fingers preferiu adoptar uma postura positiva, anunciando em sua página no Facebook que foi convidado para se apresentar na cerimónia de encerramento do curso de formação de sargentos, onde foi honrado com um troféu em reconhecimento por suas contribuições notáveis para a música moçambicana.
Superando a recente controvérsia em torno do Prémio Ngoma Moçambique, Twenty Fingers encontrou uma oportunidade para celebrar e ser reconhecido por suas conquistas musicais. O artista moçambicano foi convidado a se apresentar na cerimónia de encerramento do curso de formação de sargentos, onde sua notável contribuição para a música foi destacada.
Em uma publicação em sua página no Facebook, Twenty Fingers compartilhou sua gratidão pela honra recebida e agradeceu aos fãs pelo apoio contínuo. Este novo reconhecimento serve como um testemunho do impacto duradouro que Twenty Fingers tem na cena musical moçambicana.
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Realizadores moçambicanos levam “Peace Hunter” a competição internacional de cinema com inteligência artificial
Os realizadores moçambicanos Michel William e Marco Ibrahimo estão entre os participantes da Artlist Studio Challenge, uma competição internacional promovida pela plataforma Artlist, que desafia criadores de todo o mundo a desenvolverem conceitos de séries ou filmes produzidos integralmente com recurso à inteligência artificial.
A iniciativa reúne realizadores, argumentistas e criadores digitais de diferentes países, oferecendo ao projeto vencedor financiamento para transformar a sua proposta numa produção completa.
Entre os concorrentes destaca-se “Peace Hunter” (Caçador da Paz), um teaser concebido pelos dois cineastas moçambicanos e inspirado numa história verídica.
A obra acompanha a jornada de um homem que perde tudo aquilo que deveria proteger. Mesmo diante da dor e da devastação, continua a caminhar, atravessando fronteiras físicas e emocionais, memórias do passado e a incessante procura por algo que o mundo insiste em afirmar que não existe: a paz.
O teaser apresenta uma narrativa visual intensa, construída a partir de cenas que se desenrolam numa aldeia marcada por conflitos, perdas e desafios humanos profundos. As imagens exploram temas como deslocação, sobrevivência, esperança e resiliência, oferecendo ao público uma reflexão sobre as consequências dos conflitos e a busca pela reconciliação.
Para a produção do teaser, Michel William e Marco Ibrahimo recorreram a ferramentas avançadas de inteligência artificial, explorando novas possibilidades criativas para a construção de cenários, personagens e ambientes cinematográficos. O resultado demonstra como as tecnologias emergentes podem ser utilizadas para contar histórias relevantes e socialmente impactantes, sem perder a sua dimensão humana e artística.
A participação dos dois realizadores representa também um marco para a presença moçambicana em plataformas internacionais dedicadas à inovação audiovisual. Num momento em que a inteligência artificial está a transformar os processos de criação artística em todo o mundo, projetos como “Peace Hunter” mostram o potencial dos criadores moçambicanos para integrarem debates globais sobre o futuro do cinema e da narrativa visual.
Mais do que uma competição, a Artlist Studio Challenge constitui uma oportunidade para que histórias locais alcancem audiências internacionais. Com “Peace Hunter”, Michel William e Marco Ibrahimo procuram demonstrar que experiências vividas em comunidades africanas podem gerar narrativas universais, capazes de sensibilizar públicos de diferentes culturas e geografias.
Caso seja selecionado como vencedor, o projeto poderá receber financiamento para a produção da obra completa, permitindo que a história ganhe uma nova dimensão e alcance um público ainda mais amplo. Enquanto isso, o teaser já se afirma como uma demonstração da criatividade, inovação e capacidade técnica de uma nova geração de realizadores moçambicanos que explora as fronteiras entre cinema, tecnologia e storytelling.
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Brasil patrocina próximo disco da Lenna Bahule
A cantora moçambicana Lenna Bahule emocionou os seus seguidores ao revelar que vai gravar o seu próximo álbum com financiamento do Brasil.
A artista partilhou a novidade através de um vídeo publicado nas redes sociais, onde aparece visivelmente emocionada e em lágrimas ao falar sobre esta conquista que considera um dos momentos mais importantes da sua carreira.
Nos comentários da publicação, Lenna explicou que foi aprovada para receber a sua primeira bolsa de apoio destinada à gravação de um álbum no Brasil.
“Sendo estrangeira, este é um marco muito importante. Além disso, será a minha primeira produção com apoio financeiro”, escreveu a cantora, acrescentando que todos os seus trabalhos anteriores foram produzidos com investimento próprio.
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Mega Jotta revela que Flash foi a Itália para ser babá
O rapper moçambicano Mega Jotta voltou a agitar as redes sociais, desta vez ao lançar uma indireta contra Flash Enccy, ao afirmar que o rapper emigrou para Itália para ser babá.
Mega usou as suas plataformas digitais para comentar a situação com uma frase polémica que rapidamente gerou debate entre os internautas. “Pior é imigrar para ser babá de uma velhota na cama”, escreveu o músico.
O posicionamento de Mega, surge depois de Flash escrever o seguinte: “Kloro, Hernâni, Allan, Mastoni, Duas, Megga são empregados do Legacy no flow, no dress-code, na mensagem, nos beatz”.