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Conheça os vencedores dos prémios Mozal

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O suspense chegou ao fim, e a edição 2024 dos Prémios MOZAL Artes e Cultura já tem os seus grandes vencedores. Em uma noite de celebração e reconhecimento, o júri destacou o talento e a qualidade dos trabalhos apresentados pelos nomeados, tornando a escolha dos premiados uma tarefa desafiadora.
Este ano, os troféus foram entregues a seis artistas que se destacaram nas suas respectivas áreas: Maria Chale (Artes Visuais), Mário Macilau (Fotografia), Jared Nota (Cinema e Audiovisuais), Sumalgy Nuro (Dança), Alberto Correia (Design de Moda e Vestuário) e Xixel Langa (Música). A gala de premiação, transmitida ao vivo, reforçou o compromisso da Mozal e da Kulungwana em incentivar a arte contemporânea moçambicana, promovendo novas criações e proporcionando visibilidade aos artistas do país.
A cerimônia, marcada por momentos emocionantes, foi um verdadeiro tributo ao talento nacional. Para quem perdeu a transmissão, ainda é possível assistir à gala através do canal do YouTube.
Além da celebração dos vencedores, os Prémios MOZAL Artes e Cultura já preparam a edição de 2025.
Desde a sua criação em 2018, os Prémios Mozal Artes e Cultura têm promovido um ambiente de competitividade no setor criativo, contribuindo para o crescimento cultural e o desenvolvimento de competências artísticas.

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Paulina Chiziane defende resgate da identidade moçambicana

Paulina Chiziane defende que a mulher moçambicana deve resgatar suas raízes para preservar sua identidade cultural. Durante uma palestra na Universidade Pedagógica de Maputo, a escritora criticou o uso excessivo de cabelos importados, considerando essa prática uma forma de “auto-colonização” que enfraquece os valores africanos. Para ela, é essencial que as mulheres reconheçam a riqueza da sua própria cultura e parem de se descaracterizar.
A autora de Balada de Amor ao Vento fez um apelo direto às mulheres, destacando a importância do cabelo na história africana. “O cabelo da mulher negra salvou gente, mas vocês acham que ele não presta. Respeitem o vosso cabelo, reconheçam o papel histórico para a libertação humana através do vosso cabelo”, afirmou. Chiziane também incentivou a reflexão sobre como certas escolhas estéticas podem afastar as mulheres de sua verdadeira essência cultural.
Além disso, a escritora ressaltou que a academia tem um papel fundamental na preservação da identidade nacional. Ela encorajou as mulheres a contribuírem para a escrita da história moçambicana, garantindo que as futuras gerações conheçam e valorizem suas origens.
Fonte: O Pais
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Virgem Margarida revolta-se no Scala

O filme de ficção Virgem Margarida será exibido nesta quinta-feira (05) no Cine Teatro Scala, na cidade de Maputo, às 18h.
Com duração de 90 minutos, o filme Virgem Margarida retrata um cenário vivido no pós-independência (1975), em que as prostitutas eram levadas para um campo de reeducação na zona norte do país, concretamente na província de Niassa.
Margarida, uma jovem simples, é enviada por engano para o campo de reeducação, onde enfrenta várias dificuldades.
O filme será exibido no âmbito das comemorações do mês da mulher moçambicana, e Margarida “ilustra” a vida de muitas mulheres que, devido às dificuldades que enfrentam, acabam vendo a prostituição como a solução para seus problemas. O filme foi lançado oficialmente em 2011.
Virgem Margarida é uma obra do cineasta luso-moçambicano Licínio de Azevedo, que já ganhou vários prêmios, incluindo o de Melhor Realizador de Ficção em Los Angeles, com Comboio de Sal e Açúcar.
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Xixel Langa apresenta-se no Wine Lovers

No dia 3 de abril, às 18h, o Wine Lovers, em Maputo, será palco de um espetáculo com a cantora moçambicana Xixel Langa.
O evento promete uma fusão envolvente de música e gastronomia, acompanhada da tradicional seleção de vinhos e tapas da casa.
Nascida em Maputo, Xixel Langa traz em sua voz suave e versátil a influência familiar que a levou à música.
Conhecida por sua conexão única com o público, ela explora o afrojazz e outros estilos musicais, tornando cada apresentação uma experiência especial.