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Comunicado divide opiniões na classe artística e promotores assistem

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Assistiu-se nesta semana, uma certa agitação nas redes sociais em reação ao comunicado emitido por uma parte dos artistas que reclamavam com os promotores de eventos em relação ao pagamento efectuado por estes.

“Não faço muitos shows, porque não me identifico, com os cachês” – Mark Exodus

Comunicado a girar nas redes, confusão plantada no seio artístico e as águas tomaram rumos diferentes, enquanto uns apoiavam a causa, há quem atirou pedras, como é o caso de Mark Exodus, que revelou não realizar muitos shows por não concordar com os cachês, e que quem aceita não pode reclamar.

“Aceitamos ser viajados porque, é nossa fonte de rendimento” – Kilua Rafael

Killua Rafael, em resposta defendeu que a classe aceita esses preços por não ter outra fonte de rendimento, algo que gerou até memes.

Cláudio Ismael, considera o comunicado “algo sem efeito” pois os tais artistas não dão as caras, lembrando que em 2015 defendeu a mesma causa, mas foi chamado de maluco, “vamos trabalhar”.

“Esse é um movimento sem efeito, quando reclamei me chamaram maluco, vamos trabalhar” – Cláudio Ismael

Quem também reagiu ao comunicado foi o Dygo Boy, comungando da mesma opinião que Exodus ao afirmar que não se pode reclamar dos cachês baixos porque os próprios artistas é que aceitam.   

“Cada um tem seu preço, se aceita 10 mil, você é artista desse preço” – Ziqo

Ziqo, também sentiu necessidade de entrar no debate, deixando claro que não existem culpados, pois, cada um conhece seu valor, usando como base os anos de experiência que tem na área. Até então, ainda não constatamos a manifestação de um promotor de eventos sobre o assunto. 

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“Não existe indústria da moda em Moçambique” – King Levi

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O consultor de moda moçambicano King Levi, fez uma análise crítica sobre os desafios enfrentados pela moda no país, destacando a falta de uma estrutura organizacional como o maior obstáculo.

Segundo ele citado pela revista Ndzila, Moçambique ainda não possui uma indústria de moda devidamente organizada, o que dificulta o crescimento e a profissionalização do setor.

Para Levi, a solução passa por ampliar o acesso a materiais de qualidade, investir em educação especializada e fomentar o apoio financeiro tanto do governo quanto do setor privado. O consultor defende que, sem esses elementos, a moda moçambicana continuará a enfrentar dificuldades para competir no cenário internacional.

Entre as medidas que poderiam transformar o setor, aponta a reativação das fábricas têxteis no país e a criação de uma universidade especializada em moda. Essas iniciativas, segundo Levi, são essenciais para que Moçambique conquiste reconhecimento global e desenvolva uma indústria sustentável e competitiva.

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Paulina Chiziane defende resgate da identidade moçambicana

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Paulina Chiziane defende que a mulher moçambicana deve resgatar suas raízes para preservar sua identidade cultural. Durante uma palestra na Universidade Pedagógica de Maputo, a escritora criticou o uso excessivo de cabelos importados, considerando essa prática uma forma de “auto-colonização” que enfraquece os valores africanos. Para ela, é essencial que as mulheres reconheçam a riqueza da sua própria cultura e parem de se descaracterizar.

A autora de Balada de Amor ao Vento fez um apelo direto às mulheres, destacando a importância do cabelo na história africana. “O cabelo da mulher negra salvou gente, mas vocês acham que ele não presta. Respeitem o vosso cabelo, reconheçam o papel histórico para a libertação humana através do vosso cabelo”, afirmou. Chiziane também incentivou a reflexão sobre como certas escolhas estéticas podem afastar as mulheres de sua verdadeira essência cultural.

Além disso, a escritora ressaltou que a academia tem um papel fundamental na preservação da identidade nacional. Ela encorajou as mulheres a contribuírem para a escrita da história moçambicana, garantindo que as futuras gerações conheçam e valorizem suas origens.

Fonte: O Pais

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Virgem Margarida revolta-se no Scala

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O filme de ficção Virgem Margarida será exibido nesta quinta-feira (05) no Cine Teatro Scala, na cidade de Maputo, às 18h.

Com duração de 90 minutos, o filme Virgem Margarida retrata um cenário vivido no pós-independência (1975), em que as prostitutas eram levadas para um campo de reeducação na zona norte do país, concretamente na província de Niassa.

Margarida, uma jovem simples, é enviada por engano para o campo de reeducação, onde enfrenta várias dificuldades.

O filme será exibido no âmbito das comemorações do mês da mulher moçambicana, e Margarida “ilustra” a vida de muitas mulheres que, devido às dificuldades que enfrentam, acabam vendo a prostituição como a solução para seus problemas. O filme foi lançado oficialmente em 2011.

Virgem Margarida é uma obra do cineasta luso-moçambicano Licínio de Azevedo, que já ganhou vários prêmios, incluindo o de Melhor Realizador de Ficção em Los Angeles, com Comboio de Sal e Açúcar.

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