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Cleyton da Drena ganha um milhão com “Maçã Ya Eva”

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Cleyton da Drena

A música “Maçã ya Eva” de Cleyton da Drena, que brinca com o facto de Eva ter dado o fruto proibido a Adão no Jardim do Éden, alcançou a impressionante marca de 1 milhão de visualizações no YouTube. 

O sucesso da canção coincidiu com a recente vitória dos Mambas, a seleção de futebol de Moçambique, que venceu a Somália na última sexta-feira. 

A combinação desses dois eventos trouxe uma onda de celebração e orgulho nacional, destacando tanto a cultura musical quanto o talento esportivo do país. 

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“Não se iludam com a vida da internet”- Txiobullet

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O humorista moçambicano Txiobullet usou as suas redes sociais recentemente, para deixar uma mensagem de reflexão aos seguidores, alertando para os perigos das comparações feitas a partir das redes sociais. 

O artista escreveu que as pessoas não devem se iludir nem se sentir inferiores com base na vida que outros aparentam viver no mundo digital, sublinhando que nem tudo o que se vê online corresponde à realidade.

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Kadabra não concorda com a aposentadoria de Reinildo Mandava

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O rapper Kadabra MC voltou a agitar as redes sociais esta semana ao comentar a recente decisão dos históricos jogadores Dominguez, Mexer e Reinildo Mandava de encerrarem os seus ciclos na Selecção Nacional de Moçambique, os Mambas, após a participação no Campeonato Africano das Nações (CAN) Marrocos 2025. 

Embora Kadabra tenha reconhecido que Domingues e Mexer “podem descansar”, mostrando respeito por essas carreiras, ele deixou claro que vê a situação de Reinildo como diferente, sugerindo que este ainda tem muito a oferecer e que o país ainda deveria querer a sua continuidade no futebol nacional.

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Crise financeira mata Festival Mafalala aos poucos

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A falta de financiamento inviabilizou a realização do Festival Mafalala em 2025, uma das mais importantes iniciativas culturais da cidade de Maputo.

De acordo com informações avançadas pelo Jornal Notícias, a escassez de fundos e as dificuldades na obtenção de patrocínios impediram a concretização do evento, que tradicionalmente decorre no mês de Novembro e celebra o património histórico, social e cultural do bairro da Mafalala.

O director do Museu Mafalala, Ivan Laranjeira, segundo escreve o Notícias, explicou que o festival depende maioritariamente de financiamentos externos, sobretudo internacionais, e que os valores disponíveis não foram suficientes para cobrir os custos necessários para a sua realização.

Segundo Laranjeira, por se tratar de uma actividade comunitária e sem fins lucrativos, torna-se cada vez mais difícil convencer potenciais financiadores, num contexto marcado pela crise económica e pela redução do apoio às iniciativas culturais.

Apesar do cancelamento em 2025, a organização mantém a esperança de retomar o festival em edições futuras, por considerar que o Mafalala desempenha um papel fundamental na valorização da cultura local, na promoção da identidade nacional e na criação de oportunidades para artistas e comunidades.

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