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Astony Boy vai lançar novo vídeo com uma artista brasileira, Gio Cruz
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O artista moçambicano, Astony Boy enviou um comunicado à nossa redação abordando alguns detalhes sobre o seu novo projecto musical, que está no forno pronto para ser apresentado ao seu público e os demais consumidores de boa música.
Astony Boy encontra-se actualmente na Europa, especificamente em Portugal, onde reside há um tempo considerável. E através das suas redes sociais notabiliza-se que o artista carregou a sua veia artística da terra natal à terra de Camões, desde trabalhos fotográficos e musicais.
Neste tempo em que desfruta de novos horizontes, Astony Boy cruzou caminhos com uma artista brasileira chamada Gio Cruz, com quem definiu um novo single do género Afro Beat cujo título é “A cura da minha vida”.
Esta é mais uma forma que sustenta que a música não tem fronteiras, pois neste single tem envolvimento de Moçambique, Brasil e Portugal. Juntos unidos pela cultura para agradar apreciadores de música de qualidade.
Astony Boy e Gio Cruz pretendem lançar o dueto “A cura da minha vida” em formatos mp3 e mp4, ou seja, música e seu respectivo vídeo no dia 03 de Agosto do ano em curso, em exclusivo no YouTube e em outras plataformas mundiais de streaming.
Na ficha técnica encontramos Music Art Solution, na qualidade de produtor da instrumental, Palácio Records responsável pela captação, masterização e mixagem, tanto quanto produção do vídeo clip.
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Tamyris Moiane e Cleyton David juntos tem 36 milhões
qqqA parceria musical entre Tamyris Moiane e Cleyton David continua a afirmar-se como uma das mais bem-sucedidas da música moçambicana.
As suas principais colaborações já ultrapassam, em conjunto, os 36 milhões de visualizações nas plataformas digitais, refletindo a forte adesão do público ao longo dos últimos anos.
Entre os maiores sucessos da dupla destacam-se “Comandante”, com 10,7 milhões de visualizações, “Mais Velhos”, com mais de 10 milhões, “Modo Love”, que ultrapassa os 8 milhões, “Confirmamos”, com 6,4 milhões, e “Marília Mendonça”, lançado em 2024, que já soma 1,6 milhãqqo de visualizações.
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UCCLA vai acolher lançamento do livro “Marrabenta – A Cadência de Moçambique” de Costa Neto
A União das Cidades Capitais de Língua Portuguesa (UCCLA) recebe, no próximo dia 24 de Julho, às 17h30, a apresentação do livro “Marrabenta – A Cadência de Moçambique”, da autoria do músico, compositor e escritor moçambicano Costa Neto.
Publicado pela editora Chiado Books, o livro será apresentado pela arqueóloga Conceição Lopes, numa sessão que promete reunir amantes da cultura, da música e da história de Moçambique.
A obra propõe uma reflexão aprofundada sobre a Marrabenta, um dos mais importantes géneros musicais moçambicanos. Fruto de vários anos de pesquisa e da vasta experiência profissional do autor, o livro combina ensaio e dissertação para documentar a evolução, o significado e a relevância deste património musical.
Escrito numa linguagem acessível ao público em geral, “Marrabenta – A Cadência de Moçambique” apresenta também ensaios técnicos que o tornam uma referência para estudantes, investigadores e instituições académicas interessadas na música e na cultura moçambicanas.
Natural da Ponta do Ouro, no sul de Moçambique, Costa Neto é uma das figuras mais influentes da música urbana moçambicana e da promoção da cultura lusófona. Radicado em Portugal há mais de três décadas, construiu uma carreira marcada pela música, produção cultural, escrita e intervenção social.
Ao longo do seu percurso integrou e fundou diversos projetos musicais, entre os quais a Banda ABC 78, o Agrupamento Mbila e o Grupo 1 – Moçambique. Foi também diretor interino do Clube da Juventude, em Maputo, e impulsionou iniciativas de carácter social e cultural, como o projeto filantrópico FAZER, desenvolvido em Portugal com o apoio das Nações Unidas e a participação de artistas dos PALOP.
Costa Neto é ainda cofundador da associação cultural Razão d’Arte, dedicada à valorização dos artistas da Comunidade dos Países de Língua Oficial Portuguesa (CPLP), e co-padrinho da campanha internacional “Juntos Contra a Fome”, desenvolvida em parceria entre a CPLP e a FAO.
Entre as suas obras mais conhecidas destaca-se “Mandjolo”, considerada uma das canções mais emblemáticas da música moçambicana, bem como os hinos “A Lusófona” e “Juntos Contra a Fome”, que reforçam a sua ligação à promoção da cultura e da solidariedade entre os povos de língua portuguesa.
O lançamento de “Marrabenta – A Cadência de Moçambique” representa mais um contributo para a preservação da memória e da identidade cultural de Moçambique, valorizando um género musical que continua a marcar gerações e a afirmar-se como um dos maiores símbolos da expressão artística nacional.
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Fundação Fernando Leite Couto inaugura exposição “Magnificência, Luz e Fusão” de Ilídio Candja Candja
A Fundação Fernando Leite Couto inaugura, no 8 de Julho, quarta-feira, às 18h00, a exposição individual “Magnificência, Luz e Fusão”, do artista moçambicano Ilídio Candja Candja. A mostra tem curadoria de Titos Pelembe e Yolanda Couto e reúne um conjunto de obras que convidam o público a percorrer um universo onde memória, espiritualidade, identidade e reinvenção se encontram.
Reconhecido por uma linguagem plástica de forte intensidade cromática e grande liberdade expressiva, Ilídio Candja Candja desenvolve uma obra profundamente enraizada nas tradições africanas, convocando mitologias, divindades ancestrais, símbolos e narrativas que atravessam o tempo. A partir da experiência da diáspora, o artista transforma a pintura num território de encontro entre diferentes geografias, culturas e sensibilidades, estabelecendo pontes entre Moçambique e a Europa.
As obras apresentadas revelam um percurso artístico marcado pela força do gesto, pela expressividade das formas e por uma permanente investigação sobre a relação entre o mundo visível e o invisível. Entre memória e imaginação, tradição e contemporaneidade, a exposição propõe uma reflexão sobre as múltiplas dimensões da pertença, da deslocação e da criação artística.
O título “Magnificência, Luz e Fusão” sintetiza o universo conceptual da exposição: a magnificência manifesta-se na potência criadora da obra; a luz surge como revelação, consciência e conhecimento; e a fusão afirma-se como espaço de diálogo entre experiências, culturas e geografias, onde diferentes identidades coexistem sem perder a sua singularidade.
Ao acolher esta exposição, a Fundação Fernando Leite Couto reforça o seu compromisso com a promoção de artistas que expandem os territórios da criação contemporânea e estimulam novas formas de pensar a arte, a cultura e a sociedade.