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Astony Boy vai lançar novo vídeo com uma artista brasileira, Gio Cruz

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O artista moçambicano, Astony Boy enviou um comunicado à nossa redação abordando alguns detalhes sobre o seu novo projecto musical, que está no forno pronto para ser apresentado ao seu público e os demais consumidores de boa música.

Astony Boy encontra-se actualmente na Europa, especificamente em Portugal, onde reside há um tempo considerável. E através das suas redes sociais notabiliza-se que o artista carregou a sua veia artística da terra natal à terra de Camões, desde trabalhos fotográficos e musicais.

Neste tempo em que desfruta de novos horizontes, Astony Boy cruzou caminhos com uma artista brasileira chamada Gio Cruz, com quem definiu um novo single do género Afro Beat cujo título é “A cura da minha vida”.

Esta é mais uma forma que sustenta que a música não tem fronteiras, pois neste single tem envolvimento de Moçambique, Brasil e Portugal. Juntos unidos pela cultura para agradar apreciadores de música de qualidade.

Astony Boy e Gio Cruz pretendem lançar o dueto “A cura da minha vida” em formatos mp3 e mp4, ou seja, música e seu respectivo vídeo no dia 03 de Agosto do ano em curso, em exclusivo no YouTube e em outras plataformas mundiais de streaming.

Na ficha técnica encontramos Music Art Solution, na qualidade de produtor da instrumental, Palácio Records responsável pela captação, masterização e mixagem, tanto quanto produção do vídeo clip.

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Nordino reage ao Prémio Ngoma Moçambique

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O músico moçambicano Nordino Chambal reagiu com emoção à conquista do Prémio Ngoma 2025, um dos mais altos reconhecimentos das artes no país.

O artista partilhou o momento como uma vitória que simboliza anos de dedicação à música, destacando também a entrega de uma viatura como parte da premiação.

Ao recordar o seu percurso, Nordino revisitou os primeiros passos na televisão, quando em 2007 tentou participar no Fama Show sem sucesso. Anos depois, regressou e venceu o Super Tardes em 2012, mostrando que a persistência faz a diferença.

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Paulina Chiziane é a melhor escritora africana de 2026

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A escritora moçambicana Paulina Chiziane foi distinguida como “Melhor Escritora de África de 2026”, no âmbito do African Award – Creators and Directors Excellence 2026, numa cerimónia realizada na noite de 28 de Abril, no Hotel Epic Sana, na cidade de Luanda.

A distinção reconhece o percurso literário da autora, marcado por uma abordagem crítica e sensível às questões sociais, culturais e de género, com forte incidência na realidade moçambicana.

Com uma obra consolidada no panorama literário africano, Paulina Chiziane continua a afirmar-se como uma das vozes mais influentes da literatura contemporânea, contribuindo para a projecção internacional da escrita moçambicana.

O galardão reforça, assim, o papel da autora na valorização da literatura africana, num momento em que as narrativas do continente ganham cada vez mais espaço e reconhecimento a nível global.

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Francisco Noa revisita a literatura colonial sobre Moçambique

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O ensaísta, crítico literário e professor universitário Francisco Noa apresenta uma nova obra que revisita a literatura colonial sobre Moçambique, propondo uma leitura crítica das narrativas construídas durante esse período.

Na publicação “Impérios, Mitos e Miopia: Moçambique como Invenção Literária”, o autor analisa como a literatura colonial contribuiu para a construção de imagens distorcidas sobre Moçambique e o continente africano. Essas representações, muitas vezes marcadas por ideias de superioridade cultural e civilizacional, ajudaram a consolidar estereótipos e hierarquias que ainda hoje influenciam percepções.

A obra tem como principal objectivo desconstruir mitos e questionar as narrativas herdadas, mostrando de que forma o passado colonial continua a reflectir-se no presente. Ao revisitar esses textos, Noa convida o leitor a uma reflexão crítica sobre memória, identidade e poder.

Este livro posiciona-se como uma referência importante para estudiosos de literatura, memória colonial e estudos pós-coloniais, oferecendo ferramentas analíticas para compreender as dinâmicas históricas e culturais que moldam o olhar sobre África.

Natural de Inhambane, Francisco Noa é ensaísta, investigador e professor universitário, com uma vasta obra publicada na área da crítica literária e dos estudos africanos.

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