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Artista obrigado a parar de pintar porque chefe de quarteirão não gostou

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Artista obrigado a parar de pintar porque chefe de quarteirão não gostou

O artista visual, Amarildo Rungo, foi impedido de continuar sua expressão artística em um bairro da Machava Bunhiça após a líder da comunidade manifestar forte descontentamento com o conteúdo de suas obras. A situação que agora gera polêmica revela um conflito entre liberdade de expressão artística e as preocupações políticas da líder local.

Amarildo Rungo, conhecido por suas obras impactantes e provocativas, teve sua criatividade cerceada quando a líder do bairro expressou sua desaprovação sobre o tema abordado em uma de suas últimas pinturas. O desacordo entre a artista e a líder do bairro resultou em uma interrupção abrupta de sua actividade artística.

O trabalho interrompido

Em um áudio vazado, Amarildo Rungo foi informado de que não poderia continuar a pintar no bairro, pois a imagem retratada em sua obra não era vista com bons olhos pelo partido político que a líder apoiava. A líder sugeriu que ele submetesse suas ideias por escrito para análise, na esperança de obter aprovação do partido, afirmou que, se o partido não aprovasse, Amarildo não poderia mais continuar sua arte.

“Se fosse para pintar miudinhas a dançar com batuque, poderia ser, mas isso não.”

líder do bairro

Amarildo tentou explicar a essência de sua arte, mas a líder do bairro permaneceu irredutível, insistindo que a obra de Amarildo poderia prejudicar o partido politicamente, especialmente durante as eleições.

A principal preocupação da líder do bairro, revelada no áudio vazado, foi a interpretação da obra como ofensiva, com referências a ratos, que acreditava que poderiam prejudicar a imagem do partido. Mencionou um trabalho anterior de Amarildo sobre as dívidas ocultas que marcaram a sociedade moçambicana, admitindo que não o impediu na época porque o trabalho já estava concluído. No entanto, deixou claro que não permitiria que a nova obra fosse concluída.

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MC Roger e Mauro Flow preparam o próximo hit do verão

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MC Roger e Mauro Flow preparam uma nova colaboração musical que deverá chegar acompanhada de um videoclipe, numa parceria que junta uma das figuras históricas da música moçambicana a um dos nomes em ascensão na cena do Kompa.

A novidade foi avançada nas redes sociais, onde os dois artistas aparecem juntos em Maputo, numa imagem que antecipa o lançamento do novo trabalho. Publicações sobre a parceria indicam que a música e o respectivo videoclipe deverão ser disponibilizados brevemente nas plataformas digitais.

A colaboração coloca frente a frente duas gerações distintas da música nacional. MC Roger, nome artístico de Rogério Dinis, construiu uma carreira de várias décadas, com sucessos como “Em Maputo Me Sinto Bem”, “Tu És Bela”, “Mexe Esse Mambo”, “Zagaza” e “Patrão é Patrão”. O artista também tem no seu percurso colaborações com nomes como Mr. Arssen, Doppaz e Ziqo.

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Chua Nuvunga e Nhez Nguenha revelam sua “Voz de Rua” na casa dos Coutos

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Os artistas moçambicanos Chua Nuvunga e Nhez Nguenha juntam-se na exposição “Voz de Rua”, uma mostra que cruza pintura e escultura para explorar diferentes formas de representar o corpo, a liberdade, o desejo e a condição humana.

A exposição está patente desde 5 de agosto e segue aberta ao público até 28 de agosto.

A mostra reúne pinturas sobre tela de Nhez Nguenha e esculturas em madeira e metal de Chua Nuvunga, colocando em diálogo dois percursos artísticos distintos, mas com pontos de encontro na forma como abordam questões humanas e sociais.

Na pintura de Nhez, destacam-se as cores intensas, o rigor do acabamento e a atenção ao detalhe. As obras combinam elementos abstractos e figurativos, criando ambientes onde aves, instrumentos musicais e outros símbolos remetem para a liberdade, o desejo, a utopia e a incerteza.

Já Chua Nuvunga transforma essas ideias em matéria. Através da madeira e do metal, o artista cria esculturas que exploram corpos fragmentados, transformação e união, convidando o público a imaginar as histórias por detrás de cada peça.

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Neyma usa a Marrabenta para reforçar o aleitamento materno

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Teve início, a 1 de Agosto, a Semana Mundial do Aleitamento Materno. Para assinalar a efeméride, a cantora moçambicana Neyma recuperou a canção “Leite Materno”, reforçando a sensibilização da sociedade para a importância da amamentação.

A canção enquadra-se nas actividades que a cantora desenvolve enquanto embaixadora da UNICEF em Moçambique, cargo que exerce desde Novembro de 2014.

“O leite materno é precioso e é o melhor do mundo nos primeiros seis meses de vida do bebé”, reforça a artista na publicação.

A Semana Mundial do Aleitamento Materno decorre este ano sob o lema “Amamentação para um começo de vida sustentável: fortaleça o que funciona.”

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