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AOPDH volta a atacar o mercado musical
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O grupo musical AOPDH está de volta ao cenário artístico com a nova música intitulada Utafa, que promete conquistar o público moçambicano. O trabalho foi anunciada durante as celebrações do aniversário de um dos membros do grupo, quando um trecho foi divulgado nas redes sociais, criando grande expectativa.
AOPDH (A outra parte da história), conhecido por suas letras que abordam questões sociais e comunitárias, mantém seu estilo característico na nova música, disponibilizada no dia de hoje, 19 de Setembro, cujo o tema foi citado acima.
Com uma mensagem de união e paz entre vizinhos, Utafa reforça o ditado popular moçambicano que afirma que “o vizinho é a primeira família”. A letra traz na sua essência a importância da solidariedade dentro de um bairro, independente das condições financeiras ou sociais, destacando que, em momentos de dificuldade ou luto, são os vizinhos que chegam primeiro para ajudar.
A canção conta com a participação especial de Lxyzzy Zunguze e a produção musical ficou a cargo de EdvwrD e CazBeats, que gravaram e mixaram a faixa nos estúdios da Caz Records.
O videoclipe foi dirigido por Osvaldo Mombi e Augusto Fábio, e a coreografia ficou a cargo de Makey, Idalina Rabeca, Lil Magro, Yankees, Hennsol Thegrim e Danny Driper e os Battle of Monsters.
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O vídeo contou também com o suporte de José Couto e Cleyton Silvestre, que trabalharam como assistentes de produção.
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Neyma usa a Marrabenta para reforçar o aleitamento materno
Teve início, a 1 de Agosto, a Semana Mundial do Aleitamento Materno. Para assinalar a efeméride, a cantora moçambicana Neyma recuperou a canção “Leite Materno”, reforçando a sensibilização da sociedade para a importância da amamentação.
A canção enquadra-se nas actividades que a cantora desenvolve enquanto embaixadora da UNICEF em Moçambique, cargo que exerce desde Novembro de 2014.
“O leite materno é precioso e é o melhor do mundo nos primeiros seis meses de vida do bebé”, reforça a artista na publicação.
A Semana Mundial do Aleitamento Materno decorre este ano sob o lema “Amamentação para um começo de vida sustentável: fortaleça o que funciona.”
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Gilberto Mendes anuncia Gungu Cinema e reflecte sobre a morte da cultura
O actor e empresário cultural Gilberto Mendes anunciou uma resposta concreta para a valorização da sétima arte em Moçambique: o Gungu Cinema.
O anúncio surge na sequência do encerramento temporária da Nu Metro, a última sala de cinema em actividade em Maputo, depois de vários internautas terem apelado a Mendes para avançar com a criação de um cinema.
A resposta do actor foi acompanhada por uma reflexão sobre o estado da cultura moçambicana, na qual defende que o declínio cultural começou muito antes da actual situação das salas de exibição.
Mendes recorda o desaparecimento gradual de bandas, a redução da actividade teatral, o enfraquecimento de instituições culturais, como a Companhia Nacional de Canto e Dança, o desaparecimento de salas de cinema e o afastamento da literatura do quotidiano dos moçambicanos.
Para Gilberto Mendes, a cultura deixou de ser encarada como um bem essencial para a formação da sociedade e, como consequência, surgiram problemas como a perda de civismo, o empobrecimento do debate público, a degradação do uso da língua portuguesa e a crescente valorização de conteúdos superficiais nas plataformas digitais.
Com o Gungu Cinema, Gilberto Mendes poderá ampliar a sua contribuição para a preservação e promoção da cultura cinematográfica nacional, num momento em que a discussão sobre o futuro das salas de cinema ganha força no país.
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Roland acusa Mr. Arsen de destruir Projecto Mabulu e desviar fundos destinados ao tratamento de Chonyl
Roland Hohberg fez uma acusação contra Mr. Arsen, afirmando que este terá influenciado direcrtamente a destruição do Projecto Mabulu e de ter alegadamente desviado fundos destinados ao tratamento da falecida Chonyl.
Numa publicação divulgada nas redes sociais, Roland afirma que, depois de alegadamente comprometer o Projecto Mabulu, Mr. Arsen terá incitado Dilon Djindji contra si para obter financiamento da Vodacom.
Acrescenta ainda que, segundo testemunhos de familiares de Chonyl, o visado terá desviado dinheiro que deveria ser utilizado no tratamento da artista.
Na mesma publicação, Roland refere que acreditava que Mr. Arsen estivesse definitivamente dedicado ao islamismo, como Yassin Hassan, seu nome nesta religião, mas afirma que este voltou à esfera pública, desta vez alegadamente em apoio à Frelimo, classificando a situação como um “Back to the Roots”