Cultura
Alef Aiden inaugura “GUESS THE BUILDING” no 16 Neto
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A exposição fotográfica “GUESS THE BUILDING”, do artista moçambicano Alef Aiden, será inaugurada no dia 25 de Fevereiro, às 19h00, no 16NetO, na cidade de Maputo.
Intitulada “Guess the Building”, a mostra apresenta-se como uma verdadeira caça ao tesouro visual, convidando o público a redescobrir a arquitectura urbana da capital moçambicana. A partir de recortes, detalhes e enquadramentos inesperados, o projecto desafia os visitantes a adivinhar edifícios emblemáticos da cidade, propondo um novo olhar sobre espaços que, muitas vezes, passam despercebidos na rotina diária.
A exposição presta homenagem à arquitectura maputense, estabelecendo um diálogo entre cultura urbana e arte contemporânea. A proposta artística assenta na valorização das fachadas, linhas e formas que compõem o cenário urbano, reforçando a ideia de que a arte também se manifesta nas ruas e nos edifícios que cruzam o quotidiano dos cidadãos. O objectivo é despertar o olhar do público para a riqueza estética presente no espaço construído da cidade.
Com cerca de 15 anos de percurso nas artes visuais, Alef Aiden tem explorado diferentes géneros fotográficos, incluindo retrato, natureza morta e street photography, destacando-se, nos últimos anos, pela fotografia de eventos. O seu trabalho caracteriza-se pela captação de emoções espontâneas e momentos singulares, privilegiando narrativas visuais autênticas e humanas.
“GUESS THE BUILDING” surge como o seu mais recente projecto, cruzando fotografia arquitectónica e abstractismo visual, numa abordagem que desafia o observador a interpretar o espaço urbano sob uma perspectiva inovadora.
A entrada para a exposição está fixada em 500 meticais. O evento conta com o apoio da Embaixada da Suíça em Moçambique.
Cultura
Aniano Tamele celebra 50 anos de carreira
O artista moçambicano Aniano Tamele anunciou celebra 50 anos de carreira artística, neste ano.
O marco representa uma longa trajetória dedicada às artes, marcada por persistência e reconhecimento público.
Segundo o próprio artista, a sua caminhada começou em 1976, sob orientação de Zeburani, dando início a uma epopeia que se prolonga até aos dias de hoje. Ao longo dos anos, Aniano Tamele construiu uma carreira sustentada pelo esforço contínuo e pela evolução no meio artístico.
O artista destaca que este percurso foi possível graças ao apoio da família, ao encorajamento do público e, sobretudo, à bênção de Deus. Estes elementos, segundo ele, foram fundamentais para manter a sua motivação e continuidade na carreira.
Aniano Tamele afirma ainda que as celebrações dos 50 anos de carreira vão marcar o ano de 2026, convidando o público a acompanhar este momento especial. “Phambeni!”, concluiu o artista.
Cultura
Carlitos Namakotho recebe terreno e 20 mil meticias do governador de Nampula
O governador da província de Nampula, Eduardo Abdula, ofereceu 20 mil meticais, uma motorizada e um terreno ao artista Carlitos Miguel Namakotho. O gesto foi feito no âmbito das celebrações dos 60 anos de vida do músico.
Segundo escreveu o Jornal Rigor, a homenagem aconteceu esta quinta-feira (14), durante a inauguração do primeiro estúdio de gravação e incubadora de economia criativa da província. O projecto é do MEC e visa impulsionar a indústria cultural e criativa em Nampula.
O governador contou com apoio de várias instituições e parceiros do sector cultural para concretizar a oferta. Carlitos Miguel agradeceu o gesto e disse que sempre enfrentou muitas dificuldades, destacando que o reconhecimento é importante para a sua trajetória.
Cultura
Félix Chavane lança o seu livro de estreia em Chibuto
Hoje pelas 14 horas, a Sala de Sessões da Assembleia Municipal de Chibuto acolheu o lançamento do livro “O destino imprevisível de uma alma inocente”, a estreia literária de Félix Chavane, de género romance.
A apresentação do livro estará a cargo do académico Hilário da Silva Nhamuche, e os comentários sobre a obra caberá à Flora Ozias Mate Chuma, prefaciadora do livro.
Em “O destino imprevisível de uma alma inocente”, conhecemos Samira. Movida por sonhos de justiça e guiada pelos valores da sua família, Samira, nascida numa comunidade rural do interior de Gaza, ruma para Maputo estudar Direito, mergulhando num mundo novo, onde a cidade pulsa com seduções, armadilhas e promessas cintilantes.
À medida que tenta manter-se fiel às suas raízes, vê-se envolvida com colegas cujos caminhos contrastam radicalmente com o seu. Entre amizades ambíguas, perdas irreparáveis e a influência subtil de uma figura manipuladora, Samira terá de escolher entre o brilho passageiro da cidade e a luz firme da sua consciência.
Na sua nota de prefácio, Flora Ozias Mate Chuma destaca que “a escrita de Chavane é profundamente sensorial e introspectiva. O autor constrói uma prosa que alterna entre a doçura poética e a lucidez cortante, evocando uma linguagem que é, ao mesmo tempo, simples e espiritual. A sua narrativa revela um domínio raro da emoção, convidando o leitor a mergulhar não apenas na história, mas também nas camadas mais silenciosas da alma.”
Félix Chavane, nascido em 1980 no distrito de Chibuto, província de Gaza, cresceu cultivando a sensibilidade pelas palavras, pela reflexão e pela vida comunitária. Professor de Francês, actualmente afecto ao Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia de Chibuto, como Técnico Pedagógico, coordena as actividades do Ensino Secundário ao nível distrital. Hilário da Silva Nhamuche, natural e residente em Chibuto, província de Gaza, é Docente, Pesquisador da Educação e Consultor Académico.